<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158</id><updated>2012-02-16T01:29:41.326-08:00</updated><category term='José Marti'/><category term='José Martí'/><category term='haiti'/><category term='religião'/><category term='Cut'/><category term='Evo Morales'/><category term='pornografia'/><category term='Reforma Agrária'/><category term='Farc'/><category term='Raúl Reyes'/><category term='Materialismo'/><category term='comunista'/><category term='Roriz'/><category term='Biografias'/><category term='mídia'/><category term='Israel'/><category term='Brasília'/><category term='Deus'/><category term='Olivério Medina'/><category term='Nietzsche'/><category term='Trotsky'/><category term='marxismo'/><category term='Lula'/><category term='Cuba'/><category term='Sindical'/><category term='ditadura'/><category term='Lênin'/><category term='frei betto'/><category term='golpe militar'/><category term='Intersindical'/><category term='filosofia'/><category term='Ficha Limpa'/><category term='tragédia'/><category term='Plínio de Arruda'/><category term='Existencialismo'/><category term='crise'/><category term='Fidel Castro'/><category term='eleições'/><category term='pré-sal'/><category term='passe livre'/><category term='Fora Arruda'/><category term='EZLN'/><category term='Socialismo'/><category term='Sartre'/><category term='Informática'/><category term='Ateismo'/><category term='MTST'/><category term='José Sarney'/><category term='América-Latina'/><category term='esperança'/><category term='Hugo Chávez'/><category term='Stálin'/><category term='Conlutas'/><category term='América Latina'/><category term='MST'/><category term='Corrupção'/><category term='Stalin'/><category term='STF'/><category term='Manuel Marulanda Vélez'/><category term='Pstu'/><category term='Open Source'/><category term='Fim do Senado'/><category term='transporte público'/><category term='Palhaçada'/><category term='Psol'/><category term='plebiscito popular'/><category term='FUNAI'/><category term='MOVIMENTO ESTUDANTIL'/><category term='Honduras'/><category term='Une'/><category term='Linux'/><category term='Anncol'/><category term='globalização'/><category term='Capitalismo'/><category term='Che'/><category term='Manifestaçoes'/><category term='feminismo'/><category term='CIA'/><category term='SANTUÁRIO DOS PAJÉS'/><category term='esquerdismo'/><category term='Pirataria'/><category term='Karl Marx'/><category term='Revolução'/><category term='Colômbia'/><category term='ROMPER O DIA'/><category term='Che Guevara'/><category term='Simón Bolívar'/><title type='text'>Zine Política Revolucionária</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>103</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-7728235433655642398</id><published>2011-09-20T12:51:00.000-07:00</published><updated>2011-09-20T12:51:47.771-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Socialismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Capitalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Karl Marx'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="g-container story-body"&gt;                   &lt;div class="bodytext"&gt;                      &lt;div class="module "&gt;                         &lt;div class="image img-w304"&gt;&lt;div class="caption"&gt;Marx pode ter errado sobre o comunismo, mas estava certo sobre o capitalismo, diz Gray&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ingress"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Como efeito colateral da crise financeira, mais e  mais pessoas estão começando a pensar que Karl Marx estava certo. O  grande filósofo, economista e revolucionário alemão do século 19  acreditava que o capitalismo era radicalmente instável.&lt;br /&gt;Ele tem uma tendência intrínseca de  produzir avanços e fracassos cada vez maiores, e no longo prazo, ele  estava destinado a se autodestruir.&lt;br /&gt;Marx saudava a autodestruição do capitalismo.  Ele era confiante que uma revolução popular ocorreria e daria origem um  sistema comunista que seria mais produtivo e muito mais humano.&lt;br /&gt;Marx estava errado sobre o comunismo. Aquilo  sobre o que ele estava profeticamente certo era a sua compreensão da  revolução do capitalismo. Não era somente a instabilidade endêmica do  capitalismo que ele compreendia, embora neste sentido ele fosse muito  mais perspicaz do que a maioria dos economistas da sua época e da nossa.&lt;br /&gt;Mais profundamente, Marx compreendeu como o  capitalismo destrói a sua própria base social - o meio de vida da classe  média. A terminologia marxista de burguês e proletário tem um tom  arcaico.&lt;br /&gt;Mas quando ele argumentava que o capitalismo  iria arrastar as classes médias a algo parecido com a existência  precária dos sobrecarregados trabalhadores de sua época, Marx previu uma  mudança na maneira como vivemos à qual só agora estamos lutando para  nos adaptarmos.&lt;br /&gt;&lt;div class="module "&gt;                         &lt;div class="image img-w224"&gt;&lt;img alt="Karl Marx" height="280" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2011/09/06/110906161450_marx_224_224x280_ap_nocredit.jpg" width="224" /&gt;&lt;div class="caption"&gt;Marx escreveu o Manifesto Comunista com Friedrich Engels&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;Ele via o capitalismo como o sistema econômico  mais revolucionário da história, e não pode haver dúvida de que ele se  diferencia daqueles que vieram antes dele.&lt;br /&gt;Os caçadores e coletores persistiram nesta forma  de vida por milhares de anos, enquanto as culturas escravagistas  permaneceram assim por quase o mesmo tempo, e as sociedades feudais  sobreviveram por muitos séculos. Em contraste, o capitalismo transforma  tudo que ele toca.&lt;br /&gt;Não são só as marcas que estão mudando  constantemente. As empresas e as indústrias são criadas e destruídas em  um fluxo incessante de inovação, enquanto as relações humanas são  dissolvidas e reinventadas em novas formas.&lt;br /&gt;O capitalismo foi descrito como um processo de  destruição criativa, e ninguém pode negar que ele foi prodigiosamente  produtivo. Praticamente qualquer um que esteja vivo na Grã-Bretanha hoje  tem uma renda real maior do que eles teriam se o capitalismo nunca  tivesse existido.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Retorno negativo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O problema é que entre as coisas que foram  destruídas no processo está o estilo de vida do qual o capitalismo  dependia no passado.&lt;br /&gt;Defensores do capitalismo argumentam que ele  oferece a todos os benefícios que, na época de Marx, eram desfrutados  somente pela burguesia, a classe média estabelecida que possuía capital e  tinha um razoável nível de segurança e liberdade em suas vidas.&lt;br /&gt;No capitalismo do século 19, a maioria das  pessoas não tinha nada. Elas viviam de vender o seu trabalho, e quando  os mercados entravam em queda, eles enfrentavam tempos difíceis. Mas à  medida que o capitalismo evolui, seus defensores dizem, um número  crescente de pessoas pode se beneficiar dele.&lt;br /&gt;&lt;div class="module "&gt;                         &lt;div class="image img-w304"&gt;&lt;img alt="Foto: AFP" height="171" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2011/09/06/110906155203_marx_mercados_304.jpg" width="304" /&gt;&lt;div class="caption"&gt;Os mercados apresentam muita volatilidade&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;Carreiras bem-sucedidas não serão mais a  prerrogativa de uns poucos. As pessoas não terão dificuldades todo mês  para subsistir com base em um salário inseguro. Protegidos pelas  economias, pela casa que possume e uma pensão decente, eles serão  capazes de planejar suas vidas sem medo.&lt;br /&gt;Com o crescimento da democracia e a distribuição  da riqueza, ninguém precisará ser privado da vida burguesa. Todo mundo  poderá ser da classe média.&lt;br /&gt;Na verdade, na Grã-Bretanha, nos EUA e em muitos  outros países desenvolvidos nos últimos 20 ou 30 anos, o contrário vem  ocorrendo. A segurança do emprego não existe, as atividades e as  profissões do passado em grande parte acabaram e as carreiras que duram  uma vida inteira são meramente lembranças.&lt;br /&gt;Se as pessoas têm qualquer riqueza, isto está  nas suas casas, mas os preços dos imóveis nem sempre crescem. Quando o  crédito fica restrito como agora, eles podem ficar estagnados por anos.  Uma minoria cada vez menor pode contar com uma pensão com a qual pode  viver confortavelmente, e não são muitos os que tem economias  significativas.&lt;br /&gt;Mais e mais pessoas vivem um dia de cada vez,  com pouca noção do que o futuro pode reservar. AS pessoas da classe  média costumavam imaginar as suas vidas desdobradas em uma progressão  ordenada. Mas não é mais possível olhar para uma vida como uma sucessão  de estágios em que cada um é um passo dado a partir do último.&lt;br /&gt;No processo da destruição criativa, a escada foi  afastada, e para um número cada vez maior de pessoas, uma existência de  classe média não é mais sequer uma aspiração.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assumindo riscos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o capitalismo avançava, ele devolveu as  pessoas a uma nova versão da existência precária do proletariado de  Marx. As nossas rendas são muito maiores, e em algum grau nós estamos  protegidos contra os choques por aquilo que resta do Estado de bem-estar  social do pós-guerra.&lt;br /&gt;Mas nós temos muito pouco controle efetivo sobre  o curso das nossas vidas, e a incerteza na qual vivemos está sendo  piorada pelas políticas voltadas para lidar com a crise financeira.&lt;br /&gt;As taxas de juros a zero em meio a preços  crescentes querem dizer que as pessoas estão tendo um retorno negativo  de seu dinheiro, e ao longo do tempo o seu capital está se erodindo.&lt;br /&gt;&lt;div class="module "&gt;                         &lt;div class="box bx-quote"&gt;                            &lt;div class="content"&gt;                               &lt;div class="body"&gt;                                  &lt;blockquote&gt;                                     &lt;span class="start-quote"&gt;"&lt;/span&gt;Hoje, não existe o porto seguro. As rotações do mercado são tais que ninguém pode saber o que terá valor dentro de alguns anos.&lt;span class="end-quote"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="person"&gt;                                     &lt;div class="person-info"&gt;                                        &lt;div class="name"&gt;John Gray, filósofo político&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;A situação de muitas das pessoas mais jovens é  ainda pior. Para adquirir os talentos de que precisa, a pessoa tem de se  endividar. Já que em algum ponto será necessário se reciclar, é preciso  tentar economizar, mas se a pessoa está endividada desde o começo, esta  é a última coisa que ela poderá fazer.&lt;br /&gt;Não importa a sua idade, a perspectiva que a maioria das pessoas enfrenta é de uma vida de insegurança.&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que privou as pessoas da  segurança da vida burguesa, o capitalismo criou o tipo de pessoa que  vive a obsoleta vida burguesa. Nos anos 80, havia muita conversa sobre  valores vitorianos, e propagandistas do livre mercado costumavam  argumentar que ele traria de volta para nós os íntegros valores de  outrora.&lt;br /&gt;Para muitos, as mulheres e os pobres, por  exemplo, estes valores vitorianos podem ser bastante ilógicos em seus  efeitos. Mas o fato mais importante é que o livre mercado funciona para  corroer as virtudes que mantêm a vida burguesa.&lt;br /&gt;Quando as economias estão se perdendo, ser  econômico pode ser o caminho para a ruína. É a pessoa que toma pesados  empréstimos e não tem medo de declarar a insolvência que sobrevive e  consegue prosperar.&lt;br /&gt;Quando o mercado de trabalho está altamente  volátil, não são aqueles que se mantém obedientemente fiéis a sua tarefa  que são bem-sucedidos, e sim as pessoas que estão sempre prontas para  tentar algo novo e que parece mais promissor.&lt;br /&gt;Em uma sociedade que está sendo continuamente  transformada pelas forças do mercado, os valores tradicionais são  disfuncionais, e qualquer um que tentar viver com base neles está  arriscado a acabar no ferro-velho.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vasta riqueza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Olhando para um futuro no qual o mercado permeia  cada canto da vida, Marx escreveu no 'Manifesto Comunista': "Tudo que é  sólido se desmancha no ar". Para alguém que vivia na Grã-Bretanha no  início do período vitoriano - o Manifesto foi publicado em 1848 -, isto  era uma observação incrivelmente perspicaz.&lt;br /&gt;Naquela época, nada parecia mais sólido que a  sociedade às margens daquela em que Marx vivia. Um século e meio depois,  nos encontramos no mundo que ele previu, onde a vida de todo mundo é  experimental e provisória, e a ruína súbita pode ocorrer a qualquer  momento.&lt;br /&gt;&lt;div class="module "&gt;                         &lt;div class="image img-w304"&gt;&lt;img alt="Foto: AFP" height="171" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2011/09/06/110906155206_marx_riot_304.jpg" width="304" /&gt;&lt;div class="caption"&gt;Medidas de austeridade para reduzir dívida grega acabaram em revoltas&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;Uns poucos acumularam uma vasta riqueza, mas  mesmo isso tem uma característica evanescente, quase espectral. Na época  vitoriana, os muito ricos podiam relaxar, desde que eles fossem  conservadores com a maneira como eles investiam seu dinheiro. Quando os  heróis dos romances de Dickens finalmente recebem sua herança, eles  nunca mais fazem nada na vida.&lt;br /&gt;Hoje, não existe o porto seguro. As rotações do mercado são tais que ninguém pode saber o que terá valor dentro de alguns anos.&lt;br /&gt;Este estado de inquietação perpétua é a  revolução permanente do capitalismo, e eu acho que ele vai ficar conosco  em qualquer futuro que seja realisticamente imaginável. Nós estamos  apenas no meio do caminho de uma crise financeira que ainda deixará  muitas coisas de cabeça para baixo.&lt;br /&gt;As moedas e os governos provavelmente ficarão de  ponta-cabeça, junto de partes do sistema financeiro que nós  acreditávamos estar a salvo. Os riscos que ameaçavam congelar a economia  mundial apenas três anos atrás não foram enfrentados. Eles foram  simplesmente deslocados para os Estados.&lt;br /&gt;Não importa o que políticos nos digam sobre a  necessidade de controlar o déficit. Dívidas do tamanho das que foram  contraídas não podem ser pagas. Elas quase que certamente serão infladas  - um processo que está destinado a ser doloroso e empobrecedor para  muitos.&lt;br /&gt;O resultado só pode ser mais revoltas, em uma  escala ainda maior. Mas isto não será o fim do mundo, ou mesmo do  capitalismo. Aconteça o que acontecer, nós ainda teremos que aprender a  viver com a energia mercurial que o mercado emitiu.&lt;br /&gt;O capitalismo levou a uma revolução, mas não a  que Marx esperava. O feroz pensador alemão odiava a vida burguesa e  queria que o comunismo a destruísse. E assim como ele previu, o mundo  burguês foi destruído.&lt;br /&gt;Mas não foi o comunismo que conseguiu esta proeza. Foi o capitalismo que eliminou a burguesia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-7728235433655642398?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/7728235433655642398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/09/marx-pode-ter-errado-sobre-o-comunismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/7728235433655642398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/7728235433655642398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/09/marx-pode-ter-errado-sobre-o-comunismo.html' title=''/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-215407015147949870</id><published>2011-08-06T13:44:00.000-07:00</published><updated>2011-08-06T13:44:10.790-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Informática'/><title type='text'>Não é estupro se for na Globo</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #444444; font-family: Helvetica-Neue, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 0.95em; line-height: 23px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Há alguns meses a arroba mais influente do Twitter, como Rafinha Bastos gosta de ser chamado, foi duramente criticado por fazer uma piada sobre estupro dizendo que “mulher feia quando é estuprada deveria agradecer”. Além dos ataques no Twitter, o Ministério Público decidiu investigá-lo por conta da piadinha desrespeitosa e de péssimo gosto. Nada mais justo. Estupro ou qualquer outro tipo de abuso sexual é algo nojento e criminoso. Além disso, uma “piada” como essa fere a dignidade de quem já passou por essa situação e dos seus familiares. Eu tenho um caso de estupro na família e me sinto ofendido quando vejo alguém banalizando algo tão grave.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 0.95em; line-height: 23px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Paralelo a tudo isso, a nova sensação do sempre engraçadíssimo e inovador Zorra Total [/ironia] conta da história de uma transexual e sua amiga feia que andam em um metrô lotado e suas desventuras cotidianas. Tudo isso em meio a um bordão que se popularizou rapidamente:&amp;nbsp;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 15px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Ai, como eu tô bandida!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 0.95em; line-height: 23px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="http://eusoqueriaestudar.files.wordpress.com/2011/08/valeria-janete01.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #ac6c13; font-size: 15px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-214" height="299" src="http://eusoqueriaestudar.files.wordpress.com/2011/08/valeria-janete01.jpg?w=448&amp;amp;h=299" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; display: block; font-size: 15px; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;" title="valeria-janete01" width="448" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 0.95em; line-height: 23px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;O roteiro do quadro não muda: Janete encontra Valéria, elas comentam sobre a cirurgia de mudança de sexo de Valéria, fazem uma brincadeira de “você gosta?” – “gosto” até o infinito que irrita o telespectador e a personagem, Valéria dá meia dúzia de patadas e apelidos em Janete e, por fim, alguém abusa sexualmente de Janete no vagão lotado. Neste momento Valéria, muito debochada, diz pra amiga aproveitar o momento porque não é sempre que uma mulher como ela tem esse tipo de sorte. Ou seja, em meio a todas as claques e clichês que imperam no programa de sábado, ensinamos semanalmente que a mulher não deve reagir ou se ofender caso seja sexualmente abusada, e caso venha a sofrer um estupro, deve se sentir sortuda, pois nenhum homem gostaria de se envolver com uma mulher feia. Percebam que é exatamente a mesma piada que saiu da boca de Rafinha Bastos e foi absurdamente pisoteada. Porém na Globo sua projeção é outra, torna-se benéfico. Ignora-se o fato do desrespeito a dignidade. O pior de tudo: tal quadro alcança hoje 25 pontos no Ibope. Todo sábado a noite o mesmo roteiro ensina às mesmas pessoas que estupros e abusos sexuais são bençãos, e não devem ser denunciados.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 0.95em; line-height: 23px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Fica a pergunta: Qual a diferença do estupro de Rafinha Bastos e do estupro de Valéria e Janete? Nenhuma, salvo o poder de penetração da mensagem. Enquanto Rafinha atende a um público mais “elitizado” socio-culturalmente (afinal, ele é defensor do tal&amp;nbsp;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 15px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;‘humor inteligente’&lt;/em&gt;, apesar dos quilos de preconceito), o Zorra Total vai de encontro com um povo que provavelmente não teve acesso a informação e que utiliza na maioria das vezes a televisão como seu quadro negro involuntário. Os quadros subsequentes colocam a mulher como unicamente uma fêmea, um objeto sexual, ridicularizam o fato Presidência do Brasil estar nas mãos de uma mulher e passam uma hora semanal fazendo o retrógrado humor da mulher de pouca roupa, erotizando o telespectador.&amp;nbsp;Esse é o mesmo programa que ensina que estupro é o novo ‘casar e ter filhos’. É um humor machista e misógino. Eu sinceramente não acho a menor graça dessa bandidagem da Valéria.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 0.95em; line-height: 23px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Aos que não sabem: hoje no Brasil, 43% das mulheres brasileiras sofrem violência doméstica;&amp;nbsp;uma mulher é violentada a cada 12 segundos; a cada duas horas uma mulher é assassinada. E você vai continuar rindo disso?&lt;/div&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://eusoqueriaestudar.wordpress.com/2011/08/02/nao-e-estupro-se-for-na-globo/"&gt;http://eusoqueriaestudar.wordpress.com/2011/08/02/nao-e-estupro-se-for-na-globo/&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #444444; font-family: Helvetica-Neue, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 0.95em; line-height: 23px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-215407015147949870?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/215407015147949870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/08/nao-e-estupro-se-for-na-globo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/215407015147949870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/215407015147949870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/08/nao-e-estupro-se-for-na-globo.html' title='Não é estupro se for na Globo'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-6550048735157596872</id><published>2011-07-21T09:59:00.000-07:00</published><updated>2011-07-21T09:59:20.018-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='feminismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pornografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='esquerdismo'/><title type='text'>A pornografia é uma questão da esquerda</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Bitstream Charter', serif; font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="http://www.esnips.com/doc/76837fda-919b-4135-af91-db4eb8ea14db/Pornografia_celebra_violencia_contra_mulher" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #0066cc; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Feministas anti-pornografia&lt;/a&gt;&amp;nbsp;se acostumaram com os insultos da esquerda. Mais e mais somos informadas de que somos anti-sexo, pudicas, simplistas, politicamente ingênuas, diversionistas e tacanhas. Os críticos mais rudes, não hesitam em sugerir que a cura para esses males está em, como digamos, uma sólida experiência sexual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Além dos insultos, nós constantemente enfrentamos uma pergunta: Por que &amp;nbsp;perdemos o nosso tempo com a&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.esnips.com/doc/97a55b1b-0d68-48c5-858f-6f5df4040c36/O_lado_negro_da_pornografia" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #0066cc; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;questão da pornografia?&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Uma vez que somos anti-capitalistas e esquerdistas anti-imperialistas, bem como feministas, não devemos nos concentrar&amp;nbsp; nas muitas crises políticas, econômicas e ecológicas (guerra, pobreza, aquecimento global, etc)? Por que gastaríamos parte de nossas energias intelectuais e de organização ao longo das últimas duas décadas prosseguindo&amp;nbsp;&lt;a href="http://help.esnips.com/doc/f79a1ab4-28b5-42fe-adc1-1cb26fe93560/efeitos-da-pornografia" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #0066cc; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;na crítica feminista à pornografia e à indústria da exploração sexual?&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A resposta é simples: Nós somos contra a pornografia precisamente porque somos de esquerda, bem como feministas.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Como &amp;nbsp;esquerdistas, rejeitamos o sexismo e o racismo que satura o mercado de massa &amp;nbsp;contemporânea da pornografia.&amp;nbsp;&lt;a href="http://help.esnips.com/doc/bc145741-d1ae-4d0b-b0ca-a3f7639ba9c2/Manifesto-Antipornografia" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #0066cc; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Como esquerdistas, rejeitamos a mercantilização capitalista de um dos aspectos mais básicos de nossa humanidade.&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Como esquerdistas, rejeitamos a dominação das empresas de mídia e cultura. Feministas anti-pornografia não estão pedindo que a esquerda aceite uma nova maneira de olhar o mundo, mas em vez disso, argumentando por &amp;nbsp;consistência na análise e aplicação de &amp;nbsp;princípios.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Sempre pareceu-nos estranho que muitos da esquerda de forma consistente, &amp;nbsp;se recusam a se envolver em uma crítica sustentada e ponderada da pornografia. Tudo isso é particularmente desastroso num momento em que a esquerda está se debatendo para encontrar adesão por parte do público,&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;uma critica da pornografia baseada em uma análise feminista radical de esquerda que se contraponha aos direitistas moralistas, poderia ser parte de uma estratégia de organização eficaz.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Análise da mídia pela esquerda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Esquerdistas examinam a mídia como um local onde a classe dominante cria e impõe definições&amp;nbsp; e explicações do mundo.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;Sabemos que &amp;nbsp;notícias não são &amp;nbsp;neutras, que os programas de entretenimento são mais do que apenas diversão e jogos.&amp;nbsp;&lt;a href="http://todomundotemproblemassexuais.zip.net/index.html" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #0066cc; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Estes são lugares onde a ideologia é reforçada, onde o ponto de vista dos poderosos é articulado.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;Esse processo é sempre uma luta, as tentativas de definir o mundo pelas classes dominantes podem ser, e são, combatidos. O termo “hegemonia” é geralmente usado para descrever este sempre contestado processo, a maneira pela qual a classe dominante tenta assegurar controle sobre a construção de sentido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A crítica feminista da pornografia é consistente com – e, para muitos de nós, &amp;nbsp;se origina de – uma análise amplamente aceita na esquerda , &amp;nbsp;da ideologia&amp;nbsp; hegemônica&amp;nbsp; dos meios de comunicação,&amp;nbsp;&lt;a href="http://help.esnips.com/doc/4ce9e47a-cb98-42e0-8016-537ed22a8945/Making-womans-place-explicit_pornography-violence-and-the-internet" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #0066cc; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;levando à observação de que a pornografia está para o patriarcado assim como os comerciais de tv para o capitalismo.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;No entanto, quando a pornografia é o tema, muitos na esquerda parecem esquecer-se da teoria de Gramsci da hegemonia e aceitar o argumento de auto-defesa do pornógrafo de que a pornografia é mera fantasia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="http://arttemiarktos.files.wordpress.com/2011/05/72.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #0066cc; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-1428 alignleft" height="685" src="http://arttemiarktos.files.wordpress.com/2011/05/72.jpg?w=25&amp;amp;h=685" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: 0px; border-right-style: none; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-style: none; border-top-width: 0px; border-width: initial; display: inline; float: left; height: auto; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; margin-right: 24px; margin-top: 4px; max-width: 100%; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline; width: auto;" title="7" width="25" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;Aparentemente, a percepção comum da esquerda de que as imagens da mídia podem ser ferramentas para a legitimação da desigualdade, vale para uma análise da CBS ou&amp;nbsp; CNN,&amp;nbsp;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;mas evapora-se quando a imagem é de uma mulher tendo um pênis enfiado em sua garganta com tanta força que engasga. Nesse caso, por razões inexplicáveis, não devemos tomar a sério as representações pornográficas ou visualizá-los como produtos cuidadosamente construídos &amp;nbsp;dentro de um sistema mais amplo de gênero, raça e desigualdade de classe. O &amp;nbsp;valioso trabalho realizado pela crítica sobre a política da mídia de produção, aparentemente, não tem valor para a pornografia.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A pornografia é fantasia, de uma espécie. Assim como programas policiais na tv&amp;nbsp; que afirmam a nobreza da &amp;nbsp;polícia e promotores como protetores do povo são fantasia. &amp;nbsp;Assim como as histórias de Horatio Alger de que trabalho duro são recompensados no capitalismo são fantasias. Assim como os filmes onde o elenco árabe são todos terroristas, são uma fantasia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Todos esses produtos da mídia são criticados pela esquerda, precisamente porque o mundo de fantasia que eles criaram é uma distorção do mundo real em que vivemos&lt;/em&gt;. A polícia e promotores fazem, por vezes, a busca pela justiça, mas também reinforçam o regime dos poderosos. Os indivíduos no capitalismo prosperam &amp;nbsp;algumas vezes como resultado de seu trabalho árduo, mas o sistema não fornece a todos os que trabalham duro uma vida decente. Um pequeno número de árabes são terroristas, mas isso fica obscurecido na América branca quanto à humanidade da grande maioria árabe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Tais fantasias também refletem como os detentores do poder querem que as pessoas subordinadas se sintam. Imagens de negros felizes nas plantações fazem brancos se sentirem satisfeitos na sua opressão aos escravos. Imagens de trabalhadores satisfeitos acalmam os receios capitalistas de uma revolução&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;. E homens lidam com seus complexos sentimentos sobre a masculinidade contemporânea e sua tóxica mistura de sexo e agressão, buscando imagens de mulheres que gostam de dor e humilhação.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Por que tantos na esquerda parecem assumir que pornógrafos&amp;nbsp; operam num universo diferente do de outros capitalistas?&amp;nbsp;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Por que a pornografia seria a única forma de representação produzida e distribuída por empresas que não seria um veículo para legitimar a desigualdade?&amp;nbsp;&lt;/em&gt;Por que os&amp;nbsp; pornógrafos&amp;nbsp; seriam os capitalistas rebeldes à procura de subverter o sistema hegemônico?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Por que os pornógrafos são, frequentemente, os únicos com livre acesso na esquerda?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="http://arttemiarktos.files.wordpress.com/2011/05/13.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #0066cc; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-full wp-image-1436" height="432" src="http://arttemiarktos.files.wordpress.com/2011/05/13.jpg?w=50&amp;amp;h=432" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: 0px; border-right-style: none; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-style: none; border-top-width: 0px; border-width: initial; display: inline; float: left; height: auto; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; margin-right: 24px; margin-top: 4px; max-width: 100%; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline; width: auto;" title="1" width="50" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;Depois de anos enfrentando a hostilidade da esquerda em público e na imprensa, nós acreditamos que a resposta é óbvia&lt;strong style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;: o desejo sexual pode restringir a capacidade das pessoas para a razão crítica – especialmente em homens no patriarcado, onde o sexo não é só prazer,&amp;nbsp;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline; vertical-align: baseline;"&gt;mas sobre o poder&lt;/span&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Esquerdistas – especialmente os homens à esquerda – precisam superar a obsessão com escapismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Vamos analisar&amp;nbsp; a pornografia não como sexo,&amp;nbsp; mas como mídia. Onde é que se ligam?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A mídia corporativa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Críticas ao poder corporativo da mídia comercial são onipresentes na esquerda.&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Esquerdistas com diferentes projetos políticos podem se unir para condenar o controle dos conglomerados sobre notícias e entretenimento.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Devido à estrutura do sistema, é um dado que estas corporações criam programas que vão de encontro aos interesses dos anunciantes e elites, não das pessoas comuns.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;No entanto, ao discutir a pornografia, esta análise voa para fora da janela. Ouvindo muitos na esquerda defendendo a pornografia, poderíamos pensar que o material está sendo feito por artistas batalhadores que incansavelmente trabalham em sótãos só para nos ajudar a compreender os mistérios da sexualidade. Nada poderia estar mais longe da realidade.&amp;nbsp; A indústria da pornografia é apenas isso _uma indústria dominada por empresas de produção de pornografia que criam o material mainstream que corporações lucram distribuindo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;É fácil entender isso em troca de idéias entre os pornógrafos&amp;nbsp; _eles tem uma revista comercial&amp;nbsp; Adult Video News.&amp;nbsp; As discussões nela não tendem a se concentrar sobre o potencial transgressor da pornografia polissêmica dos textos sexualmente explícitos. Trata-se&amp;nbsp; _ que surpresa! _ de lucros. As histórias da revista não refletem uma consciência crítica sobre muita coisa, especialmente gênero, raça e sexo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Andrew Edmond – presidente e CEO da Flying Crocodilo, uma empresa de pornografia de US $ 20 milhões&amp;nbsp; – coloca sem rodeios: “Um monte de gente arranja distração do modelo de negócios (o sexo). É tão sofisticado e multifacetado quanto qualquer outro tipo de mercado. Operamos como qualquer empresa da Fortune 500.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;As empresas de produção – a partir de grandes produtores, como Larry Flynt Productions aos pequenos operadores fly-by-night – &amp;nbsp;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;atuam como corporações no capitalismo, buscando maximizar a sua cota de mercado e o seu lucro. Eles não consideram as necessidades das pessoas ou os efeitos dos seus produtos, mais do que outros capitalistas&lt;/em&gt;.&amp;nbsp;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Romantizar a pornografia faz tanto sentido quanto romantizar os executivos da Viacom ou da Disney.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="http://arttemiarktos.files.wordpress.com/2011/05/explc3adcita-gang-bang-thais-monteiro.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #0066cc; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-1438" height="327" src="http://arttemiarktos.files.wordpress.com/2011/05/explc3adcita-gang-bang-thais-monteiro.jpg?w=60&amp;amp;h=327" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: 0px; border-right-style: none; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-style: none; border-top-width: 0px; border-width: initial; height: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; max-width: 100%; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline; width: auto;" title="Explícita-Gang-Bang-Thais-Monteiro" width="60" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;Pornografia incrementa igualmente o lucro das grandes corporações de mídia. Hugh Hefner e Flynt tiveram que lutar par ganhar credibilidade dentro dos salões do capitalismo, mas hoje muitos das corporações lucram com a pornografia através da propriedade de empresas de distribuição a cabo e internet. &amp;nbsp;As grandes empresas que distribuem pornografia também distribuem mídia. Um exemplo é o NewsCop de Rupert Murdoch.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;NewsCop é o grande proprietário da DirectTv,&amp;nbsp; que vende mais filmes pornográficos do que Flynt.&amp;nbsp; Em 2000, o New York Times relatou que cerca de US$200 milhões de dólares é gasto por ano pelos 8,7 milhões de assinantes com a DirectTV. Entre News Corp &amp;nbsp;e outras explorações de mídia estão a Fox e redes de TV a cabo, a Twentieth Century Fox, o New York Post e TV Guide. Bem-vindo à &amp;nbsp;sinergia: &amp;nbsp;Murdoch também é proprietário da HarperCollins, que publicou o best seller&amp;nbsp; pornográfico de Jenna Jameson “How To Make Love Like a Porn Star”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Quando Paul Thomas aceitou o prêmio de melhor diretor na cerimônia de premiação &amp;nbsp;da indústria da pornográfica de 2005, ele comentou sobre a empresarialização do setor, brincando: “Eu costumava receber o pagamento em dinheiro dos italianos. &amp;nbsp;Agora eu sou pago com um cheque de um judeu… ” Ignorando as &amp;nbsp;cruas referências étnicas &amp;nbsp;(Thomas trabalha principalmente para a Vivid, cujo dono é judeu), o seu ponto era que o que antes era em grande parte uma multidão de negócios financiados agora é apenas uma outra empresa corporativa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Como a esquerda se sente &amp;nbsp;acerca de empresas corporativas? Queremos executivos ávidos por lucros corporativos construindo a nossa cultura?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Mercantilização&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Há muito que se compreendeu que um dos aspectos mais insidiosos do capitalismo é a mercantilização da tudo. Não há nada que não possa ser vendido no jogo capitalista de acumulação infinita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Na pornografia os riscos são ainda maiores, o&amp;nbsp; que está a ser mercantilizado é crucial para nosso sentido de self. Qualquer que seja a sexualidade ou pontos de vista sobre a sexualidade, praticamente todos concordam que é um aspecto importante da nossa identidade. Na pornografia e na indústria do sexo em geral, a sexualidade é mais um produto para ser embalado e vendido.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Quando essas preocupações são levantadas, os esquerdistas pró-pornografia, muitas vezes correm para explicar que as mulheres da pornografia escolheram esse trabalho. Embora&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;qualquer discussão sobre a escolha deva levar em consideração as condições em que se escolhe&lt;/em&gt;, não contestamos que as mulheres escolhem, e como feministas respeitamos a escolha e tentamos compreendê-la.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Mas, no melhor de nosso entendimento, ninguém na &amp;nbsp;esquerda defende a mídia capitalista – ou qualquer outra empresa capitalista -apontando &amp;nbsp;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;os trabalhadores como tendo consentido em fazer o seu trabalho.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;As pessoas que participam da produção de conteúdo de mídia ou qualquer outro produto, consentem em trabalhar em tais empresas. E daí?&amp;nbsp;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A crítica não é sobre os trabalhadores, mas sobre os proprietários e estrutura.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Olhe para a maior estrela da indústria Jenna Jameson, que parece controlar a sua vida empresarial. No entanto, em seu livro, ela relata que foi estuprada na adolescência e descreve as maneiras pelas quais os homens que passavam por sua vida a cafetinavam. Seu desespero por dinheiro também vem à tona quando ela tentava conseguir um emprego como stripper, mas parecia muito jovem _ela entrou num banheiro e tirou o aparelho dos dentes com um alicate. Ela também descreve o abuso de drogas e lamenta os muitos amigos na indústria que perdeu para as drogas. E esta é a mulher que se diz a mais poderosa da indústria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: red; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Entendemos que numa análise da esquerda, o foco não está nas decisões individuais sobre como sobreviver em um sistema que transforma tudo em mercadoria e retira-nos oportunidades significativas para controlar nossas vidas. É sobre a luta contra um sistema.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;Racismo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Como as formas mais gritantes e repelentes de racismo desapareceram da mídia,&amp;nbsp;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;a esquerda tem salientado que as formas sutis sustentam o racismo, e que sua constante reprodução através da mídia é um problema. Raça importa e representações raciais da mídia, importam.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A pornografia é o único gênero de mídia em que o racismo declarado é aceitável&lt;/em&gt;.&amp;nbsp; Não é racismo sutil, codificado, mas o antiquado racismo americano _&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;representações estereotipadas do garanhão negro do sexo masculino, a animalesca mulher negra, a latina quente, a gueixa asiática recatada&lt;/em&gt;. Fornecedores&amp;nbsp; de pornografia tem uma categoria especial, “inter-racial”, que permite aos consumidores exercer várias combinações de características raciais e cenários racistas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;O racismo do setor é tão abrangente que passa despercebido. Numa entrevista com o produtor do DVD “Black Bros and Asian Ho’s”, um de nós perguntou se ele já foi criticado pelo racismo da tais filmes. Ele disse: “Não, eles são muito populares.” Repetimos a pergunta: “Popular sim, mas as pessoas nunca criticam o racismo?” Ele olhou incrédulo; a questão aparentemente nunca passou pela sua cabeça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Num tour por lojas de material pornográfico fica claro que justiça racial não é central para a indústria. É típica a declaração em filmes do tipo “Black Attack Gang Bang”: “Minha missão é encontrar lindas bonequinhas brancas para serem metidas com força &amp;nbsp;por alguns grandes e duros paus negros .” Seria interessante ver esquerdistas pró-pornografia argumentando para um público não-branco que estes filmes não estão relacionados com a política de raça e supremacia branca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;O mercado de produtores como Vivid utilizam principalmente mulheres brancas, o rosto oficial da pornografia é predominantemente branco&lt;/em&gt;. No entanto, paralelamente a este gênero existe&amp;nbsp;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: red; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;um material mais agressivo em que as mulheres negras aparecem com mais freqüência.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;Como uma mulher negra na indústria nos disse: “Este é um negócio racista”, de como ela é tratada pelos produtores no dia-a-dia recebendo pagamento diferenciado nas negociações que ela tem no set.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Sexismo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;O mercado de massa contemporâneo da pornografia heterossexual _ a maior parte de mercado de material sexualmente explícito _ é um local onde um significado particular de sexo e gênero é criado e distribuído.&amp;nbsp;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: red; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A mensagem central da pornografia não é difícil de discernir: mulheres existem para o prazer sexual dos homens, de qualquer forma que os homens quiserem o prazer, não importando as conseqüências para as mulheres. Não se trata apenas das mulheres existirem para o sexo, mas elas existem para o sexo que os homens querem.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Apesar de ingênuas (ou falsas) as alegações sobre a pornografia como um veículo para a liberação sexual das mulheres, a maior parte da pornografia de massa é extremamente sexista.&amp;nbsp;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A partir da linguagem ofensiva usada para descrever as mulheres, do&amp;nbsp; papel subordinado, à própria prática dos atos sexuais _pornografia é implacavelmente misógina. Como a indústria “amadurece” o mais popular gênero desses filmes _chamado “gonzo”, continua a empurrar os limites da degradação e crueldade para com as mulheres.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;Diretores reconhecem que não tem certeza até onde isso vai chegar a partir do nível atual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Esta misoginia não é uma característica popular de alguns tipos de filmes, com base em três estudos sobre o conteúdo dos vídeos mainstreams/DVDs pornográficos dos últimos 10 anos,&amp;nbsp;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;concluímos que o ódio à mulher é fundamental na pornografia contemporânea.&lt;/em&gt;Tire todos os vídeos em que uma mulher é chamada de vadia, puta, piranha ou prostituta, e as prateleiras estariam quase vazias. Tire todos os DVDs em que uma mulher se torna o alvo do desprezo de um homem e não sobraria muito com o que sair.&amp;nbsp;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Mercado de massa da pornografia não celebra as mulheres e sua sexualidade, mas manifesta o desprezo pelas mulheres e celebra o ponto de vista de expressar sexualmente esse desprezo.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="http://arttemiarktos.files.wordpress.com/2011/05/100_2278.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #0066cc; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-1440" height="508" src="http://arttemiarktos.files.wordpress.com/2011/05/100_2278.jpg?w=50&amp;amp;h=508" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: 0px; border-right-style: none; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-style: none; border-top-width: 0px; border-width: initial; height: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; max-width: 100%; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline; width: auto;" title="100_2278" width="50" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;Os de esquerda, normalmente rejeitam as análises biológicas deterministas para a desigualdade. Mas a história do sexo na pornografia é a história do determinismo biológico.&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;O tema principal da pornografia é que as mulheres são diferentes dos homens e gostam de dor, humilhação, degradação, pois elas não merecem a mesma humanidade que os homens porque elas são um tipo diferente de seres. Na pornografia, não é apenas que elas queiram ser &amp;nbsp;fodidas de modo degradante, mas que elas necessitam.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Pornografia em última análise, conta historias sobre o lugar que pertence ás mulheres _abaixo dos homens.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A maioria da esquerda critica o patriarcado e rejeita o sistema de dominação masculina. Sexo é uma das arenas dessa luta contra a dominação e, portanto, uma arena de luta ideológica.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;Coloque a percepção da mídia junto com argumentos feministas sobre a igualdade sexual, e você terá um argumento antipornografia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A necessidade de uma análise consistente do poder&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Esquerdistas que de outra forma se orgulham dos sistemas de análise de estruturas do poder, se transformam em individualistas libertários extremistas quando o assunto é pornografia&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;. O sofisticado pensamento crítico que subjaz a melhor das políticas da esquerda&amp;nbsp;&lt;/em&gt;pode dar lugar a uma análise simplista, politicamente ingênua e diversionista que deixa a esquerda brincando de cheerleader para uma indústria exploradora. Nestes termos, não devemos analisar a ideologia da cultura e de como ela molda as percepções das pessoas sobre suas escolhas, e devemos ignorar as condições em que as pessoas vivem, pois tudo diz respeito a escolhas individuais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Uma crítica da pornografia não implica que a liberdade enraizada na capacidade do indivíduo de escolher não é importante, mas argumenta ao contrário, que estas questões não podem ser reduzidas a esse momento de escolha de um indivíduo.&amp;nbsp;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: red; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Em vez disso, temos que perguntar: &amp;nbsp;O que é liberdade significativa dentro de um sistema capitalista que é racista e sexista?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Esquerdistas têm sempre desafiado &amp;nbsp;a argumentação dos poderosos de que a liberdade consiste em aceitar um lugar em uma hierarquia. As feministas têm destacado que um dos sistemas de poder que nos constrange é o gênero.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Defendemos que esquerdistas que tomam a sério o feminismo devem reconhecer que a pornografia, juntamente com outras formas de exploração sexual &amp;nbsp;_principalmente de mulheres, meninas e meninos, pelos homens _ no capitalismo é incompatível com um mundo em que pessoas comuns podem assumir o controle dos seus próprios destinos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Essa é a promessa da esquerda, do feminismo, da teoria racial crítica, do humanismo radical – de todos os movimentos libertadores na história moderna.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;a href="http://arttemiarktos.files.wordpress.com/2011/05/wer.jpg" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #0066cc; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-1443" height="239" src="http://arttemiarktos.files.wordpress.com/2011/05/wer.jpg?w=239&amp;amp;h=239" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: 0px; border-right-style: none; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-style: none; border-top-width: 0px; border-width: initial; clear: both; display: block; height: auto; margin-bottom: 12px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px; max-width: 100%; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline; width: auto;" title="wer" width="239" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Gail Dines is a professor of American Studies at Wheelock College in Boston. She can be reached at&amp;nbsp;&lt;a href="mailto:gdines@wheelock.edu" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #0066cc; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;gdines@wheelock.edu&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Robert Jensen is a professor of journalism at the University of Texas at Austin. He can be reached at&amp;nbsp;&lt;a href="mailto:rjensen@uts.cc.utexas.edu" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #0066cc; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;rjensen@uts.cc.utexas.edu&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;They are co-authors with Ann Russo of Pornography: The Production and Consumption of Inequality. Both also are members of the interim organizing committee of the National Feminist Antipornography Movement. &amp;nbsp;For more information, contact&lt;a href="mailto:feministantipornographymovement@yahoo.com" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #0066cc; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;feministantipornographymovement@yahoo.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp; or go to&lt;a href="http://feministantipornographymovement.org/" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #0066cc; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;http://feministantipornographymovement.org/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;In&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.hustlingtheleft.com/CRAPP_E_LIB/leftissue.html" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #0066cc; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;http://www.hustlingtheleft.com/CRAPP_E_LIB/leftissue.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: navy; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Tradução &lt;a href="http://arttemiarktos.wordpress.com/2011/05/15/a-pornografia-e-uma-questao-da-esquerda/"&gt;Arttemia Arktos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-6550048735157596872?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/6550048735157596872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/07/pornografia-e-uma-questao-da-esquerda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/6550048735157596872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/6550048735157596872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/07/pornografia-e-uma-questao-da-esquerda.html' title='A pornografia é uma questão da esquerda'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-4661686780276120611</id><published>2011-06-04T06:28:00.001-07:00</published><updated>2011-06-04T06:28:11.940-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ateismo'/><title type='text'>O EVANGELHO SEGUNDO UM EX-CRENTE</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;img alt="" class="alignnone size-full wp-image-7295" height="605" src="http://viceland.virgula.uol.com.br/br/blog/wp-content/uploads/2011/04/FABIO-MARTON2.jpg" style="cursor: move; max-width: 100%; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="FABIO-MARTON2" width="624" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;E lá pelo seu 6200º dia,&amp;nbsp;&lt;a href="http://twitter.com/FabioMarton" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #054679; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 900; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" target="_blank"&gt;Fábio Marton&lt;/a&gt;&amp;nbsp;viu que Deus não era bom. “Faça-se o foda-se”, pensou, e o foda-se foi tacado. Ele chamou isso de&amp;nbsp;&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: italic; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Ímpio&lt;/em&gt;, seu livro debute e “o primeiro pró-ateu brasileiro”, lançado na última terça-feira pela editora LeYa. Trata-se de um antitestemunho de 221 páginas sobre os mais ou menos dez anos que passou frequentando algumas igrejas e nenhuma orgia, como&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.viceland.com/br/v1n0/htdocs/bible-babies-853.php" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #054679; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 900; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" target="_blank"&gt;pregador-mirim&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e prego-master, enxergando todo um nexo e sem nada de. Exato. Como todo fidelíssimo crente, enfim, hoje porém um ex. O porquê ele revelou em um questionamento. Único mandamento foi não spoilar [do anglo-saxão&amp;nbsp;&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: italic; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;spoiler&lt;/em&gt;, "não estragar a surpresa"], então sobre o exorcismo da mãe, tragédia, incesto e uma ressurreição nas proximidades do viaduto dos Autonomistas, em Osasco — tudo no livro –, falou pouco ou nada. O escrito é a profecia.&amp;nbsp;&lt;span id="more-7284" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Vice: Você virou as costas pra Deus, então.&lt;/strong&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Fábio Marton:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Sim.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Por quê?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Basicamente, é o seguinte: eu sou neto de um pastor da Assembléia de Deus, então a família inteira era crente Pentecostal do tipo“sai capeta!”, milagres e tal. Daí já queria entrar porque, sei lá, eu admirava ele quando criança. Virei ateu com 17 anos de idade. Foi por conta própria, não teve nenhum mentor pra me guiar nisso. Eu simplesmente falei: “Ah, não acredito”. Mas também não vou dar um spoiler do que exatamente aconteceu, porque é uma coisa gradual que vai acontecendo ao longo do livro. Enfim, tive muitas experiências bizarras por ser evangélico: falei em línguas estranhas, o que na época achei ser um milagre. Também achei que tinha ganhado um dente de ouro de Jesus, subi no telhado pra ver o mundo acabar… Mas tem uma história por si, pra quem não tá interessado em religião. Eu era nerd pra caralho, vivia sozinho, de repente tudo ficou uma desgraceira… Então acho que tem mais coisas que simplesmente religião, uma coisa de desenvolvimento mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Como foi essa libertação?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No começo foi maravilhoso. As coisas começaram a dar certo, porque antes eu achava que tudo ia cair do céu. Foi muito alívio.&amp;nbsp;Na verdade, eu tive umas recaídas, de ficar puto, xingar Deus… Mas agora não faz parte da minha vida, ficou esquecido já tem quase 16 anos. Mas ainda falo coisas tipo “pelo amor de Deus”, “Ai, Jesus!”. Tô nem aí.&amp;nbsp;Ah, teve um negócio com uma prima também, mas isso foi depois, quando me livrei de Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Você entrou com dez anos, né?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dez anos não na prima, na Igreja. [risos] Na verdade acho que foi mais ou menos com oito, porque minha mãe era católica e meu pai estava afastado, aí quando eu tinha uns oito anos ele resolveu voltar. Só que achou um pastor muito louco, que fabricava munição pra revólver e tinha um stand de tiro. Isso foi em Osasco. Como falei na capa, eu nasci em Osasco, mas não tenho culpa disso. [risos] Metade da história se passa em Osasco e metade em Curitiba.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Mas teve alguma mágoa envolvida nesse abandono.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não foi só isso, entende? É todo um processo de contradições, de pensar as coisas… Passei a adolescência super sozinho, tive tempo pra caralho pra pensar, então é toda uma sequência de coisas que levou a isso. Tem uma carga emocional sim, mas não foi simplesmente uma coisa impulsiva. Foram várias coisas que via que não estavam certas, que não estavam legais… Coisas que deram pra caber no livro, afinal. Mas foi um processo lento. Por que não virei ateu quando aconteceu a tragédia que está no livro? Porque não tava pronto pra isso. Foi um puta baque, uma puta desgraça, mas eu não tinha a concepção filosófica pra isso. É uma coisa filosófica virar ateu, não tem como virar ateu sem filosofia. No máximo você vira herege, sabe, enchendo o saco dos outros e ouvindo Marilyn Manson. É uma formação complexa, leva tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;E sobre a língua dos anjos, que é como chamam essas tais línguas estranhas…&lt;/strong&gt;Tem duas coisas. Primeiro, a Bíblia não menciona língua dos anjos porcaria nenhuma. Quando aparece Pentecostes, e é por isso que as igrejas são pentecostais, eles falavam línguas das pessoas, e as pessoas que eram estrangeiras reconheciam essas línguas. Isso é uma coisa. Outra coisa é que um estudioso americano, não lembro o nome dele agora, mas tá no livro, pesquisou línguas estranhas e descobriu que cada país do mundo, em cada região, fala uma língua estranha diferente. E ela sempre parece com a língua que as pessoas falam localmente, com os mesmos fonemas. Por exemplo: no japonês não existem várias letras, como o “V”, então você nunca vai ver um crente lá do Japão falando a letra “V”. A língua sempre se parece com a língua local, então existem várias línguas estranhas no mundo, cada país fala de um jeito. Ele conseguiu provar isso. A língua que eu falava, por exemplo, era uma que se falava nos anos 80 em São Paulo. Pelo que eu vejo os pastores falando hoje, é diferente. Então eles já começaram a falar outra língua estranha. É um bláblábá de outras pessoas que você fala igual. E se você for reconhecido como um crente dentre eles e começar a falar, eles vão achar isso lindo — vão achar que você foi batizado pelo Espírito Santo, entendeu? Você também vai achar. Mas não tem nenhum mistério nisso.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Tá no livro que você chegou a ser mini pastor.&lt;/strong&gt;Sim, subi pra pregar algumas vezes na igreja do pastor maluco e umas duas vezes na Assembléia de Deus. A igreja do pistoleiro tinha, sei lá, umas vinte pessoas. Era uma coisa minúscula. Mas preguei lá em cima. Não filmaram, né, não tinha YouTube nem nada mas eu ia lá e pregava.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Você era bom nisso?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Acho que eles consideravam bonitinho só, pra ser sincero. Eu era um moleque gordinho, nerd, com uma camisa social, pancinha apertada na camisa social. Era mais tipo “deixa eu apertar a bochecha do pastorzinho”. Não era uma coisa muito séria.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Aconteceu algum milagre durante as suas pregações?&lt;/strong&gt;Não, mas consegui ajudar a expulsar o demônio da minha mãe e também expulsaram um capeta meu uma vez.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Alguma hora você acha que pode acontecer algo que te faça voltar a crer?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sei lá o que vou ser no futuro. Já mudei de muitas ideias, mas essa foi uma que não mudei. Quando era crente não sabia que ia virar ateu, então não posso te dizer isso. Aparentemente, por tudo o que eu penso hoje, acredito que não. Se eu tivesse achando que com certeza estaria achando tudo aquilo pelo resto da vida, ainda seria religioso. Ainda teria uma idéia imutável das coisas, que é tudo perfeito. Não, não tenho. Só não tenho motivo nenhum pra acreditar. Mas não defendo essa idéia com unhas e dentes e vou calar minha mente pra qualquer coisa que possa surgir em contrário. Não é assim que sou. Eu era assim quando eu era crente – ouvia argumentos pró-ateu e calava essas idéias na minha cabeça porque eram coisas do Diabo, mas não faço isso mais hoje.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Você chegou a ter outra crença antes?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Antes de virar crente, quando meu pai tava afastado da igreja, minha mãe me levou a uma mãe de santo. Sabia que mãe de santo era coisa do capeta porque meu avô era pastor e falava isso.&amp;nbsp;É a parte que abre o livro — que, aliás, dá pra ler de graça na internet. E sei lá, eu tinha sete anos, e na minha cabeça tava disputando com a mãe de santo. Ela mandava as energias macumbeiras pro meu lado e eu mandava as energias de Jesus pro lado dela. Ficava rezando pra Jesus, pedindo pra ele me proteger da macumbeira. Até que ela falou: “Esse menino tem fé”. Pensei: “Haha, te peguei. Jesus é mais forte que suas macumbas”.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Afinal, é um livro contra o cristianismo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Eu dou o meu lado da história. Um menino pastor que virou ateu. Não acho que o cristianismo seja uma praga intelectual que vai destruir e tal, que o cristianismo seja igual à Inquisição. Você não entende o mundo Ocidental sem o cristianismo, e não só coisas ruins surgiram dele. A filosofia Iluminista é o cristianismo 2.0. Você pega coisas do tipo “amais uns aos outros” e transforma de maneiras filosóficas. Não sou contra o cristianismo, mas acho que ter uma religião cristã é desnecessário, justamente porque o cristianismo foi recriado enquanto filosofia. Você não precisa de Deus pra ser bom, não precisa de religião pra ser um cara decente. Só que não consigo ser cristão – não consegui ser – e acho que é perda de tempo ficar discutindo as coisas que eles discutem. Pra mim é só uma mitologia, é isso. E vejo todas por igual. Umbanda e Jesus, por exemplo, é quase a mesma coisa, só com uma moral diferente – na Umbanda você pode escolher o lado da força, por exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Enfim, o que você acha que os pastores, tipo o&amp;nbsp;&lt;a href="http://viceland.virgula.uol.com.br/br/blog/?p=5782" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #054679; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 900; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" target="_blank"&gt;Malafaia&lt;/a&gt;, vão achar do livro?&lt;/strong&gt;Queria que eles queimassem, uns dois mil de preferência. Mas quero que eles comprem pra poder queimar. [risos]&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: italic; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Pra saber onde comprar o livro e outros questionamentos, visite o&amp;nbsp;&lt;a href="http://impio.com.br/" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #054679; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 900; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" target="_blank"&gt;site dele&lt;/a&gt;. Também tem uma resenha feita pelo Raphael Fernandes&amp;nbsp;&lt;a href="http://contraversao.com/post/4919073105/tem-horas-que-so-o-ateismo-salva" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #054679; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 900; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;TEXTO E FOTO POR BRUNO B. SORAGGI&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Read the rest at Vice Magazine:&amp;nbsp;&lt;a href="http://viceland.virgula.uol.com.br/br/blog/?p=7284#ixzz1OJUIby1D" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #003399; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; font-weight: 900; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;O EVANGELHO SEGUNDO UM EX-CRENTE – Vice BR&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-4661686780276120611?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/4661686780276120611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/06/o-evangelho-segundo-um-ex-crente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/4661686780276120611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/4661686780276120611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/06/o-evangelho-segundo-um-ex-crente.html' title='O EVANGELHO SEGUNDO UM EX-CRENTE'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-2548647965495316017</id><published>2011-06-01T14:09:00.001-07:00</published><updated>2011-06-01T14:10:51.012-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='golpe militar'/><title type='text'>Déjà vu</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #232323; font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Helvetica, Arial, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://bulevoador.haaan.com/2011/06/01/deja-vu/deja-vu/" rel="attachment wp-att-23078" style="color: #73794f; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-23078" height="138" src="http://bulevoador.haaan.com/wp-content/uploads/2011/06/deja-vu.png" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; display: block; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="deja-vu" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="color: #ac1616; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; text-transform: uppercase;"&gt;ESQUERDA: 1 DE JUNHO DE 2011 – MARCHA DA FAMÍLIA – PARA TER A PÁTRIA LIVRE, VOU MARCHAR PELO BRASIL&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="color: #ac1616; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; text-transform: uppercase;"&gt;DIREITA: 19 DE MARÇO DE 1964 – MARCHA DA FAMÍLIA COM DEUS PELA LIBERDADE&lt;/h3&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;do site&amp;nbsp;&lt;a href="http://historiaupf.blogspot.com/2011/03/19-de-marco-de-1964-marcha-da-familia.html" style="color: #214f20; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;História UPF&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-image: url(http://bulevoador.haaan.com/wp-content/themes/bulelayout/images/fundo_quote.gif); background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 60px; padding-right: 10px; padding-top: 10px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Marcha da Familia com Deus, em apoio aos militares. Jornal do Brasil: Sexta-feira, 20 de março de 1964.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: right;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span id="more-23077" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://almanaque.folha.uol.com.br/brasil_20mar1964.htm" style="color: #214f20; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;[veja notícia da época, na Folha]&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-image: url(http://bulevoador.haaan.com/wp-content/themes/bulelayout/images/fundo_quote.gif); background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 60px; padding-right: 10px; padding-top: 10px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Na capital paulista, 500 mil pessoas participaram da Marcha da Família com Deus pela Liberdade em defesa da Constituição e das instituições democráticas brasileiras e de repúdio ao comunismo.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;A Marcha saiu da Praça da República ao som dos clarinetes dos Dragões da Força Pública, e chegou à Praça da Sé com os sinos de todas as igrejas repicando simultaneamente, enquanto a banda da Guarda Civil executava Paris Belfort, o hino da Revolução constitucionalista de 1932.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Falaram durante a concentração em frente à Igreja da Sé o Senador Auro de Moura Andrade, o deputado Herbert Levi, o Senador Padre Calazans, a Deputada Conceição da Costa Neves e outros oradores. O governador Carlos Lacerda, que assistiu a parte da concentração, disse que “São Paulo começou a salvar o Brasil”.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;(…)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;As principais faixas diziam: “Deputados patriotas, o povo está com vocês”; “Brizola: playboy de Copacabana”; “Reformas só dentro da Constituição”; “Basta de palhaçada, queremos Governo honesto”; “A melhor reforma é o respeito à lei”; “Senhora Aparecida iluminai os reacionários”.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Essa demonstração de massa foi, a olhos militares, o aval definitivo para o golpe de 1964.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;strong style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O aval que os militares precisavam&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;A Marcha foi uma resposta ágil e direta ao comício feito por João Goulart e os seus partidários na estação Central do Brasil, no centro do Rio de Janeiro.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Ele havia acabado de assinar o primeiro passo para a reforma agrária e o projeto que previa a encampação das refinarias particulares de petróleo. No palanque de 13 de março de 64, Miguel Arraes e Leonel Brizola também discursaram. Brizola foi o mais aplaudido.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Após deixar o governo, Jango exilou-se no Uruguai, e morreu na Argentina em 1976. Com o golpe de estado, os militares tomaram o poder e só o deixaram 21 anos depois.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;E hoje, quem brada é a ditadura da maioria tentando impor “limites à pluralidade”, assim como um dia a ditadura da minoria impôs limites à liberdade de expressão e de ir e vir, com o aval das alas conservadoras, executada por golpistas como Lacerda.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Hoje, a exaltação da pátria não é em nome da união do povo, mas em nome da “família brasileira” conservadora, família esta que, aparentemente, é somente definida por viabilidades reprodutivas e aprovada por golpistas como Bolsonaros e bancadas evangélicas.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-2548647965495316017?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/2548647965495316017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/06/deja-vu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/2548647965495316017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/2548647965495316017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/06/deja-vu.html' title='Déjà vu'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-1762075735577217919</id><published>2011-05-30T15:01:00.001-07:00</published><updated>2011-05-30T15:01:54.564-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ditadura'/><title type='text'>Quem torturou Dilma Rousseff?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="font: normal normal bold 30px/normal 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0.75em; position: relative;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="post-header" style="line-height: 1.6; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content" id="post-body-7659873774633348592" style="line-height: 1.4; position: relative; width: 586px;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="-webkit-box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.0976563) 1px 1px 5px; background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: rgb(238, 238, 238); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(238, 238, 238); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(238, 238, 238); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(238, 238, 238); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.0976563) 1px 1px 5px; color: #666666; float: left; margin-bottom: 0.5em; margin-right: 1em; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; position: relative; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-7WaWnow5_JY/TdwzGktSZOI/AAAAAAAAB3s/hYuvatoFPFM/s1600/FIG.-07-Cildo-Meireles-Inser%25C3%25A7%25C3%25B5es-em-circuitos-ideol%25C3%25B3gicos-Quem-matou-Herzog1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; color: red; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" height="262" src="http://1.bp.blogspot.com/-7WaWnow5_JY/TdwzGktSZOI/AAAAAAAAB3s/hYuvatoFPFM/s400/FIG.-07-Cildo-Meireles-Inser%25C3%25A7%25C3%25B5es-em-circuitos-ideol%25C3%25B3gicos-Quem-matou-Herzog1.jpg" style="-webkit-box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.0976563) 0px 0px 0px; background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-style: none; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; border-width: initial; box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.0976563) 0px 0px 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; position: relative;" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Na imagem, intervenção original, questionando morte de Herzog...&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma frase perturbadora aparece em cartazes e notas de dinheiro que circulam na cidade de São Paulo. "Quem torturou Dilma Rousseff?"&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A iniciativa, fomentada por um grupo de cinco estudantes de pós-graduação da Universidade de São Paulo (USP), é uma campanha para estimular o debate público sobre a abertura dos arquivos da ditadura militar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="-webkit-box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.0976563) 1px 1px 5px; background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: rgb(238, 238, 238); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(238, 238, 238); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(238, 238, 238); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(238, 238, 238); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.0976563) 1px 1px 5px; color: #666666; float: right; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 1em; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; position: relative; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-n3LDE-_bfsY/TdwzFDzNoxI/AAAAAAAAB3o/pSUOQ_lHONE/s1600/a444.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; color: red; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" height="281" src="http://1.bp.blogspot.com/-n3LDE-_bfsY/TdwzFDzNoxI/AAAAAAAAB3o/pSUOQ_lHONE/s400/a444.jpg" style="-webkit-box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.0976563) 0px 0px 0px; background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-style: none; border-color: initial; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; border-width: initial; box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.0976563) 0px 0px 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; position: relative;" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;...na contemporânea, dúvida quer abrir debate sobre arquivos da ditadura&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os criadores, que preferem não se identificar, utilizam carimbos para marcar as notas, à exemplo do ocorrido na década de 1970, quando o artista plástico Cildo Meirelles carimbava cédulas de cruzeiro com a pergunta "quem matou Herzog?". Vladmir Herzog foi um jornalista torturado e assassinado pelo regime militar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No site da campanha - quemtorturou.wordpress.com, os organizadores ensinam como aderir ao movimento, fazer seus carimbos e sugerem frases de outros mortos e torturados, como Alexandre Vanucchi Leme, Frei Tito, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com informações da Folha Online. Dica do&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.twitter.com/fernandinhobn" style="color: red; text-decoration: none;"&gt;@fernandinhobn&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-1762075735577217919?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/1762075735577217919/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/05/quem-torturou-dilma-rousseff.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/1762075735577217919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/1762075735577217919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/05/quem-torturou-dilma-rousseff.html' title='Quem torturou Dilma Rousseff?'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-7WaWnow5_JY/TdwzGktSZOI/AAAAAAAAB3s/hYuvatoFPFM/s72-c/FIG.-07-Cildo-Meireles-Inser%25C3%25A7%25C3%25B5es-em-circuitos-ideol%25C3%25B3gicos-Quem-matou-Herzog1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-6029201325679651365</id><published>2011-05-24T11:40:00.001-07:00</published><updated>2011-05-24T11:40:55.923-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Manifestaçoes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Palhaçada'/><title type='text'>AINDA SE HOMENAGEIA HITLER NA ÁUSTRIA E A DITADURA MILITAR EM SP</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;Por Celso Lungaretti, no blogue&amp;nbsp;&lt;a href="http://naufrago-da-utopia.blogspot.com/" style="color: blue; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Náufrago da Utopia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-XKpYisGuWDg/TdgZXSA94-I/AAAAAAAABlo/rGTmX8ysGD0/s1600/lacrimogenio.jpg" style="clear: left; color: blue; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-XKpYisGuWDg/TdgZXSA94-I/AAAAAAAABlo/rGTmX8ysGD0/s400/lacrimogenio.jpg" style="border-bottom-color: rgb(204, 0, 0); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-color: rgb(204, 0, 0); border-left-style: solid; border-left-width: 0px; border-right-color: rgb(204, 0, 0); border-right-style: solid; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-color: rgb(204, 0, 0); border-top-style: solid; border-top-width: 0px; padding-bottom: 4px; padding-left: 4px; padding-right: 4px; padding-top: 4px;" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;taghw&gt;O inestimável Carlos Lungarzo, da Anistia&amp;nbsp;&lt;a href="http://ousarlutar.blogspot.com/2011/05/ainda-se-homenageia-hitler-na-austria-e.html?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=feed&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FvhpL+%28Ousar+Lutar%21%21%21+Ousar+Vencer%21%21%21%29#" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; color: #cc0000; text-decoration: underline;"&gt;Internacional&lt;/a&gt;, foi o sexto signatário da petição&amp;nbsp;&lt;/taghw&gt;&lt;a href="http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N10044" style="color: blue; text-decoration: none;"&gt;&lt;u style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;Pela supressão dos elogios ao golpismo, à ditadura e ao terrorismo de Estado na página virtual da Rota&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo na abertura do seu comentário, tão relevante que vale a pena o reproduzirmos na íntegra, fez uma comparação com o que, para ele, seria o absurdo dos absurdos:&lt;br /&gt;&lt;blockquote style="line-height: 1.3em; margin-bottom: 1em; margin-left: 20px; margin-right: 20px; margin-top: 1em;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;Vocês já imaginaram caminhar por uma rua de Berlim e, de repente, encontrar uma estátua de Adolf Hitler??? Ou, então, consideram seriamente se seria possível existirem na prefeitura de Roma documentos oficiais elogiando Mussolini??? E lembrem que o prefeito de Roma é neofascista. Mas mesmo assim ele não teria coragem, nem permitiriam que fizesse isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado de São Paulo está na cabeça do mundo dos que louvam tiranos, torturadores, genocidas e terroristas de Estado. Vejam quantas ruas, pontes, praças, têm nomes dos assassinos da ditadura. Uma rua da cidade onde foi prefeito o atual governador tem o nome do psicopata que inventou o Opus Dei, aquela seita dos que se cortam a carne com correntes farpadas. Vivemos numa sociedade patológica, mas isso não é pretexto válido para a falta de ação do Judiciário e de outras autoridades. Tirem de uma vez esse site!!!&lt;span style="color: red; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;Não existe estátua de Hitler em rua nenhuma de Berlim, mas o execrável tirano continua sendo até hoje cidadão de honra da cidade austríaca de Amstetten.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;taghw&gt;Certo, não se trata de nenhuma metrópole. Com 52 km2 de área e 22,6 mil habitantes, Amstetten só teve sua existência notada fora da Áustria em outro contexto igualmente deplorável, como&amp;nbsp;&lt;a href="http://ousarlutar.blogspot.com/2011/05/ainda-se-homenageia-hitler-na-austria-e.html?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=feed&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FvhpL+%28Ousar+Lutar%21%21%21+Ousar+Vencer%21%21%21%29#" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; color: #cc0000; text-decoration: underline;"&gt;lar&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de Josef Fritzl, que escravizou e violou sua filha durante 24 anos.&lt;/taghw&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reverenciar a memória de um dos piores genocidas de todos os países e todos os tempos é pior ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo um vereador do partido verde, Raphael Lueger, autoridades municipais de Amstetten estão inteiradas da homenagem a Hitler mas nunca quiseram fazer nada para sua cassação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sempre disseram que a situação se subentende e que não é preciso uma revogação separadamente. Mas eu me pergunto: por que simplesmente não se revoga?", disse Lueger à imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, sob vara dos ecologistas e da mídia, o prefeito local promete tornar nula e sem efeito a homenagem conferida em 1939 ao grande ditador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;taghw&gt;Enquanto isto, em São Paulo, permanece intocada a homenagem que uma&lt;a href="http://ousarlutar.blogspot.com/2011/05/ainda-se-homenageia-hitler-na-austria-e.html?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=feed&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FvhpL+%28Ousar+Lutar%21%21%21+Ousar+Vencer%21%21%21%29#" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; color: #cc0000; text-decoration: underline;"&gt;corporação&lt;/a&gt;&amp;nbsp;paga com o dinheiro dos contribuintes presta a uma ignóbil ditadura no próprio portal do (dito democrático) Governo estadual.&lt;/taghw&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não são só umas poucas frases soltas e esquecidas, mas sim uma afirmação de princípios, que tem tudo a ver com as bárbaras agressões a manifestantes e jornalistas no sábado passado.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kJcV7Bo2ZiE/TS29-eu_C5I/AAAAAAAAbBw/U6xSI_0NJlI/s1600/salute_heil-hitler.jpg" style="clear: right; color: blue; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" height="260" src="http://1.bp.blogspot.com/_kJcV7Bo2ZiE/TS29-eu_C5I/AAAAAAAAbBw/U6xSI_0NJlI/s320/salute_heil-hitler.jpg" style="border-bottom-color: rgb(204, 0, 0); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-color: rgb(204, 0, 0); border-left-style: solid; border-left-width: 0px; border-right-color: rgb(204, 0, 0); border-right-style: solid; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-color: rgb(204, 0, 0); border-top-style: solid; border-top-width: 0px; padding-bottom: 4px; padding-left: 4px; padding-right: 4px; padding-top: 4px;" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A Rota sempre foi a unidade mais identificada com a ditadura militar, dentre todas da corporação. E é nesses deploráveis exemplos que se espelham os policiais militares quando agem exatamente como era regra nos anos de chumbo, cerceando a liberdade de expressão, massacrando cidadãos e vandalizando a cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;taghw&gt;Os que conspiram para a fascistização da&amp;nbsp;&lt;a href="http://ousarlutar.blogspot.com/2011/05/ainda-se-homenageia-hitler-na-austria-e.html?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=feed&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FvhpL+%28Ousar+Lutar%21%21%21+Ousar+Vencer%21%21%21%29#" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; color: #cc0000; text-decoration: underline;"&gt;sociedade&lt;/a&gt;&amp;nbsp;têm na Rota -- que no passado ajudou a derrubar um presidente da República e a esmagar a resistência à tirania, e no presente se vangloria impunemente dessas&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/taghw&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;proezas&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp; -- uma permanente fonte de inspiração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amstetten, pelo menos, promete cassar a homenagem a Hitler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o Governo Alckmin permanece de braços cruzados face à homenagem aos sucedâneos brasileiros de Hitler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;A PETIÇÃO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis a íntegra da&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N10044" style="color: blue; text-decoration: none;"&gt;&lt;b style="color: red;"&gt;petição&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;que ainda está recebendo assinaturas ( http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N10044 ) e será depois encaminhada à&lt;u&gt;&lt;b&gt;Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;:&lt;u&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="line-height: 1.3em; margin-bottom: 1em; margin-left: 20px; margin-right: 20px; margin-top: 1em;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;Já se passaram 25 anos desde que a ditadura militar foi para a lixeira da História, mas nada mudou na página virtual do 1º Batalhão de Polícia de Choque - Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tal batalhão orgulha-se de haver outrora ajudado a massacrar os paupérrimos revoltosos de Canudos e a reprimir o heróico levante do Forte de Copacabana.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pior ainda, faz questão de destacar que esteve presente na "Revolução de 1964, quando participou da derrubada do então Presidente da República João Goulart, apoiando a sociedade e as Forças Armadas, dando início ao regime militar com o Presidente Castelo Branco".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, como se ainda vivêssemos no Brasil de Médici, enxerga sua atuação nos anos de chumbo a partir de um aberrante viés totalitário:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Sufocado o foco da guerrilha rural no Vale do Ribeira, com a participação ativa do então denominado Primeiro Batalhão Policial Militar 'TOBIAS DE AGUIAR', os remanescentes e seguidores, desde 1969, de 'Lamarca' e 'Mariguela' continuam a implantar o pânico, a intranqüilidade e a insegurança na Capital e Grande São Paulo. Ataques a quartéis e sentinelas, assassinatos de civis e militares, seqüestros, roubos a bancos e ações terroristas. Estava implantado o terror".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Mais uma vez dentro da história, o Primeiro Batalhão Policial Militar “TOBIAS DE AGUIAR', sob o comando do Ten Cel SALVADOR D’AQUINO, é chamado a dar seqüência no seu passado heróico, desta vez no combate à Guerrilha Urbana que atormentava o povo paulista".&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidades/2011/05/manifestacao-contra-violencia-policial-acontece-neste-sabado-em-sp/image_home" style="clear: left; color: blue; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidades/2011/05/manifestacao-contra-violencia-policial-acontece-neste-sabado-em-sp/image_home" style="border-bottom-color: rgb(204, 0, 0); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-color: rgb(204, 0, 0); border-left-style: solid; border-left-width: 0px; border-right-color: rgb(204, 0, 0); border-right-style: solid; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-color: rgb(204, 0, 0); border-top-style: solid; border-top-width: 0px; padding-bottom: 4px; padding-left: 4px; padding-right: 4px; padding-top: 4px;" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote style="line-height: 1.3em; margin-bottom: 1em; margin-left: 20px; margin-right: 20px; margin-top: 1em;"&gt;&amp;nbsp;Nós, democratas de São Paulo e do Brasil, repudiamos a utilização do portal do governo paulista para manter vivo o culto ao golpismo, ao arbítrio, ao obscurantismo e à barbárie.&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="line-height: 1.3em; margin-bottom: 1em; margin-left: 20px; margin-right: 20px; margin-top: 1em;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não aceitamos que, tanto tempo depois da volta do País à civilização, ainda continuem no ar esses infames elogios à derrubada de um presidente legítimo e às ações repressivas executadas durante a vigência do terrorismo de estado, marcada por atrocidades, execuções covardes, estupro de prisioneiras, ocultação de cadáveres e o sem-número de outros crimes com que os déspotas intimidavam nosso povo, para mantê-lo subjugado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Exigimos a imediata reciclagem da página da Rota, suprimindo-se os conceitos, valores e juízos incompatíveis com o estado de direito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Repudiamos veementemente a omissão dos ex-governadores José Serra e Alberto Goldman, que nada fizeram para sanar tais aberrações, embora seus governos houvessem sido delas alertados. A falta de comprometimento com a democracia e a liberdade é ainda mais grave por terem sido ambos perseguidos pela ditadura militar. Não só faltaram com seu dever de democratas, como deixaram de honrar o próprio passado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E conclamamos o governador Geraldo Alckmin a dar um fim, de uma vez por todas, a tal entulho autoritário, que emascula seu governo e envergonha o povo paulista&lt;span style="color: red; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-6029201325679651365?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/6029201325679651365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/05/ainda-se-homenageia-hitler-na-austria-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/6029201325679651365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/6029201325679651365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/05/ainda-se-homenageia-hitler-na-austria-e.html' title='AINDA SE HOMENAGEIA HITLER NA ÁUSTRIA E A DITADURA MILITAR EM SP'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-XKpYisGuWDg/TdgZXSA94-I/AAAAAAAABlo/rGTmX8ysGD0/s72-c/lacrimogenio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-4705258319651569422</id><published>2011-05-23T08:03:00.001-07:00</published><updated>2011-05-23T08:06:22.049-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='frei betto'/><title type='text'>Os gays e a Bíblia - FREI BETTO</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É no mínimo surpreendente constatar as pressões sobre o Senado para evitar a lei que criminaliza a homofobia. Sofrem de amnésia os que insistem em segregar, discriminar, satanizar e condenar os casais homoafetivos. No tempo de Jesus, os segregados eram os pagãos, os doentes, os que exerciam determinadas atividades profissionais, como açougueiros e fiscais de renda. Com todos esses Jesus teve uma atitude inclusiva. Mais tarde, vitimizaram indígenas, negros, hereges e judeus. Hoje, homossexuais, muçulmanos e migrantes pobres (incluídas as “pessoas diferenciadas”...).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Relações entre pessoas do mesmo sexo ainda são ilegais em mais de 80 nações. Em alguns países islâmicos elas são punidas com castigos físicos ou pena de morte (Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Nigéria etc). No 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 2008, 27 países-membros da União Europeia assinaram resolução à ONU pela “despenalização universal da homossexualidade”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A Igreja Católica deu um pequeno passo adiante ao incluir no seu catecismo a exigência de se evitar qualquer discriminação a homossexuais. No entanto, silenciam as autoridades eclesiásticas quando se trata de se pronunciar contra a homofobia. E, no entanto, se escutou sua discordância à decisão do STF ao aprovar o direito de união civil dos homoafetivos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ninguém escolhe ser homo ou heterossexual. A pessoa nasce assim. E, à luz do Evangelho, a Igreja não tem o direito de encarar ninguém como homo ou hetero, e sim como filho de Deus, chamado à comunhão com Ele e com o próximo, destinatário da graça divina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;São alarmantes os índices de agressões e assassinatos de homossexuais no Brasil. A urgência de uma lei contra a violência simbólica, que instaura procedimento social e fomenta a cultura da satanização.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A Igreja Católica já não condena homossexuais, mas impede que eles manifestem o seu amor por pessoas do mesmo sexo. Ora, todo amor não decorre de Deus? Não diz a Carta de João (I,7) que “quem ama conhece a Deus” (observe que João não diz que quem conhece a Deus ama...).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Por que fingir ignorar que o amor exige união e querer que essa união permaneça à margem da lei? No matrimônio são os noivos os verdadeiros ministros. E não o padre, como muitos imaginam. Pode a teologia negar a essencial sacramentalidade da união de duas pessoas que se amam, ainda que do mesmo sexo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ora, direis, ouvir a Bíblia! Sim, no contexto patriarcal em que foi escrita seria estranho aprovar o homossexualismo. Mas muitas passagens o subtendem, como o amor entre Davi por Jônatas (I Samuel 18), o centurião romano interessado na cura de seu servo (Lucas 7) e os “eunucos de nascença” (Mateus 19). E a tomar a Bíblia literalmente, teríamos que passar ao fio da espada todos que professam crenças diferentes da nossa e odiar pai e mãe para verdadeiramente seguir a Jesus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há que passar da hermenêutica singularizadora para a hermenêutica pluralizadora. Ontem, a Igreja Católica acusava os judeus de assassinos de Jesus; condenava ao limbo crianças mortas sem batismo; considerava legítima a escravidão;e censurava o empréstimo a juros. Por que excluir casais homoafetivos de direitos civis e religiosos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Pecado é aceitar os mecanismos de exclusão e selecionar seres humanos por fatores biológicos, raciais, étnicos ou sexuais. Todos são filhos amados por Deus. Todos têm como vocação essencial amar e ser amados. A lei é feita para a pessoa, insiste Jesus, e não a pessoa para a lei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;FREI BETTO é escritor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-4705258319651569422?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/4705258319651569422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/05/os-gays-e-biblia-frei-betto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/4705258319651569422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/4705258319651569422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/05/os-gays-e-biblia-frei-betto.html' title='Os gays e a Bíblia - FREI BETTO'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-358649089108713506</id><published>2011-05-08T15:20:00.000-07:00</published><updated>2011-05-08T15:20:22.377-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='frei betto'/><title type='text'>Imbecilização Coletiva - Por Frei Betto</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Wxi4dRfESYQ/TccXG5JpahI/AAAAAAAAIm0/m5b_DytAN7E/s1600/OgAAAOJM9J4BcFURnQ3-ejnNuvHNjIqNVU9n9zYGs3pdfbLGlkvLL8EMMm-kFqeUgB0MpB8b71tHXRwCnD30YisOkCgAm1T1UEEOdW7kXiH24cKakAQDkWPEk6Ct.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="203" src="http://1.bp.blogspot.com/-Wxi4dRfESYQ/TccXG5JpahI/AAAAAAAAIm0/m5b_DytAN7E/s320/OgAAAOJM9J4BcFURnQ3-ejnNuvHNjIqNVU9n9zYGs3pdfbLGlkvLL8EMMm-kFqeUgB0MpB8b71tHXRwCnD30YisOkCgAm1T1UEEOdW7kXiH24cKakAQDkWPEk6Ct.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Ao viajar pelo Oriente mantive contatos com monges do Tibete, da  Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos,  recolhidos e em paz nos seus mantos cor de açafrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dia,  eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera  cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos,  geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado  café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro  café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: 'Qual dos dois  modelo produz felicidade?'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrei Daniela, 10 anos, no  elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foi à aula?' Ela  respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'. Comemorei: 'Que bom, então de  manhã você pode brincar, dormir até mais tarde'. 'Não', retrucou ela,  'tenho tanta coisa de manhã...'. 'Que tanta coisa?', perguntei. 'Aulas  de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu  programa de garota robotizada. Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não  disse: 'Tenho aula de meditação!'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis  livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de  ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me  preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho  ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'. 'Olha, uma  maravilha, não tinha uma celulite!' Mas como fica a questão da  subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, a  palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Trancado em seu quarto, em  Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma  preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é  virtual. Somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos  virtuais. E somos também eticamente virtuais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra hoje é  'entretenimento'. Domingo, então, é o dia nacional da imbecilização  coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no  palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não  consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o  resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, calçar este  tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!' O problema é  que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o  desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem  resiste, aumenta a neurose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande desafio é começar a ver o  quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante,  neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa  saúde mental, três requisitos são indispensáveis: amizades,  auto-estima, ausência de estresse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma lógica religiosa no  consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status  construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping  center. É curioso: a maioria dos shoppings centers tem linhas  arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de  qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali  dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de  rua, sujeira pelas calçadas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entra-se naqueles claustros ao  som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista.  Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis  objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar  à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado,  pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas  se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente,  terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o  mesmo suco e o mesmo hambúrguer do Mc Donald...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Costumo  advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas  fazendo um passeio socrático. Diante de seus olhares espantados,  explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça  percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o  assediavam, ele respondia: "Estou apenas observando quanta coisa existe  de que não preciso para ser feliz!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Frei Betto&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-358649089108713506?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/358649089108713506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/05/imbecilizacao-coletiva-por-frei-betto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/358649089108713506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/358649089108713506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/05/imbecilizacao-coletiva-por-frei-betto.html' title='Imbecilização Coletiva - Por Frei Betto'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Wxi4dRfESYQ/TccXG5JpahI/AAAAAAAAIm0/m5b_DytAN7E/s72-c/OgAAAOJM9J4BcFURnQ3-ejnNuvHNjIqNVU9n9zYGs3pdfbLGlkvLL8EMMm-kFqeUgB0MpB8b71tHXRwCnD30YisOkCgAm1T1UEEOdW7kXiH24cKakAQDkWPEk6Ct.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-7347471381299165279</id><published>2011-04-10T16:53:00.000-07:00</published><updated>2011-04-10T16:53:04.951-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tragédia'/><title type='text'>Tragédia em Realengo é caso de Saúde Pública.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;A violência que invadiu o bairro de Realengo pode deixar cicatrizes  profundas. Aos adolescentes e funcionários que sobreviveram à chacina  dos 12 alunos da Escola Municipal Tasso da Silveira, resta esperar que o  tempo cure o trauma. Crises de insônia, irritabilidade, taquicardia,  isolamento da realidade e reclusão social, por exemplo, são reações  normais e esperadas nos primeiros dois meses após o acontecido. É a  maneira que o cérebro encontra de processar a situação extrema pela qual  passou.&lt;br /&gt;Segundo psiquiatras ouvidos pelo site de VEJA, nos dois primeiros meses  sofre-se muito com algo similar à fase de luto. É nesse período que a  pessoa assimila o fato vivenciado, para melhor entendê-lo e, assim,  poder se recuperar de maneira plena. “O trauma agudo é esperado em  situações como essa. É normal que o a pessoa reaja, chorando muito,  tendo pesadelos, dificuldade para comer ou mesmo se retraindo”, afirma  Dirce Perissinotti, psiquiatra e integrante do Programa de Atendimento  às Vítimas de Violência e Stress da Universidade Federal Paulista  (Unifesp).&lt;br /&gt;O cérebro humano, apesar da gravidade do episódio, é capaz de lidar com  esse tipo de situação e reerguer-se sozinho. Por isso, os psiquiatras  avisam: não adianta forçar o início de uma terapia ou de conversas sobre  o assunto. A melhor ajuda é ser solidário e estar presente. “É  importante que esses jovens sejam observados, que eles tenham um  acompanhamento de pais e professores para que seja monitorado o  desenrolar da recuperação”, diz Antonio Geraldo da Silva, presidente da  Associação Brasileira de Psiquiatria.&lt;br /&gt;Se depois desses 60 dias, no entanto, os sintomas perdurarem, pode ser  sinal de algo mais grave. Em muitos casos, pode indicar a presença de um  problema que ganhou notoriedade em veteranos da Guerra do Vietnã e  sobreviventes do Holocausto: o transtorno de estresse  pós-traumático&amp;nbsp;(TEPT). Problema característico de quando se vivencia um  trauma muito grande, o TEPT possui características bastante definidas. É  comum, por exemplo, casos de &lt;em&gt;flashbacks&lt;/em&gt; recorrentes, nos quais  a pessoa revive de maneira extrema o fato que presenciou; medos  persistentes e incapacitadores de que o ocorrido venha a se repetir; e  uma constância de sonhos e pesadelos. “Estima-se que cerca de 10% dos  envolvidos evoluam para o transtorno de estresse pós-traumático. Uma vez  que a doença esteja estabelecida e diagnosticada, não há cura”, diz  Marcio Bernik, coordenador do Ambulatório de Ansiedade do Instituto de  Psiquiatria da Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;Mas Frank Ochberg, psiquiatra e consultor do FBI (polícia federal  americana), vai além. Segundo o médico, o desenrolar para o TEPT tem  raízes mais profundas na formação pessoal e na genética de cada um.  “Algumas crianças vêm de lares agressivos ou sofrem &lt;em&gt;bullying&lt;/em&gt;,  por exemplo. Tudo isso vai se somar à maneira como ela deve lidar com o  que aconteceu”, diz o especialista, que coordenou as ações da escola de  Columbine, nos Estados Unidos, após o massacre de 1999, em que 13  pessoas foram mortas e outras 25, feridas. Segundo ele, é preciso  prestar atenção a adolescentes que já têm uma tendência a problemas  psicológicos. Alguns, diz ele, já começam a manifestar nessa idade  problemas de saúde mental, como esquizofrenia, psicoses  maníaco-depressivas e transtornos bipolares. “Ao lado desses fatores, o  que aconteceu na escola pode ganhar proporções enormes na vida da  pessoa’, diz.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Volta às aulas –&lt;/strong&gt; O retorno às atividade corriqueiras,  incluído as aulas diárias na escola, é fundamental para a recuperação  das pessoas que sobreviveram à tragédia. “É de extrema importância que a  escola esteja preparada para receber os alunos de volta. Ela precisa  viver o luto, talvez com uma missa, com simbolismos ou mesmo com  momentos de silêncio em homenagem aos mortos e aos sobreviventes. Mas se  o aluno demorar para voltar para a escola, talvez ele não volte nunca  mais”, diz Bernik.&lt;br /&gt;E, uma vez que a rotina esteja retomada, o melhor a fazer é dar espaço e  tempo para que cada um se recupere no seu ritmo. “Não provoque  conversa, não force ninguém a falar. Isso pode só piorar. O mais  importante é mostrar apoio, solidariedade, deixar claro que a pessoa não  está sozinha, que ela tem pares. Isso vale para a escola, para a  sociedade e para a família”, diz Dirce Perissinotti.&lt;br /&gt;A escola, ao lado da família, detém um papel fundamental no período de  recuperação dos envolvidos. Segundo Frank Orchberg, a grande lição que  os Estados Unidos tiraram do massacre de Columbine recai sobre o diálogo  – ou a falta dele. E isso significa que a lacuna entre as duas gerações  deve ser vencida, para que alunos, professores, terapeutas,  administradores e seguranças escolares possam conversar entre si e,  enfim, se conhecer. “É o jovem quem sabe efetivamente o que está  acontecendo, quem sabe identificar qual o aluno que de fato pode  representar um problema”, diz Orchberg. Para o especialista, é o diálogo  contínuo, seja ele formal ou informal, que pode evitar que novas  tragédias voltem a acontecer – nos Estados Unidos, no Brasil ou em  qualquer outra cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Veja &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-7347471381299165279?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/7347471381299165279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/04/tragedia-em-realengo-e-caso-de-saude.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/7347471381299165279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/7347471381299165279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/04/tragedia-em-realengo-e-caso-de-saude.html' title='Tragédia em Realengo é caso de Saúde Pública.'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-900601938803922640</id><published>2011-04-01T11:32:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T11:32:15.754-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia'/><title type='text'>Ciência e senso comum</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;strong&gt;1. Será a ciência apenas “senso comum organizado”? &lt;/strong&gt;&lt;div class="text" id="resizable"&gt;&lt;div class="text-single"&gt; Ninguém duvida seriamente de que muitas das ciências particulares  existentes se desenvolveram a partir das necessidades práticas da vida  quotidiana: a geometria a partir de problemas de medição dos campos, a  mecânica a partir de problemas suscitados pelas artes arquitetônicas e  militares, a biologia a partir de problemas da saúde humana e da criação  de animais, a química a partir de problemas suscitados pelas indústrias  de tintas e de metais, a economia a partir de problemas de gestão  doméstica e de organização política, e assim por diante. É certo que  existiram outros estímulos para o desenvolvimento das ciências para além  daqueles que surgiram dos problemas das artes práticas. No entanto,  estes últimos tiveram, e ainda continuam a ter, um papel importante na  história da investigação científica. Nestas circunstâncias, os  comentadores da natureza da ciência que ficaram impressionados pela  continuidade histórica entre as convicções do senso comum e as  conclusões científicas, têm proposto por vezes que se diferencie ambas  através da fórmula que nos diz que as ciências são simplesmente senso  comum “organizado” ou “classificado”.&lt;br /&gt;Não há dúvida de que as ciências são corpos organizados de  conhecimento, e de que em todas elas uma classificação dos seus  materiais em tipos ou gêneros importantes (como a classificação dos  seres vivos em espécies na biologia) é uma tarefa indispensável. Mesmo  assim é claro que a fórmula proposta não exprime adequadamente as  diferenças características entre a ciência e o senso comum. Os  apontamentos de um conferencista sobre as suas viagens na África podem  estar muito bem organizados para o objetivo de comunicar informação de  uma maneira interessante e eficiente, sem que isso converta essa  informação naquilo a que historicamente se tem chamado ciência. Um  catálogo de um bibliotecário apresenta uma boa classificação de livros,  mas ninguém que respeite um pouco o sentido histórico da palavra dirá  que o catálogo é uma ciência. A dificuldade óbvia é a de que a fórmula  proposta não especifica que tipo de classificação é característica das  ciências.&lt;br /&gt;&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;2. Explicações científicas&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;Vamos então virar-nos para esta questão. Uma característica notável  de muita da informação que adquirimos ao longo da experiência comum é a  de que, embora essa informação possa ser suficientemente precisa dentro  de certos limites, ela raramente é acompanhada por qualquer explicação  que nos diga por que se deram os fatos alegados. Deste modo, as  sociedades que descobriram os usos da roda habitualmente não sabiam nada  sobre forças de fricção, nem sobre as razões que fazem com que os bens  colocados em veículos com rodas sejam transportados com mais facilidade  do que os bens arrastados pelo chão. Muitas pessoas aprenderam que era  aconselhável adubar os seus campos agrícolas, mas poucas se preocuparam  com as razões para agir assim. As propriedades medicinais de plantas  como a dedaleira foram reconhecidas há séculos, embora habitualmente não  se tenha oferecido qualquer explicação das suas virtudes benéficas.  Para além disso, quando o “senso comum” tenta dar explicações para os  seus fatos — como quando se explica o valor da dedaleira como  estimulante cardíaco através da semelhança entre a forma da flor e a do  coração humano — as explicações carecem frequentemente de testes sobre a  sua relevância para os fatos.&lt;br /&gt;É o desejo de explicações que sejam ao mesmo tempo sistemáticas e  controláveis através de dados factuais que gera a ciência, e é a  organização e classificação do conhecimento segundo princípios  explicativos que é o objetivo próprio das ciências. Mais  especificamente, as ciências procuram descobrir e formular em termos  gerais as condições sob as quais ocorrem acontecimentos de vários  géneros, sendo as proposições sobre essas condições determinantes as  explicações desses acontecimentos. Podem descobrir-se relações regulares  que abrangem vastos domínios de fatos, de tal forma que com a ajuda de  um pequeno número de princípios explicativos pode mostrar-se que um  número indefinidamente grande de proposições sobre esses fatos  constituem um corpo de conhecimento logicamente unificado. Esta  unificação assume por vezes a forma de um sistema dedutivo, como  acontece na geometria demonstrativa e na ciência da mecânica. Deste  modo, através de poucos princípios, como os que foram formulados por  Newton, consegue-se mostrar que proposições sobre o movimento da Lua, o  comportamento das marés, os percursos de projéteis e a subida de  líquidos em tubos estreitos estão intimamente relacionadas, e que todas  essas proposições podem ser rigorosamente deduzidas a partir desses  princípios em conjunção com várias informações sobre fatos.&lt;br /&gt;Explicar, estabelecer alguma relação de dependência entre proposições  que superficialmente não estão relacionadas, apresentar  sistematicamente conexões entre fragmentos de informação aparentemente  heterogêneos, são características próprias da investigação científica.&lt;br /&gt;&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;3. A indeterminação do senso comum&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;Muitas crenças quotidianas sobreviveram a séculos de experiência, o  que contrasta com o período de vida relativamente curto a que estão  frequentemente destinadas as conclusões avançadas em vários ramos da  ciência moderna. Uma das razões deste fato merece atenção. Consideremos  um exemplo de uma crença do senso comum, como a de que a água solidifica  quando é suficientemente resfriada.&lt;br /&gt;Se pudermos considerar este exemplo como típico, podemos dizer que a  linguagem em que o senso comum está formulado e é transmitido pode  exibir dois tipos importantes de indeterminação. Em primeiro lugar, os  termos da linguagem comum podem ser bastante vagos, no sentido em que a  classe das coisas designadas por um termo não está clara e rigorosamente  demarcada da classe das coisas que ele não designa. Em segundo lugar,  os termos da linguagem comum podem carecer de um grau de especificidade  relevante. Por esse motivo, as relações de dependência entre  acontecimentos não estão formuladas de uma maneira determinada com  precisão nas proposições que contêm esses termos.&lt;br /&gt;Devido a estas características da linguagem comum, o controle  experimental das crenças do senso comum é frequentemente difícil, já que  não pode traçar-se facilmente a distinção entre os dados da observação  que as confirmam e os que as refutam. Deste modo, a crença de que “em  geral” a água solidifica quando é suficientemente resfriada pode  corresponder às necessidades das pessoas cujo interesse pelo fenômeno do  resfriamento está circunscrito ao seu interesse em atingir os objetivos  habituais da sua vida quotidiana, apesar de a linguagem utilizada na  codificação desta crença ser vaga e carecer de especificidade. Essas  pessoas podem por isso não ver qualquer razão para modificar a sua  crença, mesmo que reconheçam que a água do oceano não congela, embora a  sua temperatura seja sensivelmente a mesma do que a água de um poço  quando começa a solidificar, ou que alguns líquidos têm de ser  resfriados a um grau maior do que outros para mudarem para o estado  sólido. Se forem pressionadas para justificar a sua crença perante estes  fatos, essas pessoas podem talvez excluir arbitrariamente os oceanos da  classe de coisas a que dão o nome de água, ou, como alternativa, podem  exprimir uma confiança renovada na sua crença, defendendo que seja qual  for o grau de resfriamento que possa ser necessário, os líquidos  classificados como água acabam por solidificar quando são resfriados.&lt;br /&gt;&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;4. A refutabilidade e instabilidade da ciência&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;Na sua procura de explicações sistemáticas, as ciências devem reduzir  a indeterminação indicada da linguagem comum ao remodelá-la. A química  física, por exemplo, não se satisfaz com a generalização, formulada de  uma maneira vaga, segundo a qual a água solidifica quando é  suficientemente resfriada, já que o objetivo desta disciplina é o de  explicar, entre outras coisas, por que a água e o leite que bebemos  congelam a certas temperaturas, embora a essas temperaturas não aconteça  o mesmo com a água do oceano. Para atingir este objetivo, a química  física deve então introduzir distinções claras entre vários tipos de  água e entre várias quantidades de resfriamento. Várias técnicas reduzem  a vagueza e aumentam a especificidade das expressões linguísticas. Para  muitos propósitos, contar e medir são as técnicas mais eficientes, e  talvez sejam também as mais conhecidas. Os poetas podem cantar a  infinidade de estrelas que permanecem no céu visível, mas o astrônomo  quer especificar o seu número exato. O artesão que trabalha com metais  pode ficar satisfeito por saber que o ferro é mais duro do que o chumbo,  mas o físico que quer explicar este fato tem de ter uma medida precisa  da diferença em dureza. Uma consequência óbvia, mas importante, da  precisão assim introduzida é a de que as proposições se tornam  suscetíveis de ser testadas pela experiência de uma maneira mais crítica  e cuidada. As crenças pré-científicas são frequentemente insuscetíveis  de ser sujeitas a testes experimentais definidos, simplesmente porque  essas crenças são compatíveis de uma maneira vaga com uma classe  indeterminada de fatos que não são analisados. As proposições  científicas, como têm de estar de acordo com dados da observação bem  especificados, enfrentam riscos maiores de ser refutadas por esses  dados.&lt;br /&gt;A maior determinação da linguagem científica ajuda a esclarecer o  fato de muitas crenças do senso comum terem uma estabilidade, que se  prolonga frequentemente por muitos séculos, que poucas teorias  científicas possuem. É mais difícil construir uma teoria que, depois de  confrontos repetidos com os resultados de observações experimentais  rigorosas, permanece inabalada, quando os critérios para o acordo que se  deve obter entre esses dados experimentais e as previsões derivadas da  teoria são exigentes do que quando esses critérios são vagos e não se  exige que os dados experimentais admissíveis sejam estabelecidos por  procedimentos cuidadosamente controlados. Na verdade, as ciências mais  avançadas especificam quase sempre o grau com que as previsões derivadas  de uma teoria se podem desviar dos resultados das experiências sem  invalidar a teoria. Os limites desses desvios permissíveis geralmente  são bastante reduzidos, de tal modo que certas discrepâncias entre a  teoria e a experiência que seriam vistas pelo senso comum como  insignificantes são frequentemente consideradas fatais para a adequação  da teoria.&lt;br /&gt;Por outro lado, embora a maior determinação das proposições  científicas as exponha a riscos de se descobrir que estão erradas  maiores do que aqueles que enfrentam as crenças do senso comum  (enunciadas com menos precisão), as primeiras têm uma vantagem  importante sobre as segundas. Elas têm uma capacidade maior para ser  incorporadas em sistemas de explicação amplos e claramente articulados.  Quando esses sistemas são adequadamente confirmados por dados  experimentais, revelam muitas vezes relações de dependência  surpreendentes entre muitos tipos de fatos experimentalmente  identificáveis, mas diferentes.&lt;br /&gt;&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;5. Conclusões&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;Nas diferenças entre a ciência moderna e o senso comum já  mencionadas, está implícita a diferença importante que deriva de uma  estratégia deliberada da ciência que a leva a expor as suas propostas  cognitivas ao confronto repetido com dados observacionais criticamente  comprovativos, procurados sob condições cuidadosamente controladas. Isto  não significa, no entanto, que as crenças do senso comum sejam  invariavelmente erradas, ou que não tenham quaisquer fundamentos em  fatos empiricamente verificáveis. Significa que, por uma questão de  princípio estabelecido, as crenças do senso comum não são sujeitas a  testes sistemáticos realizados à luz de dados obtidos para determinar se  essas crenças são fidedignas e qual é o alcance da sua validade.  Significa também que os dados admitidos como relevantes na ciência devem  ser obtidos através de procedimentos instituídos com o objetivo de  eliminar fontes de erro conhecidas. Deste modo, a procura de explicações  na ciência não consiste simplesmente em tentar obter “primeiros  princípios” que sejam plausíveis à primeira vista e que possam vagamente  dar conta dos “fatos” da experiência habitual. Pelo contrário, essa  procura consiste em tentar obter hipóteses explicativas que sejam  genuinamente testáveis, porque se exige que elas tenham consequências  lógicas suficientemente precisas para não serem compatíveis com quase  todos os estados de coisas concebíveis. As hipóteses procuradas devem  assim estar sujeitas à possibilidade de rejeição, que dependerá dos  resultados dos procedimentos críticos, inerentes à pesquisa científica,  destinados a determinar quais são os verdadeiros fatos do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="meta-info-block"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="meta-info" style="text-align: right;"&gt; &lt;span&gt;tradução:&lt;/span&gt; Pedro Galvão &lt;br /&gt;&lt;span&gt;fonte:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.didacticaeditora.pt/arte_de_pensar/leit_sensocomum.html"&gt;A arte de pensar&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;span&gt;original:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://books.google.com.br/books?q=The+Structure+of+Science" target="_blank" title="The Structure of Science"&gt;The Structure of Science&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nova Iorque, Harcourt, Brace &amp;amp; World, 1961  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-900601938803922640?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/900601938803922640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/04/ciencia-e-senso-comum.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/900601938803922640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/900601938803922640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/04/ciencia-e-senso-comum.html' title='Ciência e senso comum'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-1210469734146610350</id><published>2011-03-31T19:23:00.000-07:00</published><updated>2011-03-31T19:27:57.481-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Palhaçada'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="clear: left; float: left; line-height: 150%; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; margin-top: 2.4pt; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;#forabolsonaro Fora Bolsonaro! Na internet e nas ruas por um Brasil sem preconceitos!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 2.4pt 0cm;"&gt;&lt;a href="http://correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2011/03/forabolsonaro.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="http://correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2011/03/forabolsonaro.jpg" border="0" src="http://correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2011/03/forabolsonaro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 2.4pt 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 13.5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 13.5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:OfficeDocumentSettings&gt;   &lt;o:AllowPNG/&gt;  &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:EnableOpenTypeKerning/&gt;    &lt;w:DontFlipMirrorIndents/&gt;    &lt;w:OverrideTableStyleHps/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="&amp;#45;-"/&gt;    &lt;m:smallFrac m:val="off"/&gt;    &lt;m:dispDef/&gt;    &lt;m:lMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:rMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:defJc m:val="centerGroup"/&gt;    &lt;m:wrapIndent m:val="1440"/&gt;    &lt;m:intLim m:val="subSup"/&gt;    &lt;m:naryLim m:val="undOvr"/&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"  DefSemiHidden="true" DefQFormat="false" DefPriority="99"  LatentStyleCount="267"&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="0" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Normal"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="heading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="35" QFormat="true" Name="caption"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="10" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" Name="Default Paragraph Font"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="11" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtitle"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="22" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Strong"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="20" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="59" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Table Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Placeholder Text"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="No Spacing"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Revision"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="34" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="List Paragraph"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="29" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="30" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="19" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="21" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="31" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="32" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="33" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Book Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="37" Name="Bibliography"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" QFormat="true" Name="TOC Heading"/&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:10.0pt; mso-para-margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-fareast-language:EN-US;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Caros amigos,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O Deputado Jair Bolsonaro não tem vergonha de se dizer racista e homofóbico em rede nacional. Precisamos mostrar que nós não somos o Brasil retrógrado e preconceituoso que ele representa. Assine a petição agora pela lei anti-homofobia para ampliar direitos contra o preconceito e violência a todos os brasileiros:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Assine a petição!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O Deputado Jair Bolsonaro deu uma entrevista homofóbica e racista chocante em rede nacional -- expondo o preconceito terrível que ainda assombra o Brasil. Enquanto já existem leis que protegem pessoas contra a descriminação, pessoas trans, gays e lésbicas ainda não tem nenhuma proteção legal.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Somente no ano passado 250 pessoas foram assassinadas por serem trans ou homossexuais. A homofobia é real e ela mata. Mesmo assim não há lei que proteja pessoas GLBT da discriminação. Ainda se pode demitir alguém somente pela pessoa ser gay e a violência homofóbica não é punida como crime de preconceito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Vamos direcionar a nossa indignação contra o Bolsonaro em uma ação concreta, acabando com este ataque à igualdade. Vamos pressionar o Congresso a aprovar a lei anti-homofobia que irá salvar vidas inocentes e ampliar proteções para todos os brasileiros. A petição será entregue em uma marcha massiva em Brasília. Clique abaixo para assinar:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;http://www.avaaz.org/po/homofobia_nao/?vl&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O Brasil se orgulha em ter uma cultura aberta e tolerante, se colocando como líder na luta por proteções aos direitos humanos no mundo. Mas o nosso país é também um dos lugares mais perigosos do mundo para transexuais -- que sofrem uma violência brutal e execuções sumárias. Até mesmo o Deputado Jean Wyllys recebeu ameaças de morte por defender direitos GLBT no Congresso Nacional.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Nosso país sofre com uma mentalidade discriminatória retrógrada e perigosa que não reflete a sociedade que a maioria de nós quer.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;20 Deputados já pediram investigação sobre Bolsonoro pela quebra de decoro parlamentar por racismo. Agora nós precisamos de uma lei contra crimes de homofobia e violência contra a população GLBT do Brasil. Assine a petição abaixo por igualdade e justiça-- ela será entregue em Brasilia com a ajuda dos nossos amigos do All Out e grupos GLBT brasileiros:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;http://www.avaaz.org/po/homofobia_nao/?vl&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A Avaaz se mobilizou contra a legislação na Uganda que queria executar gays -- e a proposta foi derrotada! Nós estamos organizando uma campanha contra a prática brutal de estuprar mulheres para "curá-las" do lesbianismo. Agora chegou a hora de nós lutarmos contra a discriminação e violência aqui no nosso país.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Com esperança,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Emma, Graziela, Luis, Alice, Ben, Iain e toda a equipe Avaaz&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Leia mais:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Jair Bolsonaro dá entrevista polêmica no 'CQC', veja:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2011/03/29/jair-bolsonaro-da-entrevista-polemica-no-cqc-veja/&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Número de assassinatos de homossexuais bate recorde no País:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4881858-EI6578,00.html&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Grupo de parlamentares entrará com representação contra Bolsonaro por quebra de decoro:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/03/29/grupo-de-parlamentares-entrara-com-representacao-contra-bolsonaro-por-quebra-de-decoro-924120754.asp&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Bolsonaro rasga Constituição a cada frase, diz movimento gay:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5037642-EI7896,00-Bolsonaro+rasga+Constituicao+a+cada+frase+diz+movimento+gay.html&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Saiba mais sobre All Out, uma nova organização internacional de direitos GLBT:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;http://allout.org/pt/index&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;'Estou me lixando para movimento gay', diz Jair Bolsonaro:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5037535-EI7896,00-Estou+me+lixando+para+movimento+gay+diz+Jair+Bolsonaro.html&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-1210469734146610350?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/1210469734146610350/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/03/forabolsonaro-fora-bolsonaro-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/1210469734146610350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/1210469734146610350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/03/forabolsonaro-fora-bolsonaro-na.html' title=''/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-6351715587823793703</id><published>2011-03-31T19:07:00.000-07:00</published><updated>2011-03-31T19:07:16.277-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Palhaçada'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psol'/><title type='text'>Em nota, PSOL diz que Bolsonaro não pode se amparar na Constituição</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="http://2.bp.blogspot.com/-C546YUpvw4E/TZJTEn6nIZI/AAAAAAAAHD8/xmhbjuvinZ8/s1600/images.jpeg" src="http://2.bp.blogspot.com/-C546YUpvw4E/TZJTEn6nIZI/AAAAAAAAHD8/xmhbjuvinZ8/s1600/images.jpeg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O líder da bancada do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), deputado  federal Chico Alencar, divulgou uma nota em seu site oficial, nesta  quarta-feira, 30, sobre os comentários discriminatórios do deputado Jair  Bolsonaro, feitos na última segunda-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O deputado Bolsonaro (PP/RJ), com suas declarações racistas e  homofóbicas, não pode se amparar no art. 53 da Constituição, que garante  a inviolabilidade parlamentar por opiniões e palavras. Esta imunidade  não protege quem tem procedimento incompatível com o decoro parlamentar,  como reza o art. 55,&amp;nbsp; § 1º, da mesma Constituição. Racismo e homofobia  proclamados por parlamentar são claro abuso de prerrogativas asseguradas  a membro do Congresso Nacional. Pode dar cassação de mandato. Daí o  pedido de sindicância urgente sobre o dito pelo deputado, protocolado  por 19 deputados na Presidência da Casa, ontem à noite. A Corregedoria  precisa agir, já!&amp;nbsp; Não descartamos ir ao Conselho de Ética, caso haja  morosidade", disse.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-6351715587823793703?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/6351715587823793703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/03/em-nota-psol-diz-que-bolsonaro-nao-pode.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/6351715587823793703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/6351715587823793703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2011/03/em-nota-psol-diz-que-bolsonaro-nao-pode.html' title='Em nota, PSOL diz que Bolsonaro não pode se amparar na Constituição'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-C546YUpvw4E/TZJTEn6nIZI/AAAAAAAAHD8/xmhbjuvinZ8/s72-c/images.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-8053147110441510950</id><published>2010-11-30T18:04:00.001-08:00</published><updated>2010-11-30T18:04:51.970-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psol'/><title type='text'>Para acabar com a violência, é necessário acabar com os verdadeiros donos do tráfico de armas e de drogas.</title><content type='html'>&lt;div align="left" style="font-size: 14px; font-style: italic; padding-bottom: 15px;"&gt;          &lt;/div&gt;&lt;div align="left" style="background-color: #f0f0f0; color: #333333; font-size: 12px;"&gt;      &lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt;      &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Corrente Socialista dos Trabalhadores – CST/PSOL-Corrente interna do PSOL&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cenas que mais pareciam filmes de guerra, ou a  continuação do filme Tropa de Elite, versão 3. Desta vez ao vivo e a  cores. Eram tanques de guerra da Marinha, homens fortemente armados com  fuzis e metralhadoras, muitos já “treinados” na ocupação do Haiti. Uma  operação que contou com 2.600 homens da Policia Civil e Militar do  Estado, do Exército, Marinha e Corpo de Bombeiro. Os moradores passaram  por revistas e tiveram suas casas invadidas, muitos reclamaram da  truculência e intimidação policial.&lt;br /&gt;Foram apreendidas algumas dezenas  de armas, drogas e 20 presos, entre os quais não estão o chefe do  trafico do Alemão e nem da Vila Cruzeiro, que conseguiram fugir.&lt;br /&gt;Os  governos federal, estadual e municipal apostaram na ação e jogaram todo  seu peso em aparições e discursos que não escondiam seu objetivo de  marketing político. A mídia aplaudiu a ação, dizendo ser um marco de  “refundação” da cidade. Dilma já anunciou que as UPP’s são a política de  segurança pública que deve ser modelo em todo o país.&lt;br /&gt;Mas será mesmo que tal ação vai acabar com o tráfico de drogas e trazer a paz, tão desejada, aos lares cariocas?&lt;br /&gt;Em  2007, uma ação com 1.350 homens comandada pela Polícia Civil, Militar e  a Força Nacional de Segurança, tomaram o complexo de favelas do Alemão,  deixando o saldo de 23 mortos, entres os quais vitimas inocentes e com  denúncias de que várias destas mortes tenham sido execuções. &lt;br /&gt;No ano  de 2002, na Vila Cruzeiro, o estado instalou a unidade do Gpae  (Grupamento de Policiamento de Áreas Especiais), com 130 homens. &lt;br /&gt;Mesmo após essas incursões policiais, o tráfico logo voltou a atuar nestas áreas, mostrando serem soluções efêmeras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tráfico de drogas e de armas: um negócio bilionário em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tráfico internacional de drogas e de armas está entre os negócios  mais lucrativos do mundo, gerando bilhões e bilhões de dólares. São as  indústrias químicas as que fornecem os produtos para o processamento e o  refinamento das drogas. É a indústria bélica que fornece as armas  usadas pelos narcotraficantes. Armas produzidas e vendidas legalmente  nos EUA atravessam as fronteiras e chegam a nosso país.&lt;br /&gt;O dinheiro,  oriundo das ações ilícitas, passa por “operações comerciais e  financeiras” que, num passe de mágica transformam esse dinheiro “sujo”,  em dinheiro “limpo”. Ou seja, passam por contas bancárias e paraísos  fiscais, como se fosse dinheiro ganho legalmente.&lt;br /&gt;“Só de  dinheiro-negro procedente da droga devem circular no mundo em torno de  800 bilhões de dólares. Se você liga a droga aos negócios associados  como o tráfico de armas e de pessoas, aumenta este volume de negócio. E  não falamos do que se pode fazer com este dinheiro: uma pizzaria, um  hotel..., legais. A lavagem de dinheiro-negro entra no aparato de  circulação do sistema e proporciona emprego e gera atividades econômicas  que não são ilegais." (Felipe González - El País, 07).&lt;br /&gt;E o que fez o  governo Lula nos últimos oito anos para impedir a entrada de armas e  drogas e a lavagem de dinheiro do narcotráfico no país? &lt;br /&gt;Nossas  fronteiras, portos e aeroportos não recebem fiscalização suficiente; os  policiais civis e militares são mal remunerados. Em 2008, o governo  através de MP, destinou R$ 5 bilhões do Fundo Especial de  Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização  (FUNDAF) destinado a reequipar a Secretaria da Receita Federal, para  pagar a Dívida Pública. &lt;br /&gt;Em 2010, foram utilizados apenas 0,4% dos R$  24 milhões destinados ao programa de “Construção e Ampliação de Bases  Operacionais e Unidades da Polícia Rodoviária Federal”. E apenas 2,5%  dos R$ 3,6 milhões para o programa de “Monitoramento, Controle e  Fiscalização Eletrônica da Malha Rodoviária Federal”. E até agora dos R$  5 milhões programados nada foi aplicado para ação de “Implementação do  Projeto de Policiamento Especializado de Fronteira” (PEFRON).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baixos índices sociais, a corrupção e impunidade aumentam a violência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os baixos indicadores sociais (crise social = falta de emprego, saúde e  educação), somados à corrupção e à impunidade levam os jovens a ser mão  de obra para o tráfico e aumentam a violência.&lt;br /&gt;Do orçamento geral  da União de 2009, cerca de 35,57% foram destinados a pagar os juros e  amortizações da Dívida Públicas e apenas 4,64% foram destinados a saúde;  2,88% a educação; 0,01% a habitação; 0,08% a saneamento e 0,61% a  Segurança Pública. Estes são os dados de um país em que 65,5 milhões de  pessoas não têm recursos financeiros suficientes para garantir a  alimentação básica, segundo dados do PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra  de Domicílios). &lt;br /&gt;Metade dos jovens de todo o país, entre 15 e 17  anos estão atrasados em seus estudos. De acordo com o IBGE, apenas 49,2%  dos domicílios tem rede geral de esgoto. Os gastos em saneamento no  Brasil são 444 vezes menores que os gastos com a dívida pública. &lt;br /&gt;No  Rio de Janeiro, a educação do estado está entre as piores do Brasil, só  na frente do Piauí. Na região metropolitana do Rio de Janeiro um terço  dos jovens entre 15 e 17 anos estão desempregados. Jovens nesta idade  deveriam estudar, para mais à frente entrarem no mercado de trabalho.&lt;br /&gt;Hoje  existem mais de 1.000 favelas no Rio de Janeiro, cerca de 60% da  população vivem nestas áreas, que cresceram ao longo das décadas, diante  da ausência de políticas públicas e de um planejamento urbano. São  pessoas de bem, trabalhadores e trabalhadoras, jovens, crianças e  idosos, gente do povo.&lt;br /&gt;O que fez Cabral nos últimos quatro anos para  melhorar os indicadores sociais nas áreas de risco do estado? Lembremos  que o PMDB, partido do governador comanda este estado desde 1998.&lt;br /&gt;Aliado  aos péssimos indicadores sociais temos a polícia pior remunerada do  país, o que abre as portas para a corrupção. Temos um estado onde a  corrupção e o crime são inerentes às instituições do próprio regime,  gerando as Milícias, verdadeiras máfias, que crescem no interior do  Estado controlando boa parte das favelas cariocas, alvo de uma CPI,  presidida pelo deputado do PSOL/RJ Marcelo Freixo. Enquanto as UPP’s  (Unidade de Policia Pacificadora) como bem denuncia o deputado,  expressam uma concepção de Cidade que visa a preparação da Copa do Mundo  de 2014 e Olimpíadas de 2016. “O mapa das UPP’s é muito revelador: é o  corredor da zona sul, os arredores do Maracanã, a zona portuária e  Jacarepaguá, região de grande investimento imobiliário”. E não há uma  área de milícia que tenha UPP’s.&lt;br /&gt;Em um estudo realizado em 2009 pelo  Núcleo de Pesquisas das Violências (NUPEVI) da Universidade Estadual do  Rio de Janeiro revela um mapa das facções. O Narcotráfico controla 55,5%  (536 favelas) das 965 favelas do estado do Rio de Janeiro, enquanto 400  favelas são hoje controladas pelas Milícias, ou seja, 41,5% das  favelas. E 31 são consideradas neutras do controle dessas quadrilhas  (Publicada pelo Portal G1 de 10/11/209). Em 2006 as milícias controlavam  92 favelas, hoje como vemos já são 400. Um crescimento vertiginoso  durante o governo de Sérgio Cabral.&lt;br /&gt;Enquanto as ações se limitem ao  varejo da droga, não haverá soluções de fundo para impedir que drogas e  armas cheguem às favelas do Rio. Não há política social para impedir que  milhares de crianças e jovens sirvam como mão de obra barata para o  tráfico de drogas, gerando ainda mais violência, consumo de crack e  mortes entre os jovens, na maioria negros. &lt;br /&gt;As favelas não precisam  de tanques nem de armas, e sim investimentos sociais, escolas, postos de  saúde, saneamento básico, moradia digna e planejamento urbano. Mas  somente com pesados investimentos sociais será possível reverter esta  situação. Somente com o controle dos nossos portos e fronteiras e também  do sistema financeiro será possível acabar com a entrada de armas e  drogas no país. Junto com isso é necessária a descriminalização das  drogas. Enquanto Lula e Cabral continuarem governando de costas para o  povo, financiando a corrupção, a impunidade, tratando a pobreza como  caso de policia, e dedicando a maior parte do orçamento para pagar juros  aos banqueiros não haverá verdadeira paz nos lares cariocas nem nos  lares de todo o país.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-8053147110441510950?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/8053147110441510950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/11/para-acabar-com-violencia-e-necessario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/8053147110441510950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/8053147110441510950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/11/para-acabar-com-violencia-e-necessario.html' title='Para acabar com a violência, é necessário acabar com os verdadeiros donos do tráfico de armas e de drogas.'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-8429900801610133097</id><published>2010-11-27T12:16:00.000-08:00</published><updated>2010-11-27T12:16:08.338-08:00</updated><title type='text'>A batalha do Rio de Janeiro</title><content type='html'>&lt;table class="contentpaneopen"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="contentheading" width="100%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;         &lt;td align="right" class="buttonheading" width="100%"&gt;                  &lt;/td&gt;        &lt;td align="right" class="buttonheading" width="100%"&gt;         &lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table class="contentpaneopen"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td align="left" colspan="2" valign="top" width="70%"&gt;      &lt;span class="small"&gt;        &lt;/span&gt;&amp;nbsp;     &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td class="createdate" colspan="2" valign="top"&gt;          &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;    &lt;td colspan="2" valign="top"&gt;      &amp;nbsp;Canso de repetir: a criminalidade é intrínseca ao capitalismo. Porque as  molas mestras do capitalismo são a ganância, a busca do privilégio e da  diferenciação, e o consumismo.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Ter cada vez mais posses e recursos materiais. Competir zoologicamente  com os semelhantes, no afã de se colocar em situação superior à deles.  Mitigar todas as suas insatisfações adquirindo e desfrutando coisas.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;E se relacionando com os outros seres humanos como se eles fossem também coisas a serem desfrutadas; coisificando-os, enfim.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Com isto, nunca é preenchido por completo o vazio da irrealização,  sempre falta algo e sempre o que falta é mais importante do que o já  conquistado. O homem moderno é um Cidadão Kane que nunca encontra o  rosebud.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Pois os seres humanos só se realizam plenamente na coexistência  cooperativa, solidária, harmoniosa e amorosa com outros seres humanos.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;O capitalismo é um sistema perverso, que se alimenta do desequilíbrio e da desarmonia.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Que não garante a todos o necessário para todos, embora meios haja para tanto.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Que gera sempre, com uma secreção, seu exército industrial de reserva,  seus excluídos, seus miseráveis. Eles são o resultado da mais-valia, que  continua firme, forte e toda poderosa.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Apenas sofisticou-se, ocultando-se atrás dos hologramas projetados pela  indústria cultural; o grande truque do diabo é fingir que não existe.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;A mais valia continua dividindo a humanidade em exploradores e explorados.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Continua estabelecendo graduações entre os explorados, de forma que eles  mirem apenas o degrau superior e não a sociedade sem graduações nem  classes; que nunca vejam a floresta por trás das primeiras árvores.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;O dado novo é que alguns dos que estavam bem embaixo perceberam a  inutilidade de tentarem realizar seus sonhos consumistas subindo a  escada, degrau por degrau.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Descobriram atalhos para passar ao lado dos degraus e chegar logo ao  topo. Ironia da História: o capitalismo passou à fase das corporações,  da liderança compartilhada, tornando quase impossível que grandes  empreendedores ergam impérios do nada (Bill Gates é uma exceção que  confirma a regra), mas a criminalidade forneceu uma válvula de escape  para tais indivíduos.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Pablo Escobar foi o Henry Ford dos novos tempos. E outros não conhecemos  porque os neo-Escobares perceberam que não lhes convêm alardear seu  poderio.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Até certo ponto, os traficantes são complementares ao capitalismo:  fornecem aquilo de que muitos explorados necessitam para continuar  suportando sua existência insatisfatória.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Enquanto se comportam como empresários discretos e cumprem adequadamente  sua função de espantalhos, dificilmente são destruídos pelo Estado.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Mas, aqueles a quem os deuses querem destruir, primeiramente  enlouquecem. Então, às vezes, os traficantes também têm seus desvarios:  tentam oficializar a conquista simbólica de parcelas do território  brasileiro.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Porém, o Estado não pode consentir que o poder econômico da contravenção  ganhe ostensiva expressão política, substituindo-o às escâncaras.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Aí, com seu poder de fogo superior, convocando Exército, Marinha e  Aeronáutica se necessário, coloca os traficantes no seu lugar.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Morrem inocentes no fogo cruzado, o cidadão comum sofre prejuízos e  enfrenta transtornos, a indústria cultural fatura em cima das manchetes  empolgantes, eventualmente são presos ou mortos alguns grandes  traficantes.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;De quebra, a mentalidade policialesca ganha reforço e penetra mais fundo  na cabeça dos videotas: a repressão é o que nos salva de termos nossos  carros queimados!  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;E dá-lhe mais repressão, mais tropas de elite! A fascistização da sociedade vai avançando imperceptivelmente, naturalmente.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Antes, gatos escaldados por 1964, os mais sensatos queriam as Forças  Armadas longe das questões sociais, defendendo apenas o Brasil dos seus  inimigos externos. Agora, já se aplaudem os blindados da Marinha subindo  o morro.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;De toda essa tempestade de som e fúria, o que restará? O Estado vencerá  a　 Batalha do Rio de Janeiro. Que só não é de Itararé porque há mortos e  feridos. Mas, não decide guerra nenhuma.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Decidiria se os traficantes vencessem. Mas, eles nunca vencerão. Nem aqui, nem na Colômbia que os pariu.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;O Estado não quer, verdadeiramente, acabar com os traficantes.  Consentirá veladamente na sua reorganização, com novas lideranças  substituindo as tombadas, desde que respeitem os limites intrínsecos.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;A sova garantirá que eles se comportem por algum tempo. E, quando  botarem as manguinhas de fora, receberão nova sova. É simples assim.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Só teremos solução real quando identificarmos o verdadeiro inimigo (É o  capitalismo, idiota!). Que sobrevive erigindo em espantalhos os inimigos  menores, ou meros oponentes – Escobar, Castro, Bin-Laden, Saddam,  Chávez, Ahmadinejad, há sempre um na berlinda.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;E quando nos mobilizarmos para dar-lhe um fim, antes que - condenado  pela História e cada vez mais devastador em sua agonia - seja ele a nos  levar juntos para a destruição, ao aniquilar as bases naturais que  sustentam a vida humana no planeta.  &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Celso Lungaretti é jornalista e escritor. &lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Blog: &lt;a href="http://naufrago-da-utopia.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://naufrago-da-utopia.blogspot.com/&lt;/a&gt;  &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-8429900801610133097?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/8429900801610133097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/11/batalha-do-rio-de-janeiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/8429900801610133097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/8429900801610133097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/11/batalha-do-rio-de-janeiro.html' title='A batalha do Rio de Janeiro'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-7293830452349846409</id><published>2010-11-26T15:46:00.000-08:00</published><updated>2010-11-26T15:46:29.663-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psol'/><title type='text'>Para deputado Marcelo Freixo, as UPPs e os muros construídos nas favelas têm a mesma função: viabilizar as Olímpiadas</title><content type='html'>&lt;h1&gt;&lt;img alt="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2010/11/26/rio231.jpg" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2010/11/26/rio231.jpg" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/h1&gt;&lt;h1&gt;Ocupação militar das comunidades desencadeou ataques&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;Depois  de inúmeros arrastões e mais de 50 automóveis e ônibus incendiados por  traficantes no Rio de Janeiro, o governo do estado iniciou uma operação  que contará com equipamentos de guerra. Nesta quinta-feira (25), o  Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) recebeu o apoio de seis  tanques blindados da Marinha para intensificar as ações nas favelas  cariocas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o último domingo (20), 25 pessoas morreram e  outras 150 foram presas. A Secretaria de Segurança Pública informou que  22 mortes ocorreram em confrontos entre policiais e traficantes. Em  entrevista à Radioagência NP, o deputado estadual Marcelo Freixo  (Psol-RJ) afirma que a ação dos traficantes é um revide contra a  presença das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado  faz críticas à política de  segurança no estado e questiona a falta de combate ao tráfico de armas.  Ele afirma que as UPPs têm o objetivo de fazer uma ocupação militar  para facilitar a retirada dos moradores das áreas consideradas  importantes para a realização das Olimpíadas de 2016. A presidente  eleita Dilma Roussef anunciou que implantará esse modelo de policiamento  nos demais estados brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Radioagência NP: Marcelo, o atual clima de violência no Rio de Janeiro é uma surpresa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Marcelo  Freixo: Era previsível que alguma coisa pudesse acontecer no final do  ano, em função da reação à implementação das UPPs. A partir do momento  em que você tem uma perda de território por parte do varejo de drogas,  era um tanto quanto previsível que isso pudesse acontecer. Então, o  governo deveria estar mais preparado neste sentido.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Por que o governo não se preparou para essa situação?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O  governo se mostrou  frágil nessa percepção. Houve pouco investimento no setor de  inteligência, pouca gente trabalhando e com poucos instrumentos. Enfim,  sem o investimento adequado que o governo deveria ter feito nessa área.  Nesse sentido, temos não só uma ação violenta que deve ser enfrentada,  mas também algumas falhas claras na segurança pública que estão  aparecendo neste momento.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Que tipo de postura o governo deve assumir em ações dessa natureza?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nós  temos a tradição de uma polícia violenta e uma criminalidade com  armamento muito pesado no Rio de Janeiro. Num momento de crise como este  a Polícia deve estar na rua e algumas perdas são inevitáveis,  infelizmente. Mas ao longo do tempo o que poderia e ainda deve ser feito  é um enfrentamento ao tráfico de armas muito mais estratégico do que se  tem. Hoje temos um enfrentamento às favelas e não ao tráfico de armas.  Não tem nenhuma ação no que diz respeito à entrada  de armas, sobretudo na Baía de Guanabara e nas estradas. O  enfrentamento ao tráfico de armas é frágil, ocorre mais no destino do  que no caminho. E o destino é sempre o lugar mais pobre.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;O elavado número de mortos nas ações policiais demonstra uma fragilidade das UPPs?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As  UPPs representam um projeto de retomada militar de algumas áreas que  interessam a um projeto de cidade. Isso não é para acabar com o tráfico,  é para ter o controle militar de lugares que são estratégicos para a  cidade olímpica que se pretende.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Então podemos afirmar que a segurança dos jogos olímpicos é a prioridade do momento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As  UPPs, assim como as barreriras acústicas, as remoções e os muros de  favelas é um projeto olímpico de uma cidade que vai ser muito  excludente, uma cidade para poucos. Sabemos que o Rio vai passar por  esses problemas. Onde se faz uma cidade olímpica, também se fazem  cidades  não-olímpicas ao redor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-7293830452349846409?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/7293830452349846409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/11/para-deputado-marcelo-freixo-as-upps-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/7293830452349846409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/7293830452349846409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/11/para-deputado-marcelo-freixo-as-upps-e.html' title='Para deputado Marcelo Freixo, as UPPs e os muros construídos nas favelas têm a mesma função: viabilizar as Olímpiadas'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-6469564638491327321</id><published>2010-10-27T08:04:00.000-07:00</published><updated>2010-10-27T08:04:09.328-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='globalização'/><title type='text'>Esclarecimentos</title><content type='html'>Quando eu criei esse blog eu tinha 16 anos. Hoje tenho 21. Tinha pouca noção do que falava. Não que eu tenha plena noção hoje, ainda me considero uma aprendiz. Porém nos últimos dias tenho recebido comentários em postagens antigas, principalmente nos textos sobre Globalização. Então pensei, por que não refazer os textos sobre a Nova Ordem Mundial, agora com uma melhor visão, e tentando esclarecer melhor os pontos que segundos os comentários ficaram meio complexos?&lt;br /&gt;Tendo isto em mente. Em breve vocês terão os textos novamentes. Só peço um pouco de paciência pois estou em período de provas e me sobra pouco tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salud y Revolucion!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-6469564638491327321?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/6469564638491327321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/10/esclarecimentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/6469564638491327321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/6469564638491327321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/10/esclarecimentos.html' title='Esclarecimentos'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-6359250778301853548</id><published>2010-10-07T07:55:00.000-07:00</published><updated>2010-10-07T07:55:53.222-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eleições'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Palhaçada'/><title type='text'>Eleições 2010 e os aproveitadores da boa fé da crueldade evangélica</title><content type='html'>&lt;span&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;img alt="http://igrejadelavinia.files.wordpress.com/2010/09/atualid_politica_igreja2.jpg" height="255" src="http://igrejadelavinia.files.wordpress.com/2010/09/atualid_politica_igreja2.jpg" width="400" /&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por Rev. Sandro Amadeu Cerveira*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; Talvez eu tenha falhado como pastor nestas eleições. Digo isso porque  estou com a impressão de ter feito pouco para desconstruir ou no pelo  menos problematizar a onda de boataria e os posicionamentos “ungidos” de  alguns caciques evangélicos. [1]&lt;br /&gt;Talvez o mais grotesco tenham sido os emails e “vídeos” afirmando que  votar em Dilma e no PT seria o mesmo que apoiar uma conspiração que  mataria Dilma (por meios sobrenaturais) assim que fosse eleita e logo a  seguir implantaria no Brasil uma ditadura comunista-luciferiana pelas  mãos do filho de Michel Temer. Em outras o próprio Temer seria o  satanista mor. Confesso que não respondi publicamente esse tipo de  mensagem por acreditar que tamanha absurdo seria rejeitada pelo bom  senso de meus irmãos evangélicos. Para além da “viagem” do conteúdo a  absoluta falta de fontes e provas para estas “notícias” deveria ter  levado (acreditei) as pessoas de boa fé a pelo menos desconfiar destas  graves acusações infundadas. [&lt;a href="http://www.hospitaldalma.com/2010/07/o-cristao-verdadeiro-nao-deve-votar-na.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;2&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;A candidata Marina Silva, uma evangélica da Assembléia de Deus, até  onde se sabe sem qualquer mancha em sua biografia, também não saiu  ilesa. Várias denominações evangélicas antes fervorosas defensoras de um  “candidato evangélico” a presidência da república simplesmente  ignoraram esta assembleiana de longa data.&lt;br /&gt;Como se não bastasse, Marina foi também acusada pelo pastor Silas  Malafaia de ser “dissimulada”, “pior do que o ímpio” e defender,  (segundo ele), um plebiscito sobre o aborto. Surpreende como um líder da  inteligência de Malafaia declare seu apoio a Marina em um dia, mude de  voto três dias depois e a apenas 6 dias das eleições desconheça as  proposições de sua irmã na fé.&lt;br /&gt;De fato Marina Silva afirmou (desde cedo na campanha, diga-se de  passagem) que “casos de alta complexidade cultural, moral, social e  espiritual como esses, (aborto e maconha) deveriam ser debatidos pela  sociedade na forma de plebiscito” [&lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/marina+rebate+declaracoes+de+pastor+evangelico+silas+malafaia/n1237789584105.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;3&lt;/a&gt;], mas de fato não disse que uma vez eleita ela convocaria esse plebiscito.&lt;br /&gt;O mais surpreendentemente, porém foi o absoluto silêncio quanto ao  candidato José Serra. O candidato tucano foi curiosamente poupado.  Somente a campanha adversária lembrou que foi ele, Serra a trazer o  aborto para dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) [&lt;a href="http://blogdadilma.blog.br/2010/09/serra-e-o-unico-candidato-que-ja-assinou-ordens-para-fazer-abortos-quando-ministro-da-saude-2.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;4&lt;/a&gt;].  Enquanto ministro da saúde o candidato do PSDB assinou em 1998 a norma  técnica do SUS ordenando regras para fazer abortos previstos em lei, até  o 5º mês de gravidez [&lt;a href="http://www.cfemea.org.br/pdf/normatecnicams.pdf" rel="nofollow" target="_blank"&gt;5&lt;/a&gt;]. Fiquei intrigado que nenhum colega pastor absolutamente contra o aborto tenha se dignado a me avisar desta “barbaridade”.&lt;br /&gt;Também foi de estranhar que nenhum pastor preocupado com a  legalização das drogas tenha disparado uma enxurrada de-mails alertando  os evangélicos de que o presidente de honra do PSDB, e ex-presidente da  República Fernando Henrique Cardoso defenda a descriminalização da posse  de maconha para o consumo pessoal [&lt;a href="http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&amp;amp;id=856843&amp;amp;tit=FHC-e-intelectuais-pedem-legalizacao-da-maconha" rel="nofollow" target="_blank"&gt;6&lt;/a&gt;].&lt;br /&gt;Por fim nem Malafaia, nem os boateiros de plantão tiveram interesse em dar visibilidade à notícia veiculada pelo jornal a &lt;em&gt;Folha de S. Paulo&lt;/em&gt;  (Edição eletrônica de 21/06/10) nos alertando para o fato de que “O  candidato do PSDB à Presidência, José Serra, afirmou nesta segunda-feira  ser a favor da união civil e da adoção de crianças por casais  homossexuais.” [&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/754484-serra-se-diz-a-favor-da-uniao-civil-e-da-adocao-de-criancas-por-gays.shtml" rel="nofollow" target="_blank"&gt;7&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;Depois de tudo isso é razoável desconfiar que o problema não esteja  realmente na posição que os candidatos tenham sobre o aborto, união  civil e adoção de crianças por homossexuais ou ainda a descriminalização  da maconha. Se o problema fosse realmente o comprometimento dos  candidatos e seus partidos com as questões acima os líderes evangélicos  que abominam estas propostas não teriam alternativa.&lt;br /&gt;A única postura coerente seria então pregar o voto nulo, branco ou  ainda a ausência justificada. Se tivessem realmente a coragem que  aparentam em suas bravatas televisivas deveriam convocar um boicote às  eleições. Um gigantesco protesto a-partidário denunciando o fato de que  nenhum dos candidatos com chances de ser eleitos tenha realmente se  comprometido de forma clara e inequívoca com os valores evangélicos.  Fazer uma denúncia seletiva de quem está comprometido com a “iniquidade”  é, no mínimo, desonesto.&lt;br /&gt;Falar mal de candidato A e beneficiar B por tabela (sendo que B está  igualmente comprometido com os mesmo “problemas”) é muito fácil. Difícil  é se arriscar num ato conseqüente de desobediência civil como fez  Luther King quando entendeu que as leis de seu país eram iníquas.&lt;br /&gt;Termino dizendo que não deixarei de votar nestas eleições.&lt;br /&gt;Não o farei por ter alguma esperança de que o Estado brasileiro  transforme nossos costumes e percepções morais em lei criminalizando o  que consideramos pecado. Aliás tenho verdadeiro pavor de abrir esse  precedente.&lt;br /&gt;Não o farei porque acredite que a pessoa em quem votarei seja  católica, cristã ou evangélica e isso vá “abençoar” o Brasil. Sei, como  lembrou o apóstolo Paulo, que se agisse assim teria de sair do mundo.&lt;br /&gt;Votarei consciente de que os temas aqui mencionados (união civil de  pessoas do mesmo sexo, descriminalização do aborto, descriminalização de  algumas drogas entre outras polêmicas) não serão resolvidos pelo  presidente ou presidenta da república. Como qualquer pessoa informada  sobre o tema, sei que assuntos assim devem ser discutidos pela sociedade  civil, pelo legislativo e eventualmente pelo judiciário (como foi o  caso da lei de biossegurança) [&lt;a href="http://www.eclesia.com.br/revistadet1.asp?cod_artigos=206" rel="nofollow" target="_blank"&gt;8&lt;/a&gt;] com serenidade e racionalidade.&lt;br /&gt;Votarei na pessoa que acredito representa o melhor projeto político  para o Brasil levando em conta outras questões (aparentemente esquecidas  pelos lideres evangélicos presentes na mídia) tais como distribuição de  renda, justiça social, direitos humanos, tratamento digno para os  profissionais da educação, entre outros temas. (Ver Mateus 25: 31-46)  Estas questões até podem não interessar aos líderes evangélicos e  cristãos em geral que já ascenderam à classe média alta, mas certamente  tem toda a relevância para nossos irmãos mais pobres.&lt;br /&gt;__________________&lt;br /&gt;[1] As afirmações que faço ao longo deste texto estão baseadas em  informações públicas e amplamente divulgadas pelos meios de comunicação.  Apresento os links dos jornais e documentos utilizados para  verificação.&lt;br /&gt;*Matériaoriginalmente publicada no site &lt;a href="http://www.segundaigreja.org.br/noticias_view.asp?id=340" rel="nofollow" target="_blank"&gt;Segunda Igreja&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-6359250778301853548?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/6359250778301853548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/10/eleicoes-2010-e-os-aproveitadores-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/6359250778301853548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/6359250778301853548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/10/eleicoes-2010-e-os-aproveitadores-da.html' title='Eleições 2010 e os aproveitadores da boa fé da crueldade evangélica'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-858664669538398716</id><published>2010-10-01T05:32:00.000-07:00</published><updated>2010-10-01T06:10:18.509-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eleições'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Plínio de Arruda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psol'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='esperança'/><title type='text'>Plínio de Arruda Sampaio: Esperança</title><content type='html'>&lt;img alt="http://chicosantanna.files.wordpress.com/2010/07/plinio50idvisual2_page_006.png?w=350&amp;amp;h=283" height="322" src="http://chicosantanna.files.wordpress.com/2010/07/plinio50idvisual2_page_006.png?w=350&amp;amp;h=283" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;Plínio é um raio de Sol de esperança.&lt;br /&gt;Sem nenhum medo de pareçer rídicula, eu digo que ele me emocionou ontem na suas considerações finais.&lt;br /&gt;Um homem de 80 anos, acreditando veemente no futuro positivo do Brasíl.&lt;br /&gt;Um candidato que muito além de consquitar votos, consquista mentes.&lt;br /&gt;Acredito que todas as pessoas que o acompanharam publicamente durante esses meses de campanha, mesmo não votando nele, tiveram em suas mentes e em seus corações, plantado um pouquinho da semente do sonho do qual eu compartilho. De ver um mundo mais justo e igualitária, e acreditar que isso é possível.&lt;br /&gt;Quem disse que as pessoas não podem ter uma vida digna. Ao invés de ter apenas sua vida miseravél um pouco melhorada.&lt;br /&gt;Plínio é mudança. Não é melhoria.&lt;br /&gt;Plínio é esperança!&lt;br /&gt;Plínio é o futuro!!!&lt;br /&gt;Ora, que coisa mais contraditória. Um homem já na 3° idade, como alguns dizem com o "pé na cova" sendo entre todos, o único a falar de esperança e dias melhores de verdade.&lt;br /&gt;O recado foi direcionado pra juventude. Porque como ele mesmo disse, a juventude sim, pensa no futuro. Os outros não. Pensam no agora, no imediatismo. Por isso suas políticas refletem ações de curto prazo e que não mudam verdadeiramente a vida das pessoas. Apenas solucionam um problema presente.&lt;br /&gt;O futuro, que esperamos, é onde não seja necessário discutir se vai aumentar ou diminuir bolsa família, pois ela não será necessária. Todos terão possibilidade te gerar suas próprias rendas sozinhos.&lt;br /&gt;O futuro, é onde a educação não seja terçeirizada, havendo essa discrepância, onde ricos estudam de graça, e pobres precisam pagar ou serem pagos pelo estado pra estudar. Faculdade de livre acesso e de graça para todos!&lt;br /&gt;O futuro, é onde a concentração de renda nas mãos de menos de um terço da população não exista. E todos tenham condições de viver decentemente, e de sonhar, de ter tempo de lazer, cultura, esporte. Ao invés de viver sua vida inteira apenas correndo atrás de um status ou dinheiro que no fim nem poderá aproveitar.&lt;br /&gt;Dessa vida, não se leva nada.&lt;br /&gt;Pra que tanta concentração de renda, de bens?&lt;br /&gt;Plínio é essa esperança.&lt;br /&gt;E isso não é ser anti-democrático, como ele disse ontem, isso é a mais pura democracia.&lt;br /&gt;Acabar com a especulação imobiliária, colocar limite na propriedade de terra, diminuir a jornada de trabalho sem redução salarial. Acabar com essa mais-valia produzida em cima do suor dos trabalhadores mais pobres.&lt;br /&gt;Plínio, é a esperança.&lt;br /&gt;Posso retificar inúmeras vezes.&lt;br /&gt;Com consciência limpa e tranquila, dia 3 votarei no melhor candidato a presidência da República do meu País.&lt;br /&gt;Muitas pessoas dirão, mas ele não tem chance de ganhar, e eu digo, mas ele já ganhou.&lt;br /&gt;O processo eleitoral é passageiro. O que fica plantado nas pessoas é duradouro. Plínio sai vencedor desse processo imundo e injusto no qual ele só entrou por um único motivo, o mesmo que me move a ainda acreditar no futuro: amor as pessoas. fé nas pessoas. esperança nas pessoas.&lt;br /&gt;Enquanto algumas pessoas dizem, brasileiro tem os políticos que mereçem. Nos dizemos brasileiro precisa de conscientização política. É isso que nos faz entrar nesse processo. Amor as massas. Tentar resgatar um pouquinho da dignidade das pessoas, além da compra de voto, ou da sujeira que envolve tão claramente esse aparelho governamental. Brasileiro não tem os políticos que mereçem.&lt;br /&gt;Por que brasileiros mereçem um Plínio, um Chico Alencar entre outros, que pelos cantos, escondidos se tornam o óleo na água suja do congresso.&lt;br /&gt;Brasileiro, você mereçe esperança.&lt;br /&gt;E não apenas imediatismo e assistencialismo.&lt;br /&gt;Acreditamos em você e no seu potencial, você pode caminhar sozinho. Não precisa de ajuda pra isso.&lt;br /&gt;Não seguraremos nas suas mãos, mas abriremos o caminho, e faremos com que ele seja o menos espinhoso possível.&lt;br /&gt;Avante! Para a luta e para vitória!&lt;br /&gt;O sonho, não acaba dia 3!&lt;br /&gt;Você tem o poder de mudar além do processo eleitoral sua vida, sua rua, sua cidade, seu estado e seu país.&lt;br /&gt;Tenham esperança!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-858664669538398716?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/858664669538398716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/10/plinio-de-arruda-sampaio-esperanca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/858664669538398716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/858664669538398716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/10/plinio-de-arruda-sampaio-esperanca.html' title='Plínio de Arruda Sampaio: Esperança'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-4778292552707608167</id><published>2010-09-29T14:45:00.001-07:00</published><updated>2010-09-29T14:46:48.885-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Roriz'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasília'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Palhaçada'/><title type='text'>Dona Weslian Roriz e a vergonha alheia</title><content type='html'>&lt;div class="entry" style="font-family: Tahoma, Arial, sans-serif; font-size: 12px; text-align: left;"&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51) !important; font-size: 13px !important; letter-spacing: 0px !important; line-height: 17px !important; text-align: left;"&gt;Quatro vezes governador do Distrito Federal e ex-candidato às próximas eleições, Joaquim Roriz é o protagonista de uma história que mistura deboche, menosprezo pelas leis eleitorais e desrespeito com a própria mulher, dona Weslian. Depois que o Supremo Tribunal Federal chegou a um empate e não decidiu se legaliza ou não a candidatura de Roriz (o caso acabou arquivado hoje, no fim do dia), ameaçada por seu histórico nada limpo junto à Justiça, Roriz achou por bem renunciar e deixar, no seu lugar, “uma representante”. A escolhida foi “a amada mulher, companheira de 50 anos”, Weslian Roriz.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51) !important; font-size: 13px !important; letter-spacing: 0px !important; line-height: 17px !important; text-align: left;"&gt;No próximo domingo, o eleitor do DF que apertar o número de Roriz nas urnas verá a foto de Joaquim, mas estará escolhendo sua mulher. A estratégia do “Casal 20″ – uma referência ao número da legenda do PSC – foi considerada genial por uns, absurda por outros e ilegal por procuradores eleitorais do DF que tentam anular a candidatura de Weslian. Alegam que, se a prática se espalhar pelo país, haverá muito mais candidaturas-laranjas, institucionalizando uma fraude eleitoral que a legislação visa coibir.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51) !important; font-size: 13px !important; letter-spacing: 0px !important; line-height: 17px !important; text-align: left;"&gt;Weslian Perpétuo Socorro Roriz tem 67 anos. Está casada há 50 anos com Joaquim Roriz, com quem teve três filhas: Wesliane, Liliane e Jaqueline. Ao longo da carreira política do marido, dona Weslian foi a típica primeira-dama que distribuía cobertores à população carente do entorno de Brasília e se dedicava a ações sociais. Ela é conhecida nas cidades-satélites e ganhou a solidariedade de última hora de mulheres de outros candidatos que resolveram subir no palanque para lhe dar apoio.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51) !important; font-size: 13px !important; letter-spacing: 0px !important; line-height: 17px !important; text-align: left;"&gt;Católica praticante, Weslian tem aquele jeito de dona-de-casa apegada a valores tradicionais e opiniões que flertam com idéias pouco consistentes sobre a realidade. Foi o que se viu ontem à noite, no primeiro debate a que ela compareceu como candidata, promovido pela Rede Globo. Entre outras respostas “vagas”, dona Weslian garantiu que, no seu governo, nenhuma irregularidade será cometida, em vez de propor ações de combate à corrupção. Dá para acreditar?&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51) !important; font-size: 13px !important; letter-spacing: 0px !important; line-height: 17px !important; text-align: left;"&gt;O despreparo de dona Weslian, estranha à situação, ficou óbvio. Confesso que, primeiro, eu ri porque parecia piada a forma desencontrada como o debate se desenrolava quando era sua vez de responder ou perguntar. Depois, o riso cedeu à pena e, finalmente, veio minha revolta. “O Roriz não deveria ter exposto a mulher dele assim”, disse, já indignada, ao meu marido, que assistia ao debate comigo. Ela ficou exposta à piada, a um vexame televisionado, procurando falas nos papéis com etiquetas coloridas que lhe entregaram.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51) !important; font-size: 13px !important; letter-spacing: 0px !important; line-height: 17px !important; text-align: left;"&gt;Pensando bem, Weslian tem os mesmos defeitos de muitos candidatos espalhados pelo país. Não tem ritmo para ler parecendo natural. Não tem discurso convincente nem noção do tempo de um debate – algo realmente difícil até para políticos treinados. Ela conseguiu ser bem mais breve do que permitia o exíguo tempo dado para as respostas. Não tem forma nem conteúdo político. O que a difere dos demais candidatos que igualmente “pagam mico” em propagandas gratuitas na TV é que ela não estaria ali não fosse uma decisão do marido.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51) !important; font-size: 13px !important; letter-spacing: 0px !important; line-height: 17px !important; text-align: left;"&gt;Weslian tentou justificar sua candidatura ao perguntar para o candidato Toninho do PSOL se ele tinha alguma coisa contra esse ato “de solidariedade entre um casal”. Outra idéia romântica da realidade. Não considero solidariedade uma mulher bancar a laranja de uma empresa de fachada para o marido, por exemplo. Isso tem outro nome. É crime.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51) !important; font-size: 13px !important; letter-spacing: 0px !important; line-height: 17px !important; text-align: left;"&gt;Eu não tenho nada contra casais solidários, muito pelo contrário, mas ser companheira de 50 anos não faz de dona Weslian uma pessoa preparada para governar. Não vou aqui entrar no mérito do que dona Weslian aprendeu ou não com o marido, um veterano em eleições e escândalos. Quem quiser saber um pouco mais dele, entre nos links abaixo. Mas, ao colocar a própria mulher nessa situação, Joaquim Roriz revelou uma face lamentável do machismo, o machismo que expõe a companheira ao ridículo, que revela uma subserviência entre os sexos que ainda resiste, e que não se inibe ao ver a própria mulher tentando provar o improvável: que ela iria governar, caso eleita. O “casal 20″ trata o inusitado da situação como “uma prova de amor”.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51) !important; font-size: 13px !important; letter-spacing: 0px !important; line-height: 17px !important; text-align: left;"&gt;Não constam informações de que ela tenha se arrependido de ir ao debate – ainda. Ela até declarou que estava lá espontaneamente. Vai ver Weslian é dona de um humor que desconhecemos e achou graça de si mesma tentando bancar a candidata convicta. Dona Weslian estava bem maquiada, vestida e penteada. Uma senhora de ótima apresentação, sem dúvida. A fragilidade de sua exposição aniquilou até eventuais ataques dos adversários, que lhe trataram com deferência durante o debate, repetindo perguntas que ela não entendia e não debochando das respostas sem pé nem cabeça. Para quem não mora no DF e não a conhece, tem alguns vídeos na internet com trechos do debate. Compartilho um deles aqui.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51) !important; font-size: 13px !important; letter-spacing: 0px !important; line-height: 17px !important; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KG2rYHzk9pU?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/KG2rYHzk9pU?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 51, 51) !important; font-size: 13px !important; letter-spacing: 0px !important; line-height: 17px !important; text-align: left;"&gt;Pensem nas suas mães e nas suas avós que nunca quiseram ser candidatas e imagine-as participando de um debate político. E aí, o que você está achando de tudo isso?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-4778292552707608167?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/4778292552707608167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/09/dona-weslian-roriz-e-vergonha-alheia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/4778292552707608167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/4778292552707608167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/09/dona-weslian-roriz-e-vergonha-alheia.html' title='Dona Weslian Roriz e a vergonha alheia'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-391698988439899852</id><published>2010-09-22T19:10:00.000-07:00</published><updated>2010-09-22T19:10:25.005-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Roriz'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasília'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eleições'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficha Limpa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Palhaçada'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;img alt="http://www.tiririca2222.com.br/&amp;amp;files/downloads/jingles/SANTINHO_TIRIRICA.jpg" height="400" src="http://www.tiririca2222.com.br/&amp;amp;files/downloads/jingles/SANTINHO_TIRIRICA.jpg" width="279" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;Ver a propaganda eleitoral do Tiririca na televisão dá revolta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Não que eu não goste dele, pelo contrário, eu choro de rir com suas piadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Aconteçe que dessa vez não teve graça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Estava lendo esses dias no Correio Braziliense, e dizia que, a campanha do Tiririca e afins, são um aviso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Um aviso de que precisamos repensar o que foi feito da nossa política.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Política hoje em dia é sinônimo de palhaçada????&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;SIM.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Infelizmente, sim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Mas isso não deveria ser.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A conjuntura atual da política brasileira é uma vergonha para os políticos que um dia lutaram verdadeiramente por uma democracia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Eles devem estar a essa altura se revirando no túmulo com essas propagandas políticas bizarras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Não há, legalmente falando, nenhum critério que possa impedir essas pessoas de serem candidatas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;E é muito bom isso, já que a nossa constituição diz que todos devem ter direitos iguais, sem distinção de nenhuma natureza.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Aconteçe que os próprios tais candidatos deveriam ter a consciência de que suas candidaturas em si, são um péssimo exemplo e ridicularizam a política nacional.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A corrupção, é um fenômeno que ocorre em partes por isso. Pessoas despreparadas e sem nenhuma consciência do fato, resolvem fazer política. Esses são os alvos fáceis pra prática ilegal e corrupta dentro do aparelho governamental.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;O próprio Tiririca, antes mesmo de entrar, já demonstra um certo desvio de carater, pois já omitiu diversos bens no conselho fiscal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Agora partindo do cenário regional, do qual esta pessoa escreve. É mais triste ainda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Aqui (Brasília, Distrito Federal) não há candidatos bizarros como estes que vemos Brasil afora, porém aqui tem algo quase tão pior quanto isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Depois de tanta luta, corrida pra conseguir assinaturas, votos, e finalmente conseguir com que fosse aprovada a Ficha Limpa, vemos na capital do país, 38%&amp;nbsp; do eleitorado defendendo ferrenhamente um candidato totalmente inescrupuloso e corrupto! Que em sua própria defesa, em momento algum se diz inocente, apenas tenta se beneficiar de uma brecha constitucional para continuar a mesma política assistencialista e corrupta que desordeno, literalmente, o Distrito Federal inteiro, em todas as áreas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;É lamentavél ver no noticiario os manifestantes que em vez de estarem lutando pela implementação rígida da Lei Ficha Limpa, estão lutando a favor da candidatura de um político corrupto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Existem muitos Roriz e Tiriricas pelo nosso país.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Mas o único remédio para tais, seria uma conscientização em massa das pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;E e uma nova visão sobre a política, e o voto em si.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Eleições são de 4 em 4 anos, e precisamos usar esse período pra mostrar pras pessoas que política vai além dessa palhaçada que vemos todos os dias nesses meses de propaganda eleitoral. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-391698988439899852?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/391698988439899852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/09/ver-propaganda-eleitoral-do-tiririca-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/391698988439899852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/391698988439899852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/09/ver-propaganda-eleitoral-do-tiririca-na.html' title=''/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-2027655180876616728</id><published>2010-09-01T11:16:00.000-07:00</published><updated>2010-09-01T11:21:39.214-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Existencialismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nietzsche'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Deus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Materialismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sartre'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ateismo'/><title type='text'>Breve análise sobre Deus e a infantilidade do pensamento humano</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="http://2.bp.blogspot.com/_Xrf_8-f6Cv0/S_BnRfUurbI/AAAAAAAAAPA/-dqjQZ8NLvo/s400/apr3.jpg" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/_Xrf_8-f6Cv0/S_BnRfUurbI/AAAAAAAAAPA/-dqjQZ8NLvo/s400/apr3.jpg" width="400" /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Desde que o homem existe ele sempre buscou explicações para os fenômenos da natureza. Os antigos certamente perceberam que os fenômenos eram regidos por leis naturais, porém quase nunca sabiam explicá-las. De certa forma temos aí uma boa explicação para o fato do homem ser místico e buscar explicações para os fenômenos desconhecidos nas divindades e supertições. Não há dúvida de que o desconhecimento científico do homem primitivo levou-o a ser extremamente supersticioso, o que ainda ocorre na atualidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 14" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 14" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CUsers%5CBrisa%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CUsers%5CBrisa%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CUsers%5CBrisa%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-520092929 1073786111 9 0 415 0;}@font-face	{font-family:"Trebuchet MS";	panose-1:2 11 6 3 2 2 2 2 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Times;	panose-1:2 2 6 3 5 4 5 2 3 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-536859905 -1073711039 9 0 511 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}p	{mso-style-noshow:yes;	mso-style-priority:99;	mso-margin-top-alt:auto;	margin-right:0cm;	mso-margin-bottom-alt:auto;	margin-left:0cm;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:12.0pt;	font-family:"Times New Roman","serif";	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoPapDefault	{mso-style-type:export-only;	margin-bottom:10.0pt;	line-height:115%;}@page WordSection1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.WordSection1	{page:WordSection1;}--&gt;&lt;/style&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Vemos hoje ainda, pessoas que acreditam que fenômenos naturais, físicos ou ambientais são obra de Deus. Mas o que é Deus? Segundo o Wikpédia Deus é expressado como Criador do Universo, logo se percebe pela imparcialidade da resposta hehe que a pessoa que editou esse artigo crê na existência de Deus. Segundo Nietzche Deus está morto, seja lá quem ele seja. Para Sartre &lt;span style="color: black;"&gt;não há Deus, não há nenhum criador do homem e nem tal coisa como um concepção divina do homem de acordo com a qual o homem foi criado.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Só que isso foi um choque muito grande em épocas passadas para o homem que estava acostumado a acreditar em divindades de toda espécie. Derrepente o homem foi jogado na realidade e descobriu que em sua existência não havia nenhuma obra divina. Ele simplesmente existia e ponto. Mas por quê? Pra quê? E como? Muitas perguntas, e as respostas (hipóteses) científicas para tais não confortaram os homens. O que os fazem até hoje buscar essas respostas na religião. É mais fácil acreditar sem perscrutar.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Outro grande filósofo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;é Feuerbach, que também era teólogo (pasmem!), ele explicou como o homem faz a projeção do que há de melhor em si neste ser imaginário que é deus. E&amp;nbsp; ele afirma que o amadurecimento do homem se dá com a perca da infantilidade de fazer essa projeção. Ele crê na verdade, que o homem busca em Deus e na religião aquilo que não consegue achar em si mesmo. Mas ele vai mais além disso e chega parte mais bonita e marcante da sua obra, quando afirma que o homem adora e cultua a sua própria essência desconhecida. Em vez de ver em si mesmo, ele cria Deus e deuses. E ai surge o fenômeno da alienação, que ele chamou de "Essência infantil da humanindade".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Chega-se então ao ponto mais contraditório da dissertativa: a infatilidade do homem está em querer ter seu carater fundamentado em Deus, como se o homem precisasse de Deus para se humanizar. Esse homem não consegue ver bondade, amor, solidariedade e várias outras virtudes em si mesmo, somente em deuses. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Todos esses filófosos contribuiram para derrubar a base metafísica em que se apoiam os teólogos e espiritualistas. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;E partindo desse ponto, tentam fazer com que nasça uma nova postura crítica a respeito de tudo que envolve a vida humana com base no materialismo e existencialismo. Somente com esse pensamento crítico, claro, objetivo e preciso é que o homem pode conseguir se libertar desse pensamento infantil que o alienia de si mesmo predendo-o a seres divinos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;O homem do século XXI já deveria ter saido desse estado de infantilidade. Já deveria saber que só por que algumas coisas são inexplicavéis são significa que sejam obra divina. É preciso aceitar a possibilidade da não existência de Deus e questionar. Não se deve aceitar nada imposto sem perscrutar ou debater. É preciso usar a racionalidade e se colocar no centro do universo e ver as coisas a partir de si mesmo, e não de outrem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;por:&amp;nbsp; Phabyola Alves&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-2027655180876616728?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/2027655180876616728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/09/breve-analise-sobre-deus-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/2027655180876616728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/2027655180876616728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/09/breve-analise-sobre-deus-e.html' title='Breve análise sobre Deus e a infantilidade do pensamento humano'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Xrf_8-f6Cv0/S_BnRfUurbI/AAAAAAAAAPA/-dqjQZ8NLvo/s72-c/apr3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-1822688984197369572</id><published>2010-08-29T14:54:00.001-07:00</published><updated>2010-08-29T14:54:49.428-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reforma Agrária'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='plebiscito popular'/><title type='text'>Diga sim! Coloque limites em quem não tem!</title><content type='html'>&lt;div id="fotoDestaque"&gt;         &lt;div id="foto"&gt;&lt;a href="http://www.limitedaterra.org.br/images/noticias/marca_site_5.jpg" rel="lightbox[1]" title="Diga sim! Coloque limites em quem não tem!"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.limitedaterra.org.br/images/noticias/thumbnails/marca_site_5_215x2000.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Diga sim! Coloque limites em quem não tem!&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;span class="chamada"&gt;por CPT NE II&lt;/span&gt;         O Brasil é o segundo país no mundo que mais concentra  Terras, perde apenas para o Paraguai. Dados do Instituto Brasileiro de  Geografia e Estatística (IBGE) dão conta de afirmar que a concentração  de terras no país ainda conseguiu aumentar nos últimos 10 anos e revelam  mais: pequenas propriedades de Terra representam menos de 3% da área  ocupada pelos estabelecimentos rurais, enquanto as grandes propriedades  concentram mais de 43% da área.&amp;nbsp; Não por acaso, ao mesmo tempo em  aumenta a concentração de terras, aumenta também os índices de  desigualdade social e da fome no país. Atualmente existem mais de 40  milhões de brasileiros e brasileiras que não tem o que comer. O país  também aparece no cenário Latino Americano com o terceiro pior índice de  desigualdade social em toda a região, de acordo com os dados  divulgados, em julho deste ano, pelo Programa das Nações Unidas para o  Desenvolvimento (Pnud). Os índices atingem níveis recordes e explicitam:  a luta contra a desigualdade social no país passa necessariamente pela  luta em defesa da democratização da terra. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A história do Brasil é, ao mesmo tempo, a história do  latifúndio e a história da violência sofrida pelos índios, negros e  camponeses na luta pela terra&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O modelo de desenvolvimento e de acumulação do capital, em curso no  Brasil há mais de 500 anos, sempre esteve diretamente ligado à  concentração da Terra. O primeiro mecanismo de concentração,  estabelecido pelos Portugueses no processo de colonização foram as  chamadas sesmarias: enormes faixas de terra, cujo título era expedido  pela coroa portuguesa, que concedia o direito de uso&amp;nbsp; para os homens de  confiança do Rei. Após a revogação das sesmarias, o Brasil ficou sem  nenhuma lei que tratasse sobre a propriedade da terra, sendo considerado  como o período de intensificação da grilagem de terras no país. Quase  30 anos depois, em 1850, é que se estabeleceu um outro mecanismo que  regulamentava a propriedade privada no país: a Lei de Terras. A partir  desta data só poderiam ocupar as terras brasileiras por compra e venda  ou por autorização do Rei. Nada mudou na estrutura fundiária brasileira.  Permaneciam os mesmos latifundiários de sempre.&lt;br /&gt;O passar dos séculos só tornou o latifúndio no país mais violento. Os  territórios quilombolas, indígenas e a agricultura camponesa foi dando  lugar a uma outra paisagem: a dos monocultivos para exportação, grandes  empresas transnacionais, o agronegócio. Em 1890, viviam no campo mais de  95% da população nacional, em 1940 essa população passou a ser 77%.  Trinta anos depois, em 1970, esse número cai drasticamente para 40%, é a  década do Pró- álcool – um dos períodos de maior avanço da cana de  açúcar no país. A população rural chega, em 2002 representando cerca de  20% da população. Os camponeses e camponesas não saíram do campo de  forma espontânea e pacífica. É preciso ter um olhar mais atento sobre as  causas e consequências desse processo. O propósito de “limpeza” do  campo, para a expansão das grandes propriedades se deu de forma violenta  contra aqueles que resistiam e lutavam em defesa de seus direitos.  Dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT) sobre a violência no campo no  Brasil nos últimos 25 anos, afirmam que a cada ano, em média, 14 mil  famílias são despejadas através de ações do poder judiciário, mais de 60  pessoas são assassinadas no campo em média por ano e mais de 400  trabalhadores e trabalhadoras rurais são presos no Brasil por lutar por  Terra. E, cotidianamente, camponeses e camponesas resistem ao modelo de  produção dos monocultivos que, aliado ao Estado, teima em ceifar a vida  no campo.&lt;br /&gt;No estado de Pernambuco, a região da Zona da Mata tem 97% de seu  território coberto pelo monocultivo da cana de açúcar. Não foi a toa que  nos últimos 30 anos - período de intensificação da produção do  monocultivo na região, via Pró-álcool – foram destruídos mais de 40 mil  sítios e mais de 150 mil trabalhadores foram desempregados. Sem  trabalho, privados de suas terras e sem alternativa econômica, os povos  do campo foram jogados para as periferias dos centros urbanos e para o  subemprego, se estabeleceram nos lugares menos propícios à ocupação  humana, construindo verdadeiros cinturões de miséria.&lt;br /&gt;A expansão ilimitada do direito à propriedade da terra mostrou, pelos  seus efeitos devastadores ao povo brasileiro e à Terra ao longo dos  séculos, que é inviável historicamente. Na medida em que a terra está  concentrada, extingue-se a possibilidade de milhões de brasileiros e  brasileiras viverem dignamente tanto no campo quanto na cidade, de  produzirem alimentos saudáveis e de garantir que as futuras gerações  usufruam de um bem natural que não deveria ser passível de apropriação. A  agricultura camponesa é responsável por 70% dos alimentos que chegam às  mesas dos brasileiros e brasileiras. É a agricultura camponesa  responsável também por mais de 74% dos empregos gerados no campo. Os  dados são do mais recente Censo Agropecuário e comprovam que o  latifúndio e o agronegócio não são capazes de produzir alimentos  diversificados e nem de gerar empregos no campo. Esse modelo de  desenvolvimento hegemônico no Brasil, tendo como base a grande  propriedade da terra, apenas cristaliza relações econômicas, sociais,  políticas, ambientais e culturais violentas e assassinas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esquentando os motores para o Plebiscito Popular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A proposta do Plebiscito visa pressionar o Congresso Nacional para  que seja incluído na Constituição Federal um novo inciso que limite o  tamanho da terra em&amp;nbsp; até 35 módulos fiscais - medida sugerida pela  campanha do FNRA. Áreas acima de 35 módulos seriam incorporadas  automaticamente ao patrimônio público e destinadas à Reforma Agrária.  Caso a proposta seja aprovada, mais de 50 mil grandes propriedades de  terra seriam atingidas no país. Só no estado de Pernambuco, seriam cerca  de 1.120 latifúndios, o que significa dizer que aproximadamente um  terço das terras no estado seriam democratizadas, ampliando a produção  no campo. No estado de Alagoas e do Rio Grande do Norte, também teriam  um terço de suas terras democratizadas.&lt;br /&gt;O Plebiscito que se realizará de 01 a 07 de setembro, além de  consultar a população sobre a necessidade de se estabelecer um limite  máximo a propriedade da terra, tem a tarefa de ser, fundamentalmente, um  importante processo pedagógico de formação e conscientização do povo  brasileiro sobre a realidade agrária do nosso país e de debater sobre  qual Projeto defendemos para o povo brasileiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-1822688984197369572?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/1822688984197369572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/08/diga-sim-coloque-limites-em-quem-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/1822688984197369572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/1822688984197369572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/08/diga-sim-coloque-limites-em-quem-nao.html' title='Diga sim! Coloque limites em quem não tem!'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-4401813261697874938</id><published>2010-08-05T07:19:00.000-07:00</published><updated>2010-08-05T07:19:50.951-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Roriz'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasília'/><title type='text'>Por 4 votos a 2, TRE nega registro da candidatura de Roriz no DF</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 class="entry-title" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="http://paointeiro.com.br/wp-content/uploads/2010/05/roriz-nao.jpg" src="http://paointeiro.com.br/wp-content/uploads/2010/05/roriz-nao.jpg" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="entry-title" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;Por 4 votos a 2, TRE nega registro da candidatura de Roriz no DF&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="materia-titulo"&gt;                                 &lt;h2&gt;Decisão foi tomada com base na Lei da Ficha Limpa.&lt;br /&gt;Advogados do ex-governador informaram que vão recorrer ao TSE. &lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="materia-conteudo entry-content" id="materia-letra"&gt;&lt;div&gt;Por quatro votos a dois, desembargadores do Tribunal Regional  Eleitoral do Distrito Federal vetaram nesta quarta (4) o registro da  candidatura de Joaquim Roriz (PSC) a governador do Distrito Federal.&lt;br /&gt;Os advogados do ex-governador informaram que vão recorrer ao Tribunal  Superior Eleitoral (TSE). Após a publicação do resultado do julgamento  pelo TRE-DF, os advogados terão três dias para apresentar recurso ao  TSE. Enquanto não for condenado em última instância, o candidato poderá  continuar em campanha.&lt;br /&gt;&lt;div class="saibamais componente_materia"&gt;  &lt;strong&gt;saiba mais&lt;/strong&gt;  &lt;ul&gt;&lt;li&gt;    &lt;a href="http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/07/ex-governador-joaquim-roriz-lidera-disputa-pelo-governo-do-df.html"&gt;Ex-governador Joaquim Roriz lidera disputa pelo governo do DF&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;    &lt;a href="http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/07/presidente-do-tse-suspende-direito-de-resposta-de-roriz-na-revista-veja.html"&gt;Presidente do TSE suspende direito de resposta de Roriz na revista 'Veja'&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;Os votos dos desembargadores que negaram o registro foram dados com  base na Lei da Ficha Limpa, que veta a candidatura de políticos  condenados em decisão colegiada da Justiça ou que renunciaram ao mandato  para não responderem a processo de cassação.&lt;br /&gt;O ex-governador Roriz, que completou 74 anos nesta quarta (4),  renunciou ao mandato de senador em 2007 para escapar de um processo por  quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética do Senado.&lt;br /&gt;Candidato pela coligação Esperança Renovada, Roriz enfrentava três  pedidos de impugnação no tribunal. Um deles foi protocolado pelo  Ministério Público Eleitoral, outro pelo PSOL e um pelo candidato a  deputado distrital pelo PV, Júlio Cárdia.&lt;br /&gt;O procurador regional eleitoral Renato Bril de Goés foi o primeiro a se  manifestar diante dos desembargadores defendendo o indeferimento da  candidatura. Depois dele, falou o advogado do PSOL, Alberto Maimoni, que  também argumentou pela rejeição do registro da candidatura de Roriz.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Argumento da defesa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Logo após, os advogados de Roriz tomaram a palavra e defenderam que a  Lei do Ficha Limpa não poderia retroagir ao ano de 2007, quando o  senador renunciou ao mandato no Senado.&lt;br /&gt;“Busca-se recriminar uma conduta que em 2007 era lícita. Imputar uma  pena a uma pessoa que sequer apresentou sua defesa. Contra Joaquim  Roriz, nunca houve processo ético no Senado Federal. A renúncia se deu  antes da própria admissibilidade. Não é possível diante deste contexto  atropelarmos todos esses princípios, violentarmos a Constituição Popular  em nome de um chamado clamor popular. Dessa forma, requeremos pela  improcedência das impugnações e da liberação do registro de candidatura  do Joaquim Roriz”, disse o advogado Eládio Barbosa, da coligação  Esperança Renovada.&lt;br /&gt;O plenário do tribunal ficou lotado durante a sessão. Dezenas de  apoiadores de Roriz fizeram filas a fim de acompanhar a votação. Para  evitar tumultos, o tribunal limitou a 55 os lugares disponíveis para os  apoiadores do candidato. Mesmo assim, dezenas de pessoas ficaram do lado  de fora do tribunal enquanto os desembargadores decidiam o futuro da  candidatura de Roriz.&lt;br /&gt;Por volta das 17h, um tumulto começou na frente do tribunal, e a  polícia teve de formar uma espécie de paredão para evitar invasões no  prédio.&lt;br /&gt;Apoiadores de Roriz gritavam “Roriz, de novo, governador do povo”,  enquanto manifestantes carregando bandeiras do PSOL e cartazes  defendendo A Lei do Ficha Limpa gritavam “fora Roriz”. A polícia estimou  que entre 80 e cem manifestantes tenham participado do ato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: G1 &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-4401813261697874938?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/4401813261697874938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/08/por-4-votos-2-tre-nega-registro-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/4401813261697874938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/4401813261697874938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/08/por-4-votos-2-tre-nega-registro-da.html' title='Por 4 votos a 2, TRE nega registro da candidatura de Roriz no DF'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-2997636707876996329</id><published>2010-07-19T08:13:00.000-07:00</published><updated>2010-07-19T08:13:28.606-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MTST'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasília'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Revolução'/><title type='text'>Ocupação MTST</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red; font-size: x-large;"&gt;Ocupação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red; font-size: x-large;"&gt; MTST -  Movimento dos Trabalhadores sem Teto - Brazlândia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-size: x-small;"&gt;Aos 16 de julho de  2010, por volta das 22:00, foi iniciada em Brazlândia-DF, uma operação  de ocupação de terra, liderada pelo Movimento dos Trabalhadores Sem  Teto. A reivindicação do Movimento é por moradia e a área ocupada é  pública e possui histórico de grilagem por parte de uma empresa de  transporte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-size: x-small;"&gt;Os moradores de  Brazlândia reivindicam a referida área pelo fato de que a maioria deles  está vivendo em condições precárias, pagando aluguéis caríssimos ou  morando de favor;  além disso, a especulação imobiliária é altíssima e  não existem políticas públicas habitacionais de encontro às suas  demandas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-size: x-small;"&gt;  A ocupação veio  num momento oportuno, em pleno período de campanha eleitoral; também   atualmente se discute a questão do limite da propriedade de terras no  Brasil; e existem outras causas importantes a serem relembradas, como a  grave situação dos índios do Setor Noroeste diante das grandes  construtoras invadindo seus espaços, e o agravamento da situação dos  indígenas acampados na Esplanada dos Ministérios, exigindo a revogação  do Decreto 7.056/09, que extingue vários postos e administrações  regionais da Funai - Fundação Nacional do Índio e a exoneração imediata  de Márcio Meira, seu atual Presidente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-size: x-small;"&gt;Diante do descaso  do Governo em relação a uma discussão sobre políticas habitacionais para  a população em situação de vulnerabilidade social,  é relevante  viabilizar a abertura de espaços para o tratamento e ecaminhamento das  questões de moradia e renda para a população, em caráter emergencial. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-size: x-small;"&gt;O Movimento  reivindica a utilização da área para habitações de interesse social,  possibilitando o atendimento aos Trabalhadores Sem Teto da cidade de  Brazlândia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-size: x-small;"&gt;O Movimento  agradece a presença das seguintes entidades e apoiadores da causa:   Partido PSTU através de Rodrigo Dantas, candidato a Governador do  Distrito Federal e Robson Raymundo, candidato a Senador; Sindicato  Sindmetrô, através do diretor Solano Teodoro, Sindicato Sindáguas,  Movimento Conlutas, MTD - Movimento dos Trabalhadores Desempregados,  Assembléia Popular, Associação Viver e estudantes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-size: x-small;"&gt;Acompanhe o Blog  do Movimento dos Trabalhadores sem Teto do Distrito Federal:   &lt;a href="http://mtstdf.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://mtstdf.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-2997636707876996329?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/2997636707876996329/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/07/ocupacao-mtst.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/2997636707876996329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/2997636707876996329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/07/ocupacao-mtst.html' title='Ocupação MTST'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-6108836458757669321</id><published>2010-06-11T19:13:00.000-07:00</published><updated>2010-06-11T19:17:20.004-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MTST'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sindical'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;img src="http://www.mtst.info//files/mtst/images/desenho_jc_pq2.png" /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;qui no Valparaiso conheçi uns companheiros do MTST (Movimento dos Trabalhores Sem Teto) que vieram de São Paulo pra fazer um trabalho de base, e em breves ocupações aqui.&lt;br /&gt;O momento não poderia ser mais propicío já que a especulação imobiliária aqui está correndo solta.&lt;br /&gt;As pessoas estão saindo do aluguel iludidas pelo programa Minha Casa Minha Vida, mas na verdade estão se escravizando com a Caixa Econômica. E esse programa, mesmo que tenha boas intenções não atinge quem realmente precisa. Já que pessoas de baixa renda não conseguem ser beneficiadas por ele.&lt;br /&gt;O MTST é um movimento muito sério e politizado, que estou entrando agora, e que com certeza teremos muitas vitórias aqui em Brasília.&lt;br /&gt;Abaixo segue uma breve apresentação retirada do site oficial do movimento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) surgiu, no final da  década de 90, com o compromisso de lutar, ao lado dos excluídos urbanos,  contra a lógica perversa das metrópoles brasileiras: sobram terra e  habitações, falta moradia. A especulação imobiliária transforma terra  urbana em promessa de lucro e alimenta o processo de degradação humana, o  caos urbano. Em que cidade não se encontram apartamentos vazios,  prédios abandonados, terrenos na periferia à espera da valorização? Em  qual centro urbano não há mendicância, morador de rua, submoradias?&lt;br /&gt;As famílias sem-teto não têm direitos, são o avesso da cidadania. Não  têm emprego, moradia, alimentação, saúde, lazer, cultura. Vivem como  sombras nos semáforos, nas esquinas, nos bancos das praças, atrás de um  prato de comida, um trocado. Enfrentam a indiferença, o preconceito, a  violência policial. Estão excluídas das decisões políticas que  determinam os rumos da vida social.&lt;br /&gt;O MTST tem como um dos seus objetivos combater a máquina de produção  de miséria nos centros urbanos. A ocupação de terra, trabalho de  organização popular, é a principal forma de ação do movimento. Quando  ocupam um latifúndio urbano ocioso, os sem-teto resistem contra a lógica  difundida como natural de que pobre nasce, vive e morre oprimido. Não  aceitam a espoliação que muitos chamam de sina. Ao montar seus barracos  de lona preta num terreno vazio, essas famílias cortam a cerca nada  imaginária que protege a concentração de riqueza e de terra nas mãos de  poucos. E num terreno de onde uma só pessoa esperava o lucro, os  sem-teto plantam a transformação, uma semente de cidadania.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O MTST é um movimento autônomo e não tem vínculos com nenhum  partido ou central sindical.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Fale conosco: &lt;a href="mailto:mtst@riseup.net"&gt;mtst@riseup.net&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mtst.info/"&gt;http://www.mtst.info/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem gostou, pode ver também a Cartilha do Militante: &lt;a href="http://www.mtst.info/files/mtst/CartilhadomilitanteMTST.pdf"&gt;http://www.mtst.info/files/mtst/CartilhadomilitanteMTST.pdf &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-6108836458757669321?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/6108836458757669321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/06/qui-no-valparaiso-conheci-uns.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/6108836458757669321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/6108836458757669321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/06/qui-no-valparaiso-conheci-uns.html' title=''/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-3003457548029031381</id><published>2010-06-11T18:43:00.000-07:00</published><updated>2010-06-11T18:43:02.337-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pstu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MTST'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conlutas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cut'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Intersindical'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psol'/><title type='text'>UNIDOS POR UMA CENTRAL SINDICAL E POPULAR</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: 'times new roman','new york',times,serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 20pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Ao longo  deste ano, correntes, movimentos e  dirigentes sindicais trilharam o importante caminho da unidade  necessária para o objetivo de superar a falta de uma direção classista e  autônoma para a classe trabalhadora, órfã com a cooptação da CUT pelo  governo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Com esse espírito  concordamos em convocar o Congresso da Classe Trabalhadora (CONCLAT) que  foi precedido de seminários e assembléias em todo país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A conjuntura de construção do CONCLAT, rumo a  uma nova Central, é diferente da que vivemos na fundação da CUT. Aquela  foi de  grande mobilização, que deu origem a&amp;nbsp;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;milhares de novos  dirigentes, num processo de organização sindical de massas. Hoje, apesar  de importantes lutas, não vivemos um ascenso generalizado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Esta análise é fundamental na atual  reorganização do movimento. A falta da pressão do ascenso exige que deva  primar o critério unitário, de consenso e esforço para integrar todos  os setores e movimentos que participam e não a simples disputa de  aparatos onde quem tem uma maioria circunstancial impõe sua política  para “anexar” os demais&amp;nbsp;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;setores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O  PSTU é o responsável pelo impasse na construção da Nova Central&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Somente com esta compreensão o CONCLAT poderia  dar o passo qualitativo da fundação, efetiva, de uma nova central,  classista autônoma e democrática.&amp;nbsp;&lt;b&gt;A UNIDOS PRA LUTAR&lt;/b&gt;&amp;nbsp;defendeu  que, para aprovar questões como concepção, estrutura e funcionamento,  deveríamos utilizar um critério de, no mínimo, dois terços (2/3).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Alertamos desde o mês de abril, nas reuniões  da Comissão de Reorganização e nos debates sobre o Estatuto, que essa  deveria ser sua forma de funcionamento, pois, já no Seminário de  novembro, ficou nítido o problema em  relação a esses temas, os quais paralisaram os seminários, e quase  colocaram em risco a realização do CONCLAT. Reafirmamos essa posição em  nossa Tese e na proposta de Regimento do Congresso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Os companheiros da Intersindical tiveram a  mesma preocupação e apresentaram a proposta de votação em dois turnos.  Coerentes com a lógica de um primeiro congresso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Infelizmente, o PSTU, nessa oportunidade,  priorizou a disputa de forças e o método de rolo compressor, sem a  sensibilidade do momento e a  verdadeira necessidade de construir com todos. Ao seguir dessa forma  durante todo o Congresso, como resultado obteve a retirada de cerca de  40% dos delegados que não aceitaram o ultimatismo imposto,  desconsiderando as posições de quase metade do Congresso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;O PSTU claramente centralizou seus esforços na  disputa de aparato, fato comprovado durante o CONCLAT, que pouco  debateu sobre programa, calendário de lutas, fortalecimento das  oposições, coordenação das mobilizações que enfrentam os governos e os  patrões. Isso se refletiu nos grupos de discussão onde o centro de suas  preocupações não foi escutar a base das categorias, suas demandas e  preparar as campanhas salariais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Dois fatos demonstraram aos delegados a  indisposição da direção do PSTU para a composição diante das diferenças e  levaram à saída de parte importante da bancada do Congresso. O estopim  foi a questão do nome da central.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Apesar de o PSTU querer minimizá-la, sua  imposição mantinha a nova central atrelada ao nome da antiga CONLUTAS.  Exclusivamente para demonstrar&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;a sua hegemonia. Ademais, no  início do processo, a própria Conlutas votara abrir mão do nome em  função da nova  central e a Intersindical desautorizou o uso de seu nome, fatos que  foram ignorados pelo PSTU em desrespeito com as demais forças no  Congresso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Outro fato, foi a  integração de setores estudantis e movimentos anti-opressão que muda o  caráter classista da Central. E com incorporação imediata destes setores  na direção votada neste CONCLAT, quando não tinha havido nenhum debate  prévio para escolher seus representantes, diferentemente dos  trabalhadores e setores populares. Por isso, é falso o argumento do PSTU  que se rompeu a central por causa do nome e porque não aceitamos nos  submeter “democraticamente” à votação da base.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A retirada das delegações aconteceu porque o  PSTU ignorou a opinião de quase metade do Congresso. Desconheceu o novo  momento que requeria disposição à composição de fato. Deu primazia à  disputa da hegemonia, ao invés de buscar de todas as formas os consensos  e o respeito para com os demais setores. Impôs uma maioria  circunstancial para fundar uma central que, para o PSTU, seria a mera  continuidade da antiga CONLUTAS (até no nome). Mesmo assim, frente a  esta realidade, o PSTU insiste em anúncios de que se fundou uma nova  central, quando o fenômeno da unificação da nova central era a unidade  entre a Conlutas, a Intersindical e a integração de outros movimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A Intersindical se foi por não compactuar com  os métodos e a política do PSTU. A Intersindical se foi e mesmo assim o  PSTU insiste em falar em nova central. O que existe de “novo” é uma  Conlutas, que incorporou alguns setores do CONCLAT. A UNIDOS também não  aceitou tais imposições.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Ao PSTU, por ser maioria, cabia a  responsabilidade maior para que o processo concluísse de forma positiva,  mas, não, levou o CONCLAT a um impasse. Por esse motivo não se fundou  uma Nova Central.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O  PSTU não quer construir uma central classista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Um debate  importante que devemos fazer é a posição policlassista que o PSTU tenta  impor à nova ferramenta da classe trabalhadora, desprezando a posição  de importantes setores, como a&amp;nbsp;&lt;b&gt;UNIDOS PRA LUTAR&lt;/b&gt;, a Intersindical,  o MTST e o MAS. Esses defenderam uma central verdadeiramente da nossa  classe: sindical e popular. Defendemos a unidade e os direitos das  mulheres trabalhadoras, somos contra o racismo e a homofobia. Defendemos  que na Nova Central se organizassem esses setores que não possuem base  definida, de forma horizontal, sem direito a voto, mas garantindo a  necessária unidade com todos os setores explorados e oprimidos. Evitando  o erro de dupla representação da extinta Conlutas. Defendemos que as  mulheres, negros e homossexuais trabalhadores devem se organizar em suas  entidades de classe&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Reivindicamos  a verdadeira unidade entre os trabalhadores e a juventude, tendo a  clareza de que esse setor da sociedade é policlassista. Na perspectiva  da luta socialista, os estudantes sabem que devem estar sob direção da  classe trabalhadora. A educação, da combativa juventude estudantil que  nos apoiou na construção do CONCLAT, para a luta socialista, deve  rejeitar a manipulação do sentimento unitário de defesa dos direitos  desses setores para impor uma concepção de central policlassista. Na  prática, a incorporação imediata desses setores serviu para incluir nas  instâncias da nova central, inclusive em sua direção, um dirigente  biônico, uma vez que o movimento estudantil e de opressões não elegeram  delegados ao congresso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Verificamos, também, no Congresso  da Conlutas, um exemplo claro em que a participação de movimentos sem  base definida e sem nenhum tipo de limitação determinava quem deveria  dirigir nossa classe. Isso é capitulação à onda da social democracia e  dos movimentos ao estilo do Fórum Social Mundial de diluição da classe  trabalhadora. A rebelião e a resistência expressaram a vontade de  construir uma ferramenta sind&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;ical e popular  realmente NOVA, democrática, de classe, autônoma e combativa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Continua a batalha pela  construção de uma Nova Central Classista, Autônoma e Democrática&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Frente ao impasse, a UNIDOS continua  firme, na luta por uma central sindical e popular classista, autônoma e  democrática. Esse desafio ganha força com a rebelião de base no  CONCLAT.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Para poder avançar precisamos de muita  democracia interna e respeito entre as forças que se dispõem a construir  a nova ferramenta. A democracia operária nada tem a ver com as manobras  de um partido para impor sua vontade a outras correntes e aos próprios  trabalhadores. Insistimos na necessidade de atuarmos na busca de  consensos. Essa foi a metodologia que permitiu uma atuação vitoriosa  durante um ano e meio (FSM em Belém, Jornadas de Lutas e Calendário  Unitário, Seminários Estaduais e o Nacional e finalmente, chegar ao  CONCLAT).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Chamamos ao conjunto d@s lutador@s, à  Intersindical e ao MAS, e também a setores que permaneceram no  Congresso, como os companheiros do MTST, Conspiração Socialista,&amp;nbsp;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;BRS  e MTL e demais sindicalistas, a seguirmos firmes na construção da nova  central, que será possível mediante a rediscussão sobre o caráter da  central, o nome com o qual chamará à incorporação de múltiplos setores  de trabalhadores e a garantia da mais ampla democracia. Nesta etapa,  deveremos avançar pela busca de consensos. Está nas mãos do PSTU a  possibilidade de avançarmos. É necessário que avancem em direção à  resolução do impasse, para que de fato possamos construir essa NOVA  ferramenta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A&amp;nbsp;&lt;b&gt;UNIDOS PRA  LUTAR&lt;/b&gt;&amp;nbsp;fará todos os esforços para, junto aos demais setores,  coordenar ações para um forte calendário de lutas, unificar as campanhas  salariais das diversas categorias e fortalecer as oposições sindicais  na luta contra o governo e os patrões e na disputa da direção de nossa  classe contra a CUT, Força Sindical e demais centrais pelegas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Esperamos que esse processo de intervenção  comum na luta de classes leve ao passo decisivo de construção da NOVA  CENTRAL&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;São Paulo- SP, 10 de junho de 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Coordenação Nacional da UNIDOS PRA LUTAR&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-3003457548029031381?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/3003457548029031381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/06/unidos-por-uma-central-sindical-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/3003457548029031381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/3003457548029031381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/06/unidos-por-uma-central-sindical-e.html' title='UNIDOS POR UMA CENTRAL SINDICAL E POPULAR'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-5461562658985396296</id><published>2010-06-11T18:23:00.000-07:00</published><updated>2010-06-11T18:23:18.035-07:00</updated><title type='text'>Em nome da história e da honra</title><content type='html'>Manoel da Conceição, líder camponês do Maranhão escreve para Lula&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder camponês maranhense Manoel da Conceição Santos, um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT), divulgou, na última quinta-feira, uma carta aberta endereçada ao presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na correspondência – com cópias para José Eduardo Dutra (presidente nacional do PT), Dilma Rousseff (pré-candidata do PT à Presidência da República), Executiva Nacional e Diretório Nacional do PT, Manoel da Conceição – uma lenda viva da luta pela terra no país – mostra-se indignado com a possibilidade de o PT do Maranhão ser forçado pela instância nacional do partido a se aliar ao PMDB de Roseana Sarney (pré-candidata ao governo do estado), em vez do PC do B de Flávio Dino, também pré-candidato nas eleições para governador, que acontecem em outubro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que está sendo imposto a nós petistas do Maranhão extrapola todos os limites da tolerância e fere de morte a nossa honra e a nossa história”, escreveu Manoel da Conceição – que hoje vive em Imperatriz – a Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carta foi publicada no Jornal Pequeno, de São Luís do Maranhão, 05-06-2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis a carta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2ª carta de Carta de Manoel da Conceição ao Companheiro Presidente Lula&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C/C para:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sr. José Eduardo Dutra – Presidente Nacional do PT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sra. Dilma Roulsseff – Pré Candidata do PT à Presidência da República&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Executiva Nacional do PT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretório Nacional do PT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nobre companheiro presidente Lula,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É com a ternura, o carinho e o amor de um irmão, a confiança, o respeito e o compromisso de um companheiro de classe, das organizações e lutas históricas dos trabalhadores e das trabalhadoras desse país e do mundo que me sinto com a liberdade e o direito de lhe enviar esta 2ª carta, tratando de questões que compreendo ter muito a ver com a responsabilidade do companheiro tanto como agente político das lutas em prol da justiça social para a classe trabalhadora como também na qualidade de um primeiro presidente da república legitimamente forjado nas organizações e lutas desse povo excluído, sofrido, mas que é capaz de realizar o impossível enquanto força social e política organizada e consciente do seu projeto de libertação classista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dirijo-me ao companheiro com a minha identidade de trabalhador rural, de sindicalista, de ambientalista, de humanista e de militante e fundador do Partido dos Trabalhadores, o qual comecei a sonhar e trabalhar na sua criação quando ainda me encontrava no exílio, juntamente com honrados e honradas companheiros e companheiras que havíamos sido banidos do nosso país pela intolerância de um governo totalitário e de regime militar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, minha identidade social, política e classista se origina bem antes da criação do PT e da CUT, instrumentos classistas dos quais me orgulho de ter sido co-fundador, juntamente com o companheiro e um conjunto de honrado(a)s e legítimo(a)s militantes e intelectuais orgânicos da classe trabalhadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade companheiro Lula minha história de luta social e política se originou aqui mesmo no Maranhão, estado do qual sou filho natural com minha matriz étnica negra e indígena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora em julho de 2010 completarei 75 anos de idade. Quando eu era ainda jovem vi meu pai e muitas famílias agricultoras serem massacradas e enxotadas de suas posses por latifundiários, coronéis e jagunços, acobertados e protegidos por um governo oligárquico. Certa vez presenciei um grande massacre de companheiros meus quando estávamos reunidos em uma pequena comunidade rural do interior do Maranhão. Neste dia fomos atacados de forma covarde por um grupo de soldados e jagunços, que sem a menor chance de defesa assassinaram 5 pessoas, dentre elas uma criança que correu prá abraçar o pai caído no chão e foi pego pelas pernas e arremessado contra a parede que a cabeça abriu espalhando os seus miolos, também uma velhinha, que tentou impedir a morte do filho foi cravada de punhal em suas costas, ficando rodando no chão espetada. Eu escapei por puro milagre com um tiro na perna, mas me tornei mais revoltado ainda com a classe latifundiária e jurei perante a comunidade a lutar o resto de minha vida contra os latifundiários e suas injustiças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presenciei um segundo massacre em 1959 quando estávamos novamente reunidos em uma comunidade por nome Pirapemas para preparar a defesa de uns companheiros que estavam sendo acusados de ter invadido uma propriedade e roubado umas frutas do sítio. Neste dia chegou um grupo de uns 20 policiais, soldados, tenente, cabos e um sargento. Ao chegarem ao local da reunião o sargento perguntou quem era o presidente da associação, e como foi respondido que não havia presidente o sargento falou: pois então todos são presidentes e vão levar bala. Neste dia foram assassinados sete companheiros e três outros ficaram gravemente feridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha primeira motivação para a luta era sustentada em pura revolta, ódio dos exploradores da minha família e das famílias camponesas da mesma região que habitávamos. Sem a menor consciência política e dominado pelo ódio eu cheguei a acreditar que a libertação dos trabalhadores de tal estado de sujeição dependeria de um salvador da pátria, de um homem corajoso, de um herói que com o apoio eleitoral dos oprimidos iria por fim a tal dominação. A partir desse entendimento extremamente limitado e de um profundo sentimento de revolta pela violência testemunhada e sofrida, vi surgir na minha ingenuidade uma esperança para salvar a massa camponesa do jugo dos latifundiários apadrinhados pelo poder da oligarquia viturinista que comandava o estado do Maranhão. O nome dessa esperança era José Sarney.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um discurso muito bem elaborado e com a radicalidade de um revolucionário Sarney prometia exatamente o que nós camponeses queríamos ouvir: um Maranhão novo e livre de oligarquia, reforma agrária, punição dos crimes cometidos contra as famílias camponesas e indenização dos prejuízos a elas causados pelo gado dos fazendeiros. Eu acreditei no discurso do cidadão e me tornei um aguerrido cabo eleitoral, andando a cavalo em todas as comunidades da região fazendo sua campanha. Resultado, com uma grande adesão popular, elegemos o José Sarney em 1965 para ser o governador do Maranhão. Nessa época eu já era presidente do Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Pindaré Mirim, que congregava trabalhadores rurais de toda a grande região do Pindaré. Mesmo sem ainda ter uma sólida consciência de classe eu já havia sido preso e espancado severamente pela polícia da ditadura militar. Foi por conta dessa perseguição que eu passei a acreditar nas promessas do Sarney que caso fosse eleito iria ser uma força aliada dos trabalhadores contra a repressão da ditadura militar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 13 de julho de 1968 o Sindicato de Trabalhadores Rurais de Pindaré Mirim havia convocado uma reunião da categoria para receber a visita de um médico para tratar questões relacionadas à saúde dos associados e associadas. O Prefeito do município na época mandou informar que iria fazer uma visita ao sindicato neste mesmo dia. Por volta das 10 horas da manhã chegou um pessoal dizendo que queria falar com o presidente do sindicato. Quando eu apontei na porta fui recebido por tiro de fuzil que estraçalhou minha perna. A ação e os disparos foram efetuados pela polícia militar. Outros companheiros também foram atingidos por bala, mas felizmente não houve morte. Eu fui levado aprisionado e jogado na cadeia sem receber nenhum tratamento no ferimento, o que levou minha perna a gangrenar e ter que ser amputada. Sarney se encontrava em viagem para o Japão e quando retornou manifestou desconhecimento da questão e mandou seus assessores manter contato comigo, oferecendo apoio para a minha família, uma perna mecânica, uma casa e outras ofertas, desde que eu me tornasse um defensor do seu governo. Eu respondi que não estava preso por ser bandido, que minha perna tinha sido arrancada por bala da própria polícia militar do estado sob seu governo. Portanto, minha perna era responsabilidade da classe que eu representava, minha perna era a minha classe. Desde então eu passei a ser considerado um inimigo do Estado militar, passando a ser alvo de permanente perseguição. Fui preso 9 vezes e submetido às piores torturas que um ser humano é capaz de suportar. Vi muitos de meus companheiros e companheiras serem torturados e morto(a)s por ordem do governo militar do qual Sarney se tornou parte num primeiro momento como governador do Maranhão e posteriormente como Senador Biônico. Vale ressaltar que foi no primeiro governo da nascente oligarquia Sarney, que foi promulgada a Lei Estadual 2.979, regulamentada pelo Decreto 4.028 de 28 de novembro de 1969, a qual facultava a venda de terras devolutas sem licitação a grupos organizados em sociedade anônima. Essa lei foi o maior instrumento de legalização da grilagem das terras do Maranhão, particularmente na região do Pindaré (ASSELIN, 1982, p. 129). Essa grilagem promoveu a expulsão das famílias agricultoras de suas posses e a migração de milhares de famílias camponesas maranhenses para outros estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu escapei com vida, embora mutilado e com seqüelas físicas e psicológicas profundas, por conta da solidariedade da anistia internacional, das igrejas católicas e evangélicas, da AP como principal mobilizadora dos apoios e até do Partido Comunista do Brasil que na ocasião fez uma ampla campanha internacional pela preservação da minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, fui exilado na Suiça de onde continuei denunciando as atrocidades da ditadura militar nas oportunidades que tive de viajar por vários países europeus. Foi também no exílio juntamente com companheiros refugiados que começamos a discutir a idéia já em discussão no Brasil de criação do Partido dos Trabalhadores e também de uma central sindical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu companheiro Lula, hoje vivemos um novo momento na história do Brasil; aquelas lutas dos anos 50, 60, 70, 80 e 90 não foram em vão; tivemos prejuízos enormes, pois muitas vidas foram ceifadas pela virulência dos detentores do poder do capital; porém, temos um saldo expressivo de vitórias; hoje temos um partido que se tornou a maior expressão política da classe trabalhadora na América Latina; temos o melhor presidente da história desse gigantesco país, que ironicamente é um trabalhador operário e nordestino, que assim como eu quase não teve acesso a estudos escolares. Eu confesso a você que sinto um imenso orgulho de ter participado desde os primeiros momentos da construção dessa grandiosa e ousada empreitada. Porém, companheiro presidente, ultimamente eu tenho vivido as maiores angustias que um homem com minha trajetória de vida é capaz de imaginar e suportar. Receber a imposição de uma tese defendida pela Direção Nacional do meu partido e até onde me foi informado pelo próprio companheiro presidente de que o nosso projeto político e social passa agora pelo fortalecimento da hegemonia da oligarquia sarneysta no Maranhão. Eu sei do malabarismo que o companheiro presidente tem precisado fazer para garantir alguma condição de governabilidade, porém, sei do alto custo que é cobrado por esses apoios conjunturais, e que nosso governo vem pagando a todos esses ônus. Companheiro, tudo precisa ter algum limite e tal limite é a nossa dignidade. O que está sendo imposto a nós petistas do Maranhão extrapola todos os limites da tolerância e fere de morte a nossa honra e a nossa história. Eu pessoalmente, há mais de 50 anos venho travando uma luta contra os poderes oligárquicos e contra os exploradores da classe trabalhadora neste país. Por conta disso perdi dezenas de companheiros e companheiras que foram barbaramente trucidados por essas forças reacionárias. Como que agora meus próprios companheiros de partido querem me obrigar a fazer a defesa dessas figuras que me torturaram e mataram meus mais fieis companheiros e companheiras. Vocês podem ter certeza que essa é a pior de todas as torturas que se pode impor a um homem. Uma tortura que parte dos próprios companheiros que ajudamos a fortalecer e projetar como nossos representantes no partido e na esfera de poder do Estado, na perspectiva de um projeto estratégico da classe trabalhadora. Estou falando do fundo de minha alma em honra à minha história e à de meus companheiros e companheiras que foram assassinadas pelas forças oligárquicas e de extrema direita neste país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou animado para fazer a campanha da companheira Dilma, assim como para fazer uma aguerrida campanha política em prol do fortalecimento do PT no Maranhão e para construir um projeto político alternativo à oligarquia sarneysta, juntamente com os partido do campo democrático e popular na Coligação PT, PCdoB e PSB. Esta foi a tática vitoriosa em nosso encontro estadual realizado nos dias 26 e 27 de março, que aprovou por maioria de votos, da forma mais transparente possível e cumprindo todos os preceitos legais o nome do companheiro Flávio Dino para candidato dessa aliança legitimamente de esquerda e respaldada pelas mais expressivas organizações da classe trabalhadora deste estado que publicamente se manifestaram, a exemplo da Federação dos Trabalhadores na Agricultura – FETAEMA e a CUT. Assim, penso que estamos sendo coerentes com a nossa história e identidade classista. Portanto, estou fazendo este apelo ao mais ilustre companheiro de partido e confessando em alto e bom som que não aceitarei sob nenhuma hipótese a tese de que nestas alturas de minha vida eu tenha que negar minha identidade e desonrar a memória de meus companheiros e companheiras que foram caçados e exterminados pela oligarquia e os detentores do capital no Maranhão, no Brasil e mundo inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamento e peço desculpas se este meu posicionamento desagrada o companheiro e a Direção Nacional do PT, mas não posso me omitir diante de uma tese destruidora de nossa identidade coletiva e que representa a negação de tudo que temos afirmado nas nossas palavras e ações. Espero poder contar com a solidariedade e compreensão do meu histórico companheiro de utopias e lutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenciosamente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manoel da Conceição Santos - Membro Fundador do PT e primeiro Secretário Agrário Nacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imperatriz - MA, 03 de junho 2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-5461562658985396296?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/5461562658985396296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/06/em-nome-da-historia-e-da-honra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/5461562658985396296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/5461562658985396296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/06/em-nome-da-historia-e-da-honra.html' title='Em nome da história e da honra'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-140897688209404693</id><published>2010-03-26T07:51:00.001-07:00</published><updated>2010-03-26T07:51:37.976-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Palhaçada'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psol'/><title type='text'>Onde está o site do PSOL?</title><content type='html'>&lt;div class="post-header"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8TnhBIcsHEk/S6yMRr4dziI/AAAAAAAAAHY/tFklCF6_RUc/s1600/Wally.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5452887484304051746" src="http://2.bp.blogspot.com/_8TnhBIcsHEk/S6yMRr4dziI/AAAAAAAAAHY/tFklCF6_RUc/s400/Wally.JPG" style="cursor: pointer; float: left; height: 269px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 300px;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;Exatamente as vésperas da Conferência eleitoral do PSOL, que escolherá o candidato que o partido apresentará à sociedade, @s militantes do PSOL foram surpreendidos por uma notícia que se espalhou como um rastilho de pólvora nas listas, nas rodas de conversa, nas reuniões e nas mesas de bar: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o site do PSOL foi seqüestrado!&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Quem acessa o site, ao invés de ter acesso à informações oficiais do partido, só vê o logotipo do PSOL. Em um momento onde existe uma guerra de informações sobre o resultado das pelnárias ao longo do Brasil, impedir a veiculação oficial dessas informações tem o sentido claro de querer estabelecer o caos e abrir espaço para a contra-informação. &lt;br /&gt;Já que o site sumiu, a gente reproduz a Nota oficial da Secretaria Geral do PSOL &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-weight: bold;"&gt;URGENTE: NOTA AO PARTIDO ACERCA DO SITE DO PSOL&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="post-body entry-content"&gt;&lt;link href="file:///C:%5CUsers%5CPIRAMB%7E1%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CUsers%5CPIRAMB%7E1%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CUsers%5CPIRAMB%7E1%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:narylim&gt;&lt;/m:intlim&gt; &lt;/m:wrapindent&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-520092929 1073786111 9 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin;} a:link, span.MsoHyperlink 	{mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	color:#1E66AE; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	color:purple; 	mso-themecolor:followedhyperlink; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;  &lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Companheiro(&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;as),&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Na madrugada de hoje o site do PSOL estava fora do ar. Diante disso acionamos o provedor responsável pela sua administração para verificar a existência de algum problema técnico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Conforme o provedor Locaweb, fomos surpreendidos pela informação que houve uma transferência da hospedagem do site do PSOL para outro provedor. Esta operação foi realizada a revelia dos responsáveis pelo site, a Secretaria de Comunicação e a Secretaria Geral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Segundo registros do comitê gestor da internet no Brasil (&lt;a href="http://registro.br/" target="_blank"&gt;registro.br&lt;/a&gt;) o apontamento da hospedagem foi transferido para uma entidade denominada Trabalho Solidário, de Hador Omar, responsável técnico anterior pela administração do site e ex-assessor da secretaria de comunicação da gestão do ex-secretário de comunicação Martiniano Cavalcanti. Trata-se de uma ação a revelia das instâncias partidárias. Esta operação, além de alterar o controle do site, modificou as senhas e invadiu o e-mail da Secretaria Geral que recebia as informações da realização das plenárias municipais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Trata-se de assunto da maior gravidade, pois o site estava sendo conduzido de comum acordo entre todas as chapas, pela Executiva Nacional em atribuição às suas secretarias responsáveis. Assim, nem a Secretaria de Comunicação e nem a Secretaria Geral têm mais o controle do site e dos e-mails. Qualquer informação no site não é da responsabilidade dessas secretarias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Esta ação busca inviabilizar a realização da Conferência para a escolha das candidaturas do PSOL, mas a militância e a direção partidária garantirão sua realização. Chamamos todos à ampla participação nas conferências municipais e construção da Conferência Nacional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Afrânio Bopprè&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Secretário geral do PSOL&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Edson Miagusko&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: border; -moz-background-inline-policy: continuous; -moz-background-origin: padding; background: white none repeat scroll 0% 0%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Secretário de comunicação do PSOL&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-140897688209404693?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/140897688209404693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/03/onde-esta-o-site-do-psol.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/140897688209404693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/140897688209404693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/03/onde-esta-o-site-do-psol.html' title='Onde está o site do PSOL?'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8TnhBIcsHEk/S6yMRr4dziI/AAAAAAAAAHY/tFklCF6_RUc/s72-c/Wally.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-6866806457337490111</id><published>2010-02-26T08:10:00.001-08:00</published><updated>2010-02-26T08:10:56.214-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasília'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fora Arruda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psol'/><title type='text'>INTERVENÇÃO JÁ !</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;NOTA DO PSOL-DF&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;INTERVENÇÃO JÁ !&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;PRISÃO IMEDIATA PARA OS DEMAIS CORRUPTOS DO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL E DA CÂMARA LEGISLATIVA, COM O DESBARATAMENTO DA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA CHEFIADA POR ARRUDA E SEUS COMPARSAS.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesse grave momento da vida política do Distrito Federal, o PSOL não poderia deixar de abordar um tema que está mexendo com a consciência cidadã de todos que querem ver o Brasil e o Distrito Federal livre da corrupção, da esperteza e da malandragem de maus políticos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todas as evidências e fatos apurados até o momento pela Operação Caixa de Pandora, mostram que os integrantes de uma organização criminosa, chefiada pelo ainda governador Arruda e pelos mais altos mandatários do Poder Executivo e da Câmara Legislativa do Distrito Federal, foram flagrados saqueando milhões de reais dos recursos públicos, de nossa sofrida e cansada população, que paga corretamente os seus impostos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além disso, os integrantes dessa quadrilha fizeram aprovar na Câmara Legislativa em 2009 o PDOT-DF – Plano Diretor de Ordenamento Territorial, sob encomenda dos grandes especuladores e empresários da construção civil, atendendo principalmente a Paulo Otávio e suas empresas. Por isso é fundamental a imediata revogação da lei que aprovou o PDOT, além de apurar as responsabilidades por mais este delito contra a economia e os interesses populares na Capital da República.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na verdade é mais um capítulo da grotesca e repugnante novela da corrupção em sucessivos governos do Distrito Federal, que se arrasta desde o tempo de Joaquim Roriz, cuja folha corrida e processos a que responde também envergonham as pessoas de bem e honestas, sem que ninguém tenha sido punido e preso, com excessão de Arruda e parte do bando criminoso por ele chefiado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O ex-Senador e mega empresário Paulo Otávio renuncia ao cargo de vice-governador, certamente temendo sua cassação e prisão por denúncias de corrupção, e também por colaborar com o impedimento dos trabalhos da Justiça na apuração da corrupção e da roubalheira geral que tomou conta desse governo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por não possuir os requisitos éticos e a independência necessária à condução do governo, o deputado Wilson Lima, atual presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal e membro fiel da base aliada do governador Arruda, não deveria assumir o cargo de governador por razões óbvias de seu envolvimento com todos os esquemas fraudulentos montados e denunciados amplamente por todos os meios de comunicação, além de estar respondendo a vários processos na Justiça.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Certamente, com o avanço das investigações o Deputado Wilson Lima, que “está governador do Distrito Federal nesse momento”, também cairá ou renunciará ao cargo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diante da gravidade da situação, o PSOL - Partido Socialismo e Liberdade entende que a intervenção federal se faz necessária no Distrito Federal, obedecidas as condições da legalidade e da moralidade, garantindo que o interventor permaneça o tempo necessário para expurgar do governo todos os esquemas fraudulentos. Esse também é o sentimento de toda a nação brasileira e não só dos habitantes da Capital do país.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;È necessário que o interventor nomeado pelo governo federal, com o aval do Congresso Nacional, demita de imediato todos os integrantes de cargos comissionados da estrutura administrativa do GDF identificados com os principais “cabeças” da organização criminosa. Ele deverá também afastar todos os servidores envolvidos e flagrados na Operação Caixa de Pandora, instalar os inquéritos e processos administrativos para apurar o roubo e as fraudes e punir exemplarmente os seus responsáveis, e após a operação limpeza, antecipar o processo eleitoral se for o caso e se houver tempo para isso. Caso contrário, o calendário eleitoral de 2010 deverá ser mantido no Distrito Federal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O PSOL acredita que as medidas ora apresentadas, poderão ajudar na busca de uma saída emergencial que impeça de imediato no Distrito Federal, a continuidade da roubalheira e da corrupção. O PSOL exige que todo o dinheiro roubado seja integralmente devolvido aos cofres públicos e que haja o confisco dos bens de todos os envolvidos no escândalo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acreditamos que está na hora de trazermos, com a seriedade que o assunto merece, o debate sobre a adoção na legislação do país, da figura jurídica da revogabilidade dos mandatos para todos as cargos políticos, onde os eleitores, mediante requerimento à Justiça Eleitoral, peça a revogação de todos os mandatos daqueles que traíram a confiança dos eleitores, seja por infidelidade partidária, por participação em quaisquer atos de corrupção na vida pública ou por violar as leis do país.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O PSOL no Distrito Federal, juntamente com as organizações populares, entidades do movimento estudantil, militantes de partidos políticos que não tem vinculação com a corrupção e setores que sempre lutaram pela ética na política, estão unidos e sintonizados com o clamor popular por uma saída que respeite a cidadania e os direitos da população da Capital da República.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acreditamos que a continuidade da mobilização popular e de suas entidades, combinada com a ação independente da Justiça, do Ministério Público e da Polícia Federal poderá colocar um ponto final num dos maiores escândalos que o Brasil está assistindo, e espero, que a prisão dos envolvidos nesse escândalo sirva de lição para todos que ainda insistem no caminho da ilegalidade, da corrupção e do assalto aos cofres públicos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Brasília, 26 de fevereiro de 2010&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Partido Socialismo e Liberdade - DF&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-6866806457337490111?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/6866806457337490111/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/02/intervencao-ja.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/6866806457337490111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/6866806457337490111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/02/intervencao-ja.html' title='INTERVENÇÃO JÁ !'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-1944961616806541073</id><published>2010-02-12T09:42:00.000-08:00</published><updated>2010-02-12T09:42:11.836-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasília'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fora Arruda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psol'/><title type='text'>Nota do PSOL-DF  - Prisão do Arruda</title><content type='html'>&lt;div class="gmail_quote"&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: arial black,sans-serif;"&gt;Nota do PSOL-DF&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A PRISÃO DE ARRUDA NÃO BASTA. TODOS OS CORRUPTOS DO GOVERNO E DA CÂMARA LEGISLATIVA DEVEM IR COM ELE PARA A PAPUDA !&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinando o afastamento e a prisão de Arruda, chefe da quadrilha que assaltou os cofres do GDF, juntamente com a maioria dos deputados distritais, infelizmente ainda não resolve a gravíssima crise que abalou a situação política na capital da República.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não resolve porquê o produto do roubo dessa quadrilha, que ultrapassa seguramente mais de um bilhão de reais, não está sendo recuperado pelas autoridades e ressarcido aos cofres públicos, além de estar deixando de fora vários envolvidos no esquema fraudulento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O PSOL – Partido Socialismo e Liberdade confia na Justiça e espera que todos os envolvidos no esquema sejam presos, julgados, condenados, e que sejam obrigados a devolver cada centavo que roubaram de nosso povo, além de ficarem proibidos para sempre de concorrerem em qualquer processo eleitoral em nossa capital e em qualquer canto do país.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Continuaremos unidos com todos os setores da sociedade e dos movimentos organizados para exigir a prisão de todos os corruptos do Distrito Federal. O nosso povo é honesto e trabalhador. É a minoria de parasitas e exploradores, como essa quadrilha chefiada por Arruda e Paulo Otávio, que se utilizam da boa fé de nossa gente para se perpetuarem no poder. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O PSOL do Distrito Federal se solidariza com todos os cidadãos de bem que, desde o início da mobilização do movimento “Fora Arruda”, principalmente nossa juventude, tem incansavelmente lutado e denunciado a podridão que tomou conta do Distrito Federal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Brasília, 11 de fevereiro de 2010&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;ANTÔNIO CARLOS DE ANDRADE (TONINHO)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Presidente do PSOL-DF&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-1944961616806541073?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/1944961616806541073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/02/nota-do-psol-df-prisao-do-arruda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/1944961616806541073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/1944961616806541073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/02/nota-do-psol-df-prisao-do-arruda.html' title='Nota do PSOL-DF  - Prisão do Arruda'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-7601137601118814563</id><published>2010-02-10T03:52:00.000-08:00</published><updated>2010-02-10T03:52:08.483-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ditadura'/><title type='text'>"A ditadura não acabou"</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;img align="baseline" alt="" border="0" hspace="0" src="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;amp;ik=6c38fcced0&amp;amp;view=att&amp;amp;th=1269ff37ae02583c&amp;amp;attid=0.0.2&amp;amp;disp=emb&amp;amp;zw" /&gt;&lt;img border="0" height="2" src="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;amp;ik=6c38fcced0&amp;amp;view=att&amp;amp;th=1269ff37ae02583c&amp;amp;attid=0.0.3&amp;amp;disp=emb&amp;amp;zw" width="87" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="margin: auto 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Filho de        militantes de esquerda, Carlos Alexandre foi preso e torturado quando era        bebê. Cresceu agressivo e isolado. Aos 37 anos, ele ainda sente os efeitos        dos anos de chumbo: vive recluso, sem trabalho nem amigos - sofre de fobia        social&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" style="text-align: center;"&gt;&lt;img align="baseline" alt="" border="0" hspace="0" src="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;amp;ik=6c38fcced0&amp;amp;view=att&amp;amp;th=1269ff37ae02583c&amp;amp;attid=0.0.4&amp;amp;disp=emb&amp;amp;zw" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Carlos        Alexandre Azevedo, 37 anos, torturado quando era        bebê.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Ele tem olhos de aflição e feições de dor.        Suas palavras saem cadenciadas, são quase sussurros. “Minha família nunca        conseguiu se recuperar totalmente dos abusos sofridos durante a ditadura”,        diz. “Os meus pais foram presos e eu fui usado para pressioná-los.” Carlos        Alexandre Azevedo tinha 1 ano e 8 meses quando policiais invadiram a casa        da família, na zona sul de São Paulo, e o levaram para a sede do        Departamento Estadual de Ordem Política e Social (Deops). Era 15 de        janeiro de 1974. Bem armados e truculentos, os agentes da repressão o        encontraram na companhia da babá – uma moça de origem nordestina conhecida        como Joana. Chegaram dando ordens. Exigiram que os dois permanecessem        imóveis no sofá. Apenas Joana obedeceu. Como castigo pelo choro        persistente, Carlos Alexandre levou uma bofetada tão forte que acabou com        os lábios cortados. Foram mais de 15 horas de agonia. O drama de Carlos        Alexandre – um dos mais surpreendentes dos anos de chumbo – veio à tona no        momento em que o governo brasileiro discute a criação da Comissão Nacional        da Verdade para apurar casos de tortura, sequestros, desaparecimentos e        violações de direitos humanos durante a ditadura militar (1964-1985).        Carlos Alexandre decidiu revelar sua história, com exclusividade, à ISTOÉ        depois que o seu processo de anistia foi julgado pelo Ministério da        Justiça. No dia 13 de janeiro, ele foi declarado “anistiado político”.        Deve receber uma indenização de R$ 100 mil por ter sido vítima dos        militares. “Muita gente ainda acha que não houve ditadura nem tortura no        Brasil. No julgamento, em Brasília, me senti        compreendido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Carlos&amp;nbsp;aos 3 anos, com os        pais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;As pessoas sabiam que o que eu vivi foi        verdade”, alega. “A indenização não vai apagar nada do que aconteceu na        minha vida. Mas a anistia é o reconhecimento oficial de que o Estado        falhou comigo. Para mim, a ditadura não acabou. Até hoje sofro os seus        efeitos. Tomo antidepressivo e antipsicótico. Tenho fobia social.”        Fragmentos da vida de Carlos Alexandre, hoje com 37 anos, estão        guardados&amp;nbsp; na memória do pai, o jornalistae cientista político Dermi        Azevedo. Outros ficaram entre as lembranças da mãe, a pedagoga Darcy        Andozia. “Minha família sempre foi muito retraída, sem diálogo. Não        costumávamos falar sobre tortura. Esse assunto sempre foi tabu entre nós”,        conta Carlos Alexandre. Ele descobriu o próprio passado ao remexer em        gavetas, aos 10 ou 11 anos de idade. Misturado a fotografias antigas e a        uma porção de papéis, encontrou o desenho de uma vaquinha, conhecida na        época por simbolizar a “esperança”, com o seguinte recado: “Deops 1974:        Quando você ficar mais velho, seus pais vão te contar a sua história.”        Parte do sofrimento da infância lhe foi revelada pela mãe. “Cacá apanhou        porque estava chorando de fome. Os policiais falavam que, naquela idade,        ele já era doutrinado e perigoso”, lamenta Darcy. Presas políticas        disseram ao pai que o menino fora torturado no Deops. “Meses depois de        sair da prisão, soube que o meu filho tinha sido vítima de choques        elétricos e outras sevícias. Ele foi jogado no chão e bateu a cabeça”,        afirma Dermi. “Maltratar um bebê é o suprassumo da crueldade.” Quando os        agentes levaram Carlos Alexandre e a babá, Darcy não estava em casa –        seria trancafiada no Deops horas depois.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;“Até hoje sofro os        efeitos da ditadura. Tomo antidepressivo e antipsicótico. Tenho fobia        social”&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Ela havia saído cedo em busca de ajuda        para o marido preso. Aquela era a segunda invasão à residência dos        Azevedo. Na noite anterior, policiais vasculharam todos os cômodos em        busca de “material subversivo”. Encontraram um livro intitulado “Educação        Moral e Cívica &amp;amp; Escalada Fascista no Brasil” e o consideraram uma        injúria às autoridades. Dermi, Darcy e a educadora Maria Nilde Mascellani        foram processados – e absolvidos – sob a acusação de tentar difamar o        Estado brasileiro. Dermi e Darcy eram ligados aos padres dominicanos e a        uma das principais vozes que lutavam contra a ditadura, o então cardeal de        São Paulo, dom Paulo Evaristo Arns. Faziam parte da retaguarda do        movimento de resistência – abrigavam militantes que se preparavam para        embarcar para o Exterior. O período de cárcere foi tenso e doloroso. Darcy        permaneceu mais de 40 dias na cadeia. Foi pressionada psicologicamente,        mas não sofreu violência física. Dermi ficou cerca de quatro meses no        xadrez. Apanhou muito. Quando já não suportava mais a dor, invocava o nome        d’Ele: “Ai, meu Deus. Meu Deus.” Enquanto Darcy esteve atrás das grades,        Carlos Alexandre foi cuidado pelos avós – e continuou a sofrer as        consequências de escolhas que não foram suas. “Em certos momentos, tive        raiva porque meus pais expuseram os filhos. Mas depois senti orgulho        porque eles lutaram contra os abusos dos militares e fazem parte da        história do Brasil”, diz. Carlos Alexandre padece de um transtorno chamado        pela ciência de fobia social: um medo excessivo e persistente de se expor        à avaliação alheia. Quem tem esse distúrbio se esquiva sistematicamente de        contatos interpessoais – principalmente com pessoas do sexo oposto,        desconhecidas ou autoridades – porque teme ser humilhado ou        rejeitado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Dermi        Azevedo, jornalista, pai de Carlos Alexandre, em frente ao prédio onde        funcionava o Deops&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;O diagnóstico foi mencionado pela        psicóloga Ana Maria Falvino, que tratou de Carlos Alexandre, num documento        encaminhado à Comissão de Anistia. No texto, a psicóloga detalha a        evolução do transtorno no paciente e situações relatadas pela família        Azevedo. Mas não afirma categoricamente que o problema dele é consequência        direta de tortura.&amp;nbsp; As situações vividas por CarlosAlexandre, no        entanto, o inserem no grupo de risco descrito pela medicina. De acordo com        o médico Márcio Bernik, coordenador do Ambulatório de&amp;nbsp; Transtornos de        Ansiedade do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo, cerca        de 30% dos casos de fobia social têm origem genética. Os outros&amp;nbsp; 70%        se devem a vivências complexas.Os pais são o primeiro modelo para a        criança. Observar como eles lidam com&amp;nbsp; as adversidades, se enxergam o        ambiente social como fonte de prazer e alegria ou como algo desconfortável        e ameaçador, se são tímidos ou têm muitos amigos, é de extrema importância        para o bom desenvolvimento infantil. Bernik afirma que crianças provocadas        e maltratadas por colegas e que vivem experiências marcantes de rejeição e        de sofrimento são mais suscetíveis à fobia social na vida adulta. Logo que        Dermi deixou a prisão, em maio de 1974, a família toda se mudou para a sua        terra natal, o Rio Grande do Norte. Primeiro foi para&amp;nbsp; Currais Novos,        no interior do Estado. Em seguida para a capital, Natal. A violência        psicológica e as agressões físicas – como as intermináveis sessões no pau        de arara e os repetidos golpes na cabeça, chamados nos porões da ditadura        de “telefone” – derrubaram Dermi. Durante um bom período, ele não foi        capaz sequer de sair da cama. Passava o tempo todo coberto. Teve crises de        paranoia e medo de tudo. Não podia trabalhar. O aperto financeiro        desestabilizava ainda mais a família. Ele foi recuperando devagar a        coragem de se levantar, ir à esquina, andar sozinho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;“Meses depois de        sair da prisão, soube que o meu filho tinha sido vÍtima de choques        elétricos e outras sevÍcias. ele foi jogado no chão e bateu&amp;nbsp;a cabeça.        maltratar um bebê é o suprassumo da        crueldade”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;“Dermi não se destruiu. Transformou o        trauma numa batalha pela vida e continua lutando pela dignidade        humana”,&amp;nbsp; avalia a psicanalista Miriam Schnaiderman, codiretora do        documentário “Sobreviventes”, que narra experiências de pessoas que        passaram por situações-limite. Enquanto Dermi tentava se recuperar, Darcy        tinha de se desdobrar para dar conta da casa e dos filhos – do primogênito        e de dois&amp;nbsp;meninos que vieram depois. Carlos Alexandre demonstrou os        primeiros sinais de isolamento já em Currais Novos. Não interagia        comoutras crianças, tornou-se agressivo e andava sempre triste. Às vezes,        acordava agitado procurando pela mãe: “Mamãe, onde é o barulho do trem?” A        sede do Deops, onde ele esteve detido durante algumas horas, era na região        da Estação da Luz. De lá, dava para ouvir o som do vai e vem das        composições. Apesar de a família estar longe de São Paulo, onde a        perseguição seria mais severa, os Azevedo eram constantemente vigiados        pelos militares locais e discriminados pela vizinhança. Viviam sendo        apontados como “bandidos”, “terroristas” e tratados como se tivessem        alguma doença contagiosa. Carlos Alexandre cresceu sob intensa pressão,        testemunhando as crises do pai e a inquietude da mãe. Chorava para não ir        à escola. Não suportava ficar distante dos pais. A instabilidade e a        dinâmica familiar contribuíram para aumentar o afastamento de Carlos        Alexandre. “A perseguição afetou os outros filhos, mas não de maneira tão        intensa quanto ele”, relata Dermi. As mudanças de casa e de cidade eram        constantes a ponto de os meninos não serem capazes de criar laços de        amizade ou se adaptar completamente à escola.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Darcy        Andozia, pedagoga aposentada, mãe de Carlos        Alexandre&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;O único período de relativa calmaria e        imobilidade durou cerca de quatro anos – entre 1981 e o início de 1985,        quando os Azevedo moraram em Piracicaba, no interior paulista. A filha        mais nova nasceu lá. Todos eram respeitados. Darcy e Dermi tinham vínculo        com uma universidade do município – já não eram encarados como “bandidos”        ou “terroristas”, mas como intelectuais. E a ditadura militar caminhava        para o fim. A saída de Piracicaba foi traumática para Carlos Alexandre.        “Era o único lugar em que eu tinha amigos. Foi aí que me isolei de vez.        Parei de estudar e me tranquei em casa”, lembra. Carlos Alexandre tinha        acabado de entrar na adolescência. No interior paulista, costumava brincar        na rua, jogar bola e frequentar festinhas vestindo short e camiseta. Não        se importava muito com o figurino. Os novos desafios da cidade grande o        fizeram submergir no medo.&amp;nbsp; Ele já não era mais convidado para        festas, se sentia incapaz de dançar com as meninas e apanhava dos garotos        cotidianamente. Quando tentava revidar, era pior. Apanhava mais. “Por ser        introvertido, não ser muito bonito nem me vestir como eles, eu era        humilhado e vivia sendo alvo de chacotas”, afirma. Carlos Alexandre        sucumbiu à crueldade adolescente e se enterrou nas próprias fragilidades.        Afirma ter passado cerca de sete anos (dos 13 aos 20) praticamente sem        sair de casa. Tentou frequentar a escola. Não conseguiu. Nos momentos de        nervosismo intenso, quebrava tudo o que encontrasse pela frente. Engordou        40 quilos em seis meses. Tentou o suicídio “algumas vezes”. Quando decidiu        enfrentar o medo da rua, trabalhou como auxiliar de        escritório.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;“O meu filho        apanhou dos policiais do deops porque estava chorando de fome. levou um        tapa tão forte que cortou os lábios"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Ficou um ano no emprego – seu recorde com        carteira assinada. Depois atuou como operador de microcomputador e        diagramador. Interagir era tão penoso que Carlos Alexandre pediu demissão        e foi demitido diversas vezes porque não suportava conviver com os colegas        de trabalho. “As pessoas começavam a perguntar da minha vida: o que eu        fazia, se tinha estudado, se tinha namorada, quem eu era, aonde eu ia.        Acabava ficando um clima ruim”, conta. “Estar no meio de muitas pessoas é        muito cansativo para mim. Falar também. Sair de casa e sentar num bar é um        incômodo muito grande. Mas hoje já não entro em pânico porque estou em        tratamento.” Um ou dois amigos visitam Carlos Alexandre esporadicamente.        Vão ao apartamento que ele divide com a mãe na região central de São        Paulo. Seus outros – raros – amigos são todos virtuais. Ao optar pela        rede, ele se protege da sociedade. “Quando rompo o ciclo vicioso, consigo        até ter uma vida. Mas tenho muito medo de recaídas”, diz. Atualmente, ele        costuma sair três vezes por semana para ir à academia. De vez em quando,        vai à banca comprar gibis japoneses. Sua rotina é singela. Mas Carlos        Alexandre quer mais. “Não sou feliz. Sinto vergonha de não trabalhar.        Também gostaria de ter uma família minha, com mulher e filhos. Mas tenho        consciência de que devo dar um passo de cada vez. Talvez, com um pouco de        sorte, eu consiga recomeçar. Mesmo estando com 37        anos.”&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-7601137601118814563?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/7601137601118814563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/02/ditadura-nao-acabou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/7601137601118814563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/7601137601118814563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/02/ditadura-nao-acabou.html' title='&quot;A ditadura não acabou&quot;'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-2357385540728575786</id><published>2010-02-02T04:31:00.000-08:00</published><updated>2010-02-02T04:31:03.730-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='haiti'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='frei betto'/><title type='text'>O Haiti existe?</title><content type='html'>&lt;div style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="http://tomorrowmuseum.com/wp-content/uploads/2008/05/haiti.jpg" src="http://tomorrowmuseum.com/wp-content/uploads/2008/05/haiti.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Quem abraçará o exemplo da dra. Zilda Arns, ]&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;de ensinar o povo a ser sujeito multiplicador e emancipador de sua própria história"?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;--&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;Frei Betto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 20pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;O Haiti existe?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 20pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span&gt;Frei Betto&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 20pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Interessados em exibir na Europa uma coleção de animais exóticos, no início do século XIX, dois franceses, os irmãos Edouard e Jules Verreaux, viajaram à África do Sul. A fotografia ainda não havia sido inventada, e a única maneira de saciar a curiosidade do público era, além do desenho e da pintura, a taxidermia, empalhar animais mortos, ou levá-los vivos aos zoológicos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;No museu da família Verreaux os visitantes apreciavam girafas, elefantes, macacos e rinocerontes. Para ela, não poderia faltar um negro. Os irmãos aplicaram a taxidermia ao cadáver de um e o expuseram, de pé, numa vitrine de Paris; tinha uma lança numa das mãos e um escudo na outra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Ao falir o museu, os Verreaux venderam a coleção. Francesc Darder, veterinário catalão, primeiro diretor do zoológico de Barcelona, arrematou parte do acervo, incluído o africano. Em 1916, abriu seu próprio museu em Banyoles, na Espanha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Em 1991, o médico haitiano Alphonse Arcelin visitou o Museu Darder. O negro reconheceu o negro. Pela primeira vez, aquele morto mereceu compaixão. Indignado, Arcelin pôs a boca no mundo, às vésperas da abertura dos Jogos Olímpicos de Barcelona. Conclamou os países africanos a sabotarem o evento. O próprio Comitê Olímpico interveio para que o cadáver fosse retirado do museu. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Terminadas as Olimpíadas, a população de Banyoles voltou ao tema. Muitos insistiam que a cidade não deveria abrir mão de uma tradicional peça de seu patrimônio cultural. Arcelin mobilizou governos de países africanos, a Organização para a Unidade Africana, e até Kofi Annam, então secretário-geral da ONU. Vendo-se em palpos de aranha, o governo Aznar decidiu devolver o morto à sua terra de origem. O negro foi descatalogado como peça de museu e, enfim, reconhecido em sua condição humana. Mereceu enterro condigno em Botswana.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Em meus tempos de revista "Realidade", nos anos 60, escandalizou o Brasil a reportagem de capa que trazia, como título, "O Piauí existe." Foi uma forma de chamar a atenção dos brasileiros para o mais pobre estado do Brasil, ignorado pelo poder e pela opinião públicos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&amp;nbsp;O terremoto que arruinou o Haiti nos induz à pergunta: o Haiti existe? Hoje, sim. Mas, e antes de ser arruinado pelo terremoto? Quem se importava com a miséria daquele país? Quem se perguntava por que o Brasil enviou para lá tropas a pedido da ONU? E agora, será que a catástrofe - a mais terrível que presencio ao longo da vida - é mera culpa dos desarranjos da natureza? Ou de Deus, que se mantém silencioso frente ao drama de milhares de mortos, feridos e desamparados?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Colonizado por espanhóis e franceses, o Haiti conquistou sua independência em 1804, o que lhe custou um duro castigo: os escravagistas europeus e estadunidenses o mantiveram sob bloqueio comercial durante 60 anos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Na segunda metade do século XIX e início do XX, o Haiti teve 20 governantes, dos quais 16 foram depostos ou assassinados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&amp;nbsp;De 1915 a 1934 os EUA ocuparam o Haiti. Em 1957, o médico François Duvalier, conhecido como Papa Doc, elegeu-se presidente, instalou uma cruel ditadura apoiada pelos tonton macoutes (bichos-papões) e pelos EUA. A partir de 1964, tornou-se presidente vitalício... Ao morrer em 1971, foi sucedido por seu filho Jean-Claude Duvalier, o Baby Doc, que governou até 1986, quando se refugiou na França.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;O Haiti foi invadido pela França em 1869; pela Espanha em 1871; pela Inglaterra em 1877; pelos EUA em 1914 e em 1915, permanecendo até 1934; pelos EUA, de novo, em 1969.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;As primeiras eleições democráticas ocorreram em 1990; elegeu-se o padre Jean-Bertrand Aristide, cujo governo foi decepcionante. Deposto em 1991 pelos militares, refugiou-se nos EUA. Retornou ao poder em 1994 e, em 2004, acusado de corrupção e conivência com Washington, exilou-se na África do Sul. Embora presidido hoje por René Préval, o Haiti é mantido sob intervenção da ONU e agora ocupado, de fato, por tropas usamericanas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Para o Ocidente "civilizado e cristão", o Haiti sempre foi um negro inerte na vitrine, empalhado em sua própria miséria. Por isso, a mídia do branco exibe, pela primeira vez, os corpos destroçados pelo terremoto. Ninguém viu, por TV ou fotos, algo semelhante na Nova Orleans destruída pelo furacão ou no Iraque atingido pelas bombas. Nem mesmo após a passagem do tsunami na Indonésia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Agora, o Haiti pesa em nossa consciência, fere nossa sensibilidade, arranca-nos lágrimas de compaixão, desafia a nossa impotência. Porque sabemos que se arruinou, não apenas por causa do terremoto, mas sobretudo pelo descaso de nossa dessolidariedade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Outros países sofrem abalos sísmicos e nem por isso destroços e vítimas são tantos. Ao Haiti enviamos "missões de paz", tropas de intervenção, ajudas humanitárias; jamais projetos de desenvolvimento sustentável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 26.95pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Findas as ações emergenciais, quem haverá de reconhecer o Haiti como nação soberana, independente, com direito à sua autodeterminaçã o? Quem abraçará o exemplo da dra. Zilda Arns, de ensinar o povo a ser sujeito multiplicador e emancipador de sua própria história?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-2357385540728575786?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/2357385540728575786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/02/o-haiti-existe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/2357385540728575786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/2357385540728575786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/02/o-haiti-existe.html' title='O Haiti existe?'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-1235386441130238392</id><published>2010-01-12T09:11:00.000-08:00</published><updated>2010-01-12T09:15:17.652-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Colômbia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Israel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América Latina'/><title type='text'>A mão militar de Israel em Nossa América, intervenSionismo mercenário</title><content type='html'>&lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;span class="post-labels"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_s4QisI7C-Gw/S0vbnRVHHxI/AAAAAAAACiI/si5x57MdzLU/s1600-h/America+Latina-unasur"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 194px; height: 199px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_s4QisI7C-Gw/S0vbnRVHHxI/AAAAAAAACiI/si5x57MdzLU/s400/America+Latina-unasur" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5425671643811225362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Entrevista com Sergio Yahni, diretor do Centro de Informação Alternativa de Jerusalém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Catherine Hernandez, William Urbina e Bashir Ahmed da Rádio Guiniguada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Pergunta: O golpe em Honduras e a instalação de sete novas bases militares norte-americanas na Colômbia evidenciam uma escalada de agressões contra os processos de libertação que estão ocorrendo na América Latina. Como você interpreta essa situação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sergio Yahni: O Centro de Informação Alternativa, que é uma organização palestino-israelense, se solidariza com os povos da América Latina em sua luta, e também vemos em sua evolução social e política um lugar de esperança não só para a América Latina, mas também para nós, já que o conflito na América Latina contra o Império e o conflito que está ocorrendo no Oriente Médio estão estruturalmente relacionados.&lt;br /&gt;Não se trata apenas de métodos violentos, mas também de métodos que já haviam sido experimentados aqui no Oriente Médio pela ocupação. Então por isso eu digo que nós estamos falando de uma relação estrutural, tanto pela opressão imperialista militar, quanto pela resistência, não é uma mera relação causal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que acontece é que a ocupação da Palestina e os conflitos causados pelas forças armadas de Israel tornaram-se um laboratório para experiências em tecnologias militares e táticas que mais tarde também se implementam na América Latina, por exemplo, as mesmas tecnologias de armas sem pessoas, aviões sem pessoas, tanques sem pessoas, e assim por diante, que o Império começa a utilizar na América Latina e são utilizados e experimentados aqui no Oriente Médio, especialmente na Faixa de Gaza contra o povo palestino; esse é um elemento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro elemento é que o exército de Israel e as empresas privadas criadas por generais e coronéis israelenses já intervêm diretamente na América Latina auxiliando a repressão, tanto como instrutores (dando treinamento militar) ou mesmo atuando diretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*P: Pelo menos há dois anos sabe-se que os líderes sionistas exportam seu modelo macabro para a Colômbia (Plano Colômbia), mas agora esta presença é descoberta e essa informação é tratada com mais força por causa do que está ocorrendo em Honduras. Que visão que vocês têm sobre esse assunto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SY: Já vimos claramente essa relação na operação que assassinou Raúl Reyes. Vimos que era uma tática clássica do exército israelense a operação militar na Colômbia que assassinou Reyes e, em seguida, toda a propaganda do famoso computador de Reyes. Foram táticas utilizadas aqui anteriormente, e vinham com a assinatura do exército israelense.&lt;br /&gt;Aparentemente, os assassinos de Reyes foram treinados por oficiais israelenses que não foram responsáveis pela operação em si, e também é claro o contato direto do comerciante de armas do exército de Israel, tanto com os paramilitares na Colômbia, como com o governo da Colômbia, não poderia se nomeado: o coronel Yair Klein, que já é um histórico vendedor de armas, principalmente para os paramilitares na Colômbia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande assunto no momento é a situação de Honduras, onde há uma antiga intervenção israelense na América Central, com a presença de oficiais israelenses ativos ou aposentados, que vem da época da revolução nicaragüense, onde havia um coronel israelense, juntamente com Somoza. Sabemos agora das armas israelenses em Honduras, sabemos que Israel está treinando o exército hondurenho, mas também devemos ter em mente que estamos falando de questões secretas, que nenhum jornal publicou, e por isso sequer estamos tendo o princípio da informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*P: Que informações vocês têm sobre o papel que jogam estas “empresas de segurança” de israelenses com os EUA, e a estratégia do governo de Israel?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SY: Existem diferentes níveis que haveríamos de analisar. O primeiro é de nos perguntarmos porque é uma empresa privada, e não diretamente o Estado, e isso tem muito a ver com uma política de ideologia neoliberal, que envolve a privatização de tudo. Temos visto que os bens sociais foram privatizados na América Latina e em todo o mundo, e o último bem social que privatizaram, e isso é latente na guerra do Iraque, são os exércitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos em um processo no qual, para o capitalismo e o imperialismo, sai mais barato empregar forças de segurança privadas, do que um exército&lt;br /&gt;nacional. Por isso Israel, que está na vanguarda do neoliberalismo, adotou a tática de privatizar a exportação de tecnologias militares. Voltando ao caso da Colômbia, que é onde temos mais informações, sabemos que a empresa privada que treinou o exército colombiano para matar Reyes recebeu 10 milhões de dólares para essa operação, e eu estou falando sobre o material que já foi publicado em Israel.&lt;br /&gt;Inicialmente, a Colômbia tinha vindo ao serviço secreto de Israel, o Mossad, para pedir ajuda, e lhes deram o contato com empresas privadas, de pessoas que também fazem esses serviços para o Mossad. Este é o primeiro elemento que devemos levar em conta, estamos falando de um&lt;br /&gt;sistema complexo onde a ideologia neoliberal está intervindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo elemento é que Israel historicamente - e quando eu digo que historicamente poderíamos voltar para os anos 60, e especialmente para os 70 - é um fornecedor de trabalhos sujos para os EUA. Por razões políticas e outras, há coisas que os EUA não podem fazer, e é aí que começa o papel de Israel, subempreiteiro, e vimos isso em tudo o que conhecemos como América Latina, África e Ásia, onde o Estado de Israel, como um Estado em primeiro lugar, e mais tarde como empresas privadas, tem feito o trabalho sujo.&lt;br /&gt;Quando Somoza era indefensável estavam lá os israelenses para defendê-lo. Em casos como quando havia que dar apoio militar a grupos paramilitares na Colômbia, ali estavam as empresas israelenses para vender armas, pois era algo que os EUA por suas próprias razões e interesses não podiam fazer. Israel aparece como um sub-contratante que trabalha para os EUA. Agora, temos que levar em conta que devemos olhar as coisas de uma perspectiva de resistência. Perceber que existem contradições e depois ver como podemos usar essas contradições. Porque se Israel é uma empresa subcontratada, dependente dos trabalhos que lhe incubem os EUA, ela também tem seus próprios interesses, e que em muitos casos, vemos que Israel tenta vender armas e treinamento além dos limites que os EUA já tinham delimitado&lt;br /&gt;trabalhos que lhe incubem os EUA, ela também tem seus próprios interesses, e que em muitos casos, vemos que Israel tenta vender armas e treinamento além dos limites que os EUA já tinham delimitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso temos que usar duas coisas a partir da perspectiva da resistência:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Utilizar essa contradição;&lt;br /&gt;2) No caso de Israel, que está fazendo o trabalho sujo, é muito importante continuar as campanhas de boicote, em especial com a questão da venda de armas israelenses na América Latina.&lt;br /&gt;Porque, por exemplo, é inadmissível que estas empresas de segurança, que estão matando pessoas na América Central, ou fazem parte do paramilitarismo na Colômbia, recebam contratos nacionais com o Brasil ou a Argentina. Por isso devemos começar a mobilizar as pessoas para expulsar as forças de segurança de Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*P: Em relação à Venezuela, é pautada por Dani Ayalón (ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel) uma base iraniana na América Latina. Qual é a visão que você tem da Venezuela a partir da perspectiva da resistência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SY: O Estado de Israel vê a Venezuela como parte do eixo do mal, simplesmente. Israel tem seu interesse concreto no Oriente Médio, e está em desacordo com o Irã, porque o Irã tornou-se uma base de resistência ao imperialismo na região, que não é um estado pequeno, é um Estado com capacidade militar para opor-se ao que Israel faz; poderia pôr em perigo a Israel, e é por isso que Israel está tentando isolar o Irã, mas a Venezuela rompe o isolamento do Irã e assim se torna um inimigo das políticas de Israel, porque a Venezuela não é apenas a Venezuela: é a Alba, são as relações com a América Latina, e também com o Brasil; e o Brasil mantém relações com o Irã, e isso quebra a estratégia de Israel de isolar o Irã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: "A Voz das Canárias Bolivariana", na Rádio Guiniguada, Ilhas Canárias&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-1235386441130238392?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/1235386441130238392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/01/mao-militar-de-israel-em-nossa-america.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/1235386441130238392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/1235386441130238392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/01/mao-militar-de-israel-em-nossa-america.html' title='A mão militar de Israel em Nossa América, intervenSionismo mercenário'/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_s4QisI7C-Gw/S0vbnRVHHxI/AAAAAAAACiI/si5x57MdzLU/s72-c/America+Latina-unasur' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-1378825725602183589</id><published>2010-01-05T18:43:00.001-08:00</published><updated>2010-01-05T18:44:59.442-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Manifestaçoes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasília'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fora Arruda'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_chZuPiXP8UU/S0P49KTtMSI/AAAAAAAAC7Q/eST9sc-95nU/s1600-h/image001.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 283px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_chZuPiXP8UU/S0P49KTtMSI/AAAAAAAAC7Q/eST9sc-95nU/s400/image001.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5423452105906925858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-1378825725602183589?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/1378825725602183589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/01/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/1378825725602183589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/1378825725602183589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2010/01/blog-post.html' title=''/><author><name>Brisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09909325667073152722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-hhLvcxpQt7c/TxYvizWarjI/AAAAAAAAI-U/FYJKMUsgamg/s220/face.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_chZuPiXP8UU/S0P49KTtMSI/AAAAAAAAC7Q/eST9sc-95nU/s72-c/image001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29579158.post-1222864317322414272</id><published>2009-12-08T14:40:00.000-08:00</published><updated>2009-12-08T14:42:08.884-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Corrupção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasília'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fora Arruda'/><title type='text'>A Fantástica Fábrica de Panetones (Ou o Panetonegate brasiliense)</title><content type='html'>&lt;div id="content_div-898"&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Governador &lt;strong&gt;Arruda Wonka&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Paulo “Oompa Loompa” Octavio&lt;/strong&gt; estão à frente da Fantástica Fábrica de Panetones! As imagens falam por si só!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.bonde.com.br/bonde.php?id_bonde=1-3--46-20091201"&gt;Além de Paulo Octavio e Arruda, estão envolvidos no escândalo&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;: Adalberto Monteiro, Alcir Collaço, Benedito Domingos, Cristina Boner, Divino Omar Nascimento, Domingos Lamóglia, Eurides Brito, Fábio Simão, Fernando Antunes, Gilberto Lucena, João Luiz, José Celso Gontijo, José Geraldo Maciel, José Humberto, José Luiz Valente, José Luiz Vieira Neves, Júnior Brunelli, Leonardo Prudente, Luiz França, Márcio Machado, Marcelo Carvalho, Nerci Soares Bussamra, Odilon Aires, Omésio Pontes, Orlando José Pontes, Paulo Pestana, Paulo Roberto, Paulo Roxo, Pedro do Ovo, René Abujalski, Roberto Gifooni, Rogério Ulisses e Ricardo Pena.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Clique para ver no tamanho original:&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Corrupção dá fome, Governador?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://farm3.static.flickr.com/2725/4158767144_ed1956c9de_o.jpg"&gt;&lt;img alt="" src="http://farm3.static.flickr.com/2725/4158767144_ed1956c9de_o.jpg" title="Fome corrupta - Panetonegate" class="alignnone" width="320" height="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;A Fantástica Fábrica de Panetones&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://farm3.static.flickr.com/2599/4158005007_48ec06e521_o.jpg"&gt;&lt;img alt="" src="http://farm3.static.flickr.com/2599/4158005007_48ec06e521_o.jpg" class="alignnone" width="492" height="700" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A ocupação segue firme na CLDF. Escutem &lt;strong&gt;&lt;a href="http://bill.dissonante.org:443/ocupareitoria.m3u"&gt;a rádio ao vivo neste link&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, direto do Plenário ocupado! (Baixem o arquivo e abram no Winamp ou Windows Media Player)&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;E a luta continua. Fora Arruda e toda a corja que se encontra no poder. 2010 é nosso!&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;PS&lt;/em&gt;. As fotos deste post foram montagens feitas por mim, usando fotos encontradas no Google ou tiradas de minha própria câmera.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://www.andredutra.com/2009/12/04/a-fantastica-fabrica-de-panetones-ou-o-panetonegate-brasiliense/"&gt;Fonte&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29579158-1222864317322414272?l=zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/feeds/1222864317322414272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2009/12/fantastica-fabrica-de-panetones-ou-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/1222864317322414272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29579158/posts/default/1222864317322414272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zinepoliticarevolucionaria.blogspot.com/2009/12/fantastica-fabrica-
