
Jornada de Solidariedade ao Povo Boliviano, Sexta-Feira em Frente a Embaixada dos EUA!
Há muito vem se dizendo que a crise ia explodir e ninguém dava ouvidos.mas ela está ai, e veio pra ficar, é o fim dessa era capitalista!
Os EUA estão perdendo seu poder e hegemonia, e isso vai fortalecer mais e mais os governos socialistas, e os anti-imperialistas.
Se tem uma revolução para se fazer, a melhor hora é essa.
A hora de fazer da queda dessa nação imperialista que a tanto tem nos oprimido a hora da ascensão de uma revolução verdadeiramente socialista!
Todos devem estar acompanhando nos noticiários a crise que se intensificou nos Estados Unidos. Esta crise veio a explodir porque vários credores do setor imobiliário deixaram de pagar suas dívidas. Com isso a economia estadunidense entrou em recessão. Claro que isso não se deu do dia pra noite. E para entender essa crise primeiro temos que entender como o mercado financeiro e as bolsas de valores funcionam.
As bolsas de valores são onde se concentram as operações do chamado mercado de capitais - ou seja, são uma espécie de feira onde se realizam a compra e venda de ações, títulos que representam pequenas parcelas do capital de uma empresa. O fator determinante dessa crise é que os chamados ativos financeiros, alcançaram um valor monetário muito alto.
O que aconteceu: O governo investiu pesado em programas de casa própria, com isso os bancos começaram a emprestar dinheiro para que as pessoas comprassem essas casas, sem fiscalizar se elas teriam dinheiro para pagar depois. Esses bancos fazem parte de um tipo de mercado que não exige garantias como comprovante de renda. Isso é um tipo de operação arriscada, mas o lucro como retorno é muito alto. Aconteceu então que essas pessoas faziam o empréstimo pra comprar suas casas, e antes mesmo de terminar o pagamento do primeiro empréstimo pegavam outro e assim ia, tornando-se uma ação contínua e descontrolada.
Sem a devida fiscalização dos bancos, os mesmos começaram a vender essas dívidas a outros bancos e investidores, o que é uma coisa normal no mercado de ações, vender uma dívida para pagar outra. Mas é algo muito arriscado. Como o mercado financeiro é muito suscetível e qualquer acontecimento pode gerar conseqüências desastrosas, a crise então explodiu!
José Roberto Securato, economista da USP disse: "O mercado de capitais é extremamente sensível a todo e qualquer acontecimento, seja uma votação no Congresso brasileiro, seja um atentado terrorista como o ocorrido em Nova York”
Ele foi profético quando disse isso, pois desde então o dólar só tem caído, e as dívidas chegaram ao um valor tão alto que se tornaram incobráveis. Os bancos americanos estão decretando falência, o governo está tentando de todas as formas amenizar os efeitos de uma crise que já está incontrolavél.
Bem... como não sou nenhuma expert em economia mundial, vou postar aqui uma matéria da revista norte-americana de orientação marxista Monthly Review que fala sobre essa crise mais detalhadamente.
Leia abaixo o texto, reproduzido em português pelo sítio Diário.info:
A crise das hipotecas "subprime" iniciada no último verão emergiu nos Estados Unidos e levou a uma convulsão massiva do sistema financeiro mundial desde então com conseqüências espantosas. Agora passou-se para a "economia real" dos empregos e do rendimento. Como dizia o Wall Street Journal de 4 de Abril, "o National Bureau of Economic Research provavelmente não o dirá nos próximos meses. Mas por que espera? A economia estadunidense caiu em recessão em janeiro passado". O crescimento econômico global, como um todo, espera-se que decline acentuadamente este ano.
Agora a pergunta natural é: Qual a gravidade da crise econômica?
A resposta concreta ninguém sabe realmente. Alguns, acreditando que podemos estar a caminho de um colapso econômico total, sublinham os perigos sem precedentes associados a um sistema financeiro que desenvolveu novos e complexos veículos de investimento para além da compreensão das pessoas. As relações tradicionais de concessão de empréstimo dominadas pelos bancos foram agora transformadas naquilo a que Bill Gross, responsável chefe de investimento da Pimco, uma importante firma de gestão de títulos, chama o "sistema bancário sombra" (ou seja, hedge funds, veículos de investimento estruturado, toda espécie de canais financeiros).
Este novo mundo de investimentos especulativos é retratado como repleto de "nitroglicerina", recheado de "armas de destruição massivas" e carregado de "vírus" letais — para mencionar apenas algumas das alarmantes metáforas agora utilizadas habitualmente pela imprensa financeira. Com dezenas de trilhões de dólares nominais em só em credit default swaps (CDSs) em circulação — sem mencionar outros créditos derivativos e instrumentos financeiros — este sistema de finanças sombras tornou-se massivo, opaco e imprevisível.
As instituições financeiras estão tendo dificuldade crescente em avaliar os seus ativos ou em prever a reação em cadeia dos calotes que podem vir a enfrentar. Seria um alívio dizer que, em tais circunstâncias, os possuidores do capital estão preocupados. Com uma recessão em desenvolvimento e com a estabilidade do dólar cada vez mais comprometida, uma dissolução financeira e um colapso econômico mundial de proporções que marcam uma época são minimamente imagináveis.
Outros, contudo, vêm a situação mais próxima de algo como uma baixa no ciclo padrão dos negócios —que o Estado interveio para afastar o colapso financeiro. Apontam as extraordinárias intervenções do Federal Reserve Board, a mais dramática foi o salvamento do Bear Stearns e sua absorção pelo JPMorgan Chase, em Março passado. O FED, juntamente com os bancos centrais dos outros países capitalistas desenvolvidos, têm estado alargado rapidamente seu papel de financiadores de último recurso, emprestando centenas de milhar de milhões de dólares em títulos governamentais, enquanto recebem como garantias títulos baseados em hipotecas para as quais não há mercado.
Todos sabem que o governo acabará por assumir as perdas de milhares de milhões de dólares destas ações — mais claramente na dívida emitida no caso do Bear Stearns como "não recurso". A mensagem para os mercados financeiros é clara: as vastas perdas iminentes, que de outra forma recairiam sobre as principais instituições financeiras, serão socializadas. Se uma tal mensagem não desse "confiança" aos atores determinantes do mercado financeiro, a situação seria gravíssima.
Como dissemos, uma aparência de confiança foi pela primeira vez restaurada. Destacando a rápida recuperação da crise financeira anterior (provocada pela explosão da bolha do mercado de ações da Nova Economia em 2000), os analistas mais otimistas argumentam que o sistema financeiro já está se estabilizando, que este período de baixa provavelmente será curto. No entanto, mesmo os principais porta-vozes desta posição, tais como o presidente do Federal Reserve, Bern Bernanke, admitem que há consideráveis "riscos de declínio" no atual clima de incerteza econômica, que poderiam resultar em "danos" severos para a economia e "a deterioração de posição" por todo o sistema financeiro.
Mas se a direção que ira tomar a atual crise econômica ainda é desconhecida, a coisas são muito mais claras quando nos voltamos para o longo prazo, a enfermidade estrutural do sistema, da qual a atual retração é sintomática sob muitos aspectos. De acordo com um argumento que temos apresentado há décadas nestas páginas, o financiamento do processo de acumulação de capital que tem estado a verificar-se desde a década de 1970 está enraizada na tendência subjacente para a estagnação das economias capitalistas avançadas.
No essencial, o sistema é tão produtivo e os resultados desta enorme e crescente produtividade são tão desigualmente distribuídos (os salários reais da maior parte dos trabalhadores nos Estados Unidos estagnaram durante 30 anos enquanto os lucros ascenderam) que há uma contínua acumulação de excedente à procura de investimento nos cofres das corporações e nas mãos de indivíduos ricos. Na falta de suficientes saídas para este vasto excedente na "economia real", o capital tem estado a ser despejado na superestrutura financeira, onde foram desenvolvidos novos instrumentos financeiros derivativos para absorver este excesso de capital-dinheiro. Isto serviu para elevar a economia desde os anos 70. Contudo, a conseqüência foi a criação ao longo das últimas décadas (e ainda mais rapidamente nos últimos anos) de uma vasta economia financeira-sombra, acima, e para além, da economia real. A explosão da bolha habitacional, a crise das hipotecas subprime e a crise financeira geral que se seguiu pode ser encarada como sinais de uma crise neste processo de financiamento.
O melhor que os mestres do sistema estadunidense podem esperar para os próximos anos é uma fase de estagnação econômica mais profunda e mais prolongada, isto é, de crescimento lento, emprego fraco e excesso de capacidade produtiva crescente. Como os Estados Unidos se movimentam — e isto acontecerá — para empurrar o fardo da sua crise financeira para o resto do mundo, as tensões resultantes tornam-se obrigatoriamente globais e inevitáveis dentro da lógica da globalização capitalista existente.
Àqueles que procuram desesperadamente uma solução para este problema dentro do sistema temos a dizer, francamente, que não é possível pensar nenhuma. O máximo que se pode fazer é alterar radicalmente a natureza do próprio sistema: uma drástica redistribuição do rendimento e da riqueza em favor daqueles menos ricos e um programa massivo de investimento social a favor dos que mais precisam dele. Mas o capitalismo só é capaz de seguir este caminho de forma limitada e sob coação extrema — e uma vez anulada a pressão ele regressa aos velhos caminhos. Mais cedo ou mais tarde (desde que uma catástrofe nuclear ou ambiental não pare o relógio) o mundo será forçado a procurar um caminho melhor e mais humano.
Essa é uma oportunidade para desbancar de uma vez por todas essa hegemonia imperialista que a tanto nos oprime.

O cerrado pode ser, em termos de Fitogeografia geral, classificado como um tipo de savana. Ele possui um clima bastante quente, semi-árido notadamente sazonal com verão chuvoso e inverno seco.
O cerrado cobre cerca de um quinto do Brasil, é por isso que embora predominando no Mato Grosso e Goiás, aparece também na Bahia e São Paulo sob continua ou em manchas.
A vegetação é o traço que mais caracteriza o cerrado, com árvores no geral muito altas (3m a 6m), com trancos e galhos retorcidos; algumas possuem folhas coriáceas, As árvores típicas são: o pequizeiro, lixeira, pau-terra, pau-santo, etc.
A grande variabilidade de habitats nos diversos tipos de cerrado suporta uma enorme diversidade de espécies de plantas e animais. Estudos recentes, como o do Dr. J.A. Ratter e outros autores em “Avanços no Estudo da Biodiversidade da Flora Lenhosa do Cerrado”, em 1995, estimam p número de plantas vasculares em torno de 5 mil; e que mais de 1600 espécies de mamíferos, aves, e répteis já foram identificados nos ecossistemas de Cerrado.
Entre a diversidade de invertebrados, os mais notáveis são os térmitas (cupins) e as formigas cortadeiras (saúvas). São eles os principais herbívoros do cerrado, tendo uma grande importância no consumo e na decomposição da matéria orgânica, assim como constituem uma importante fonte alimentar para muitas outras espécies animais.



MANIFESTAÇÃO NA FUNAI QUINTA-FEIRA ÀS 11:30 HS
Por: SANTUÁRIO NÃO SE MOVE!!!!!!!!!!!


Em movimento...
Nas páginas da história de nosso país, o MOVIMENTO ESTUDANTIL certamente
possui um espaço destacado, pois cumpriu um papel importantíssimo na organização dos estudantes, numa luta intransigente por uma Educação Pública, gratuita e de qualidade.
Assumiu na América Latina a referência de movimento, por sua combatividade,
democracia e lastro social. Foi assim no período da Ditadura Militar, mesmo com perseguição e repressão.
Estava na linha de frente da campanha "Diretas Já". Em 92 denunciou a corrupção do Governo Collor indo às ruas mobilizando a juventude através da palavra de ordem "Fora Collor”!
Nós do Campo ROMPER O DIA nos organizamos em universidades de todo país, atuamos na ocupação da USP, UnB, UFGRS, UFPA, UNICAMP... E temos o acúmulo de várias lutas vitoriosas ao longo da nossa formação. Para nós discutir o movimento estudantil é fundamental, pois só através da organização coletiva é possível melhorar o ensino e atingirmos conquistas. O movimento estudantil é um dos principais atores dos movimentos sociais de educação, em conjunto com docentes e servidores, por isso achamos essa parceria fundamental, que inclua também aqueles que estão fora das universidades.
E as particulares?
Existe um mito que dificulta a atuação do movimento estudantil nas faculdades
particulares; que o estudante é passageiro, ficará até conseguir o diploma e depois não precisará mais da faculdade. De fato é um mito, pois o aluno depois de formado, na busca de emprego, de qualificação e até nas provas de títulos dos concursos públicos precisará de um diploma com reconhecimento e com atestado de qualidade, o aluno, em última análise, vai precisar sempre da faculdade.
A sede por lucro vai além das mensalidades. As altas taxas cobradas por serviços mínimos e as multas pelo atraso na entrega de documentos, livros ou no pagamento da mensalidade são assustadoras, isso sem falar na venda do espaço universitário para a construção de verdadeiros "shoppings centers", alocados estrategicamente para incentivar o consumo e construir uma dispersão do ambiente fértil das comunidades universitárias, onde deveria haver espaços para formação e convivência.
O índice de inadimplência em todo o país beira os alarmantes 40%. Para garantir seus lucros, as mantenedoras buscam criminalizar os inadimplentes, impedindo uma nova matrícula dos mesmos e utilizando os mais eficazes instrumentos de cobrança, inclusive o Serviço de Proteção ao Crédito, que marca o nome do estudante em todo o comércio brasileiro.
Os problemas são sempre os mesmos: mensalidades altas, falta de democracia, de assistência estudantil, sem falar na qualidade dos cursos que oferecem... Os estudantes de universidades pagas representam hoje mais de 90% dos universitários brasileiros, por esta razão, achamos tão fundamental discutir juntos os problemas que temos vivido.
Experiência que deve ser seguida por todos!
Brasília é notadamente conhecida por ser a capital nacional do Brasil. A Capital longe do povo e tão perto da corrupção. Lugar onde a maracutaia, os lobistas, os Calheiros e companhia se lambuzam no luxo à custa do dinheiro público. Terra da maior vergonha nacional.
Pois, é nesta mesma Brasília que os estudantes da Universidade de Brasília (UnB) decidiram não mais aceitar os abusos dos donos do poder. O Reitor Timothy Mulholland, um dos principais operadores da famigerada reforma Universitária, é mais um dos que usaram indiscriminada e vergonhosamente as verbas destinadas à Universidade. Em um esquema junto a FINATEC,
fundação dita de apoio que administra a verba pública da UnB sem licitação dos gastos – assim como todas as Fundações que existem nas Universidades brasileiras –, gastou R$470 mil reais para mobiliar seu apartamento funcional em
Brasília. Lixeiras de mil reais, saca- rolha de R$ 1,5 mil reais, entre tantos outros itens que envergonham uma nação onde milhões vivem abaixo da linha da miséria.
Por todos estes motivos é que estamos propondo a organização
do Romper o Dia nas instituições de ensino particulares.
E lembre-se; não é porque podemos fazer pouco, que não vamos
fazer nada!
Organize-se, lute e conquiste!
ROMPER O DIA
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